Mortal Kombat X Street Fighter – e outros jogos de luta

Qual o melhor jogo ? Difícil decidir. Os dois são excelentes. Em termos de importância certamente Street Fighter, pois foi o primeiro jogo de luta do tipo um contra o outro (p2p) a estourar. Gráficos belissímos, uma vasta gama de personagens e golpes muito bem feitos. Depois desse sucesso estrondoso, várias empresas tentaram imitar, com jogos como Art of Fighting e Fatal Fury (ou King of Fighters), ambos da SNK. Entretanto esses jogos, apesar de trazerem belos gráficos e vários personagens, não traziam nenhuma inovação. Todos os golpes desses dois jogos possuiam seu correspondente em Street Fighter. No caso de Art of Fighting, não apenas todos os golpes como todos os personagens têm correspondente. Tem a menina que luta, tem o Micky que é o boxeador do jogo, tem o personagem que não pula, tem o Lee que tem garras e máscara e é o Vega do jogo, tem o John que é o Guile da SNK, tem até um Ryo Sakazaki que é, obviamente, o Ryu de Art of Fighting, com kimono e golpes similares (percebam que nesse caso a SNK não se esforçou nem para mudar o nome do personagem). Mesmo assim, era uma ótima cópia, com gráficos que só o Neo Geo e os Arcades podiam nos oferecer. Apesar de imitona, a SNK na minha opinião é a melhor produtora de jogos de luta, pois não tem apenas um sucesso como a Capcom ou a Midway, mas vários.


Jack, o Honda da SNK


Terry Bogard de Fatal Fury

Mas então, parecia que Street Fighter seria o maior jogo de luta 2D de todos os tempos, que reinaria absoluto. Isso até aparecer Mortal Kombat.

Mortal Kombat chamou a atenção da mídia por ser o primeiro jogo realmente violento a ser lançado. Foi tanta balburdia que na versão do SNES inventaram uma babaquice do sangue ser branco. Mas apesar dos fatalitys, o jogo ia muito além disso.

A Midway não se limitou a copiar, eles inovaram. Pra início de conversa, utilizaram atores em carne osso para fazer os gráficos do jogo, o que tornou o game muito mais realístico. Não que gráficos mais realistícos não tivessem sido feitos antes com Pit Fighter, mas Mortal Kombat fez de maneira melhor. Além disso, existem golpes sem correspondente no jogo da Capcom como o arpão do Scorpion, o congelamento do Subzero e o teletransporte do Raiden. Além disso, a própria história e o clima do jogo é muito mais soturno e apocalíptico do que os demais. Pode ver que em várias fases do Street tem público torcendo no cenário. Já em Mortal Kombat, os cenários são lugares abandonados, com rios de ácido, espinhos, fossos e outras coisas que criavam um clima muito mais assustador. Os vilões de Mortal Kombat são muito mais vilões mesmo do que o Bison, o chefão de Street. Ainda por cima, mais tarde foram incluidos personagens secretos, muita manhas, dicas, truques, passwords e demais deleites para os gamers mais viciados.

Obviamente, foi a vez de outras produtoras imitarem Mortak Kombat. A primeira imitadora foi a Rare (que depois viria a criar o magnífico Donkey Kong Country) com Killer Instinct. Jogo com violência e cenários soturnos como o concorrente. Mas como era de se esperar, era apenas mais uma cópia, divertidinha como Art of Fighting mas sem sal.


Killer Instinct, muitos gostam

A Sega também quis tirar sua casquinha e lançou Eternal Champions. Jogo que até tentou inovar mas infelizmente a Sega, tadinha, tal como a Nintendo, só sabe fazer jogos estilo família e não esse tipo de jogo. O resultado foi mediano.

Depois veio a era dos jogos de luta 3D iniciada por Virtua Fighter (da Sega!), mas jogos de luta 3D eu não gosto e não existe essa rivalidade entre dois jogos já que é consenso que Tekken é o melhor.


Imagem feita por fã misturando Street com Mortal Kombat. Bem que podiam fazer, já que até Sonic briga com o Mário hoje em dia …

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Resumo e crítica do anime/mangá DNA^2, de Masakazu Katsura

Típico romance shounen ( shounen ai ) . Ou seja, muito fan service (mulheres nuas gratuitamente) e cenas um tanto quanto escatológicas, além é claro, algumas lutinhas e nesse caso específico, muuuuita ficçao !

99% dos romances shounen podem ser resumidos assim: cara loser do nada se vê rodeado de garotas loucas por ele. Eu sou assumidamente fã desse gênero ( assim como um bando de garotos losers japoneses : P ), por mais óbvio, e previsível que ele seja. Logo, se você não gosta disso, não vai gostar de DNA. Mas se nunca assistiu esse tipo de anime, DNA é uma ótima forma de se iniciar no gênero (e pra quem já gosta, obviamente imperdível). Ele não enrola muito como outras séries. São apenas 12 episódios e 3 OVAs. Entretanto os OVAs são péssimos ( apesar de serem OVAs, a animação não melhora em nada, e a história contada não acrescenta nada também, ou seja, ignore-os ).


mega idiota

Agora a sinopse básica: No futuro, o mundo está superpovoado. Descobre-se que a causa é um mega playboy que teve um monte de filhos, que por sua vez também se tornaram superplayboys que tiveram mais filhos e assim sucessivamente. O que o governo faz ? Manda para o passado Karin Aoi para neutralizar o DNA desse mega playboy. MASSSSS … Karin ao voltar ao passado descobre que o suposto mega playboy é Junta Momonari, um sujeito que apesar de gostar muito de garotas sofre de um pequeno mal: vomita toda fez que fica, bem, ahhh, se anima muito com as mulheres… vocês entenderam : P


eca : P

Mesmo assim a Karin vai lá fazer sua missão, mas algumas coisinhas saem errado e ela na verdade acelera o processo de transformação em megaplayboy … e agora talvez nem ela escape dos encantos dele ( eu não escapei : PPPPP ).


mega playboy

O mangá é muito bom também. Apesar de eu achar que o anime captou bem a essência do mangá, o manga é mais detalhado, conta mais história. Em suma, é superior ( e vejam que ao contrário da maioria, eu prefio em geral anime a mangá). E são apenas 5 edições (tankohon), ótimo para colecionar o/.

Não posso deixar de falar da abertura … fantástica ! Não as cenas em si, mas a música. Blurry Eyes do L’arc en ciel ( clássica no mundinho otaku, se você não conhece, não se considere otaku : P). Por causa dela que conheci a melhor banda japonesa de todos os tempos ; ).


É seu dia de sorte, resista !

Para um anime de 1994, a animação é boa ( o anime foi produzido pelo desconhecido estúdio Powhouse ). Particularmente amo o traço do Katsura. As transformações do junta em mega playboy são engraçadissimas. A desgraça dele faz a gente simpatizar bastante com o personagem. A Karin tentando resistir a ele é impagável. A Tomoko dando mole pra ele também. E pelo menos eu, não consegui descobrir antes do final da série com qual garota ele ficava ( algo que alguns autores deixam bem óbvio bem em outros animes do gênero como Love Hina ).


Karin, pronta para dar um fim no mega playboy

Dada as ressalvas iniciais, eu recomendo fortemente, MUITO bom. Um dos meus favoritos. Só os japoneses pra inventarem animes loucos assim.

Curiosidade: O nome do anime não significa apenas ácido desoxiribonucléico, é também acrônimo para Dokokade Nakushita Aitsuno Aitsu (por isso dna ao quadrado), mas não sei exatamente o que signifca esse acrônimo.

Livro Peter Pan de J.M Barrie (não o desenho da disney!)

Recentemente terminei de ler o livro Peter Pan, o qual foi base para o famoso desenho da Disney. O motivo que me fez correr atrás desse livro, publicado em 1911, não foi o desenho (que eu nunca assisti, mas pretendo), foi o lançamento do livro Peter Pan Escarlate. Pra quem não sabe, Barrie pouco antes de morrer deixou os direitos autorais relacionados a sua obra para um hospital infantil. Esse mesmo hospital lançou um concurso no qual o escritor que criasse a melhor continuação teria o livro públicado como a continuação oficial de Peter Pan.

A vencedora foi a inglesa Geraldine McCaughrean, autora de um monte de livros infantis. Seu livro chama-se Peter Pan Escarlate. Como uma amiga minha comprou esse livro, achei interessante ler a obra original de Barrie pra depois pegar o Escarlate emprestado e ver se era bom.

Como sou uma namorada legal, ganhei ele como presente de Natal do meu namorado. Mas só mês passado comecei a ler. Por ser um clássico, esperava um livro infantil num nível Potteriano, mas infelizmente não foi o caso. Em Peter Pan, o autor se dirige frequentemente ao leitor, com diversas observações e ironias, lembrando um pouco o que faz Douglas Adams na série O guia do mochileiro das galáxias ou Lemony Snicket em Desventuras em série. Mas fora esses diálogos com o leitor, são poucas as vezes que o livro empolga. E nessas poucas vezes é por causa do engraçado mau-humor da fada Sininho. O grande mérito do livro é realmente, a captura das diferenças entre ser adulto e criança.

Aqui mais sobre os livros. E aqui um resumo dele.

Crash estranhos prazeres: filme sobre sexo em acidentes de carro (!)

Houve uma época em que inteligência e sensibilidade bastavam para se entender um filme, um quadro, uma peça de teatro. Hoje em dia também é preciso paciência e estômago bom. Como de algum tempo para cá gênios são aqueles que conseguem sacudir o estabelecido, chocar virou palavra de ordem. Adjetivos como provocante, instigante ou polêmico se tornaram características almejadas pela maioria dos artistas. Para se destacar da pasmaceira reinante, quanto maior o barulho melhor. O que vale é o império do escândalo, o festival de experimentos malucos.

Retirado da revista IstoÉ. Leia o texto integral aqui (muito bom por sinal).

Já tinha ouvido falar do filme Crash – estranhos prazeres já faz bastante tempo, mas só agora finalmente resolvi conferir a obra de David Cronenberg, diretor conhecido por ter um currículo recheado de filmes no mínimo estranhos. Não me considero uma pessoa facilmente impressionável, mas algumas cenas do filme realmente chocam, principalmente pela índole e atitudes de alguns personagens. A obra me lembrou bastante o filme 8 milímetros de Joel Schumacher (sim, o mesmo da bomba Batman e Robin ). Em 8 milímetros o assunto tratado são Snuff films (filmes pornôs onde a intérprete, no final, é brutalmente assassinada). O filme de Schumacher passa esse mesmo desconforto que Crash pois também mostra personagens doentios de forma explícita.

A diferença é que Crash, apresenta os personagens e seu universo bizarro e fica só nessa. Não tem climax, não tem objetivo, não tem nada. Após uns 30 minutos o filme torna-se bastante cansativo. O problema não é ser chocante, é achar que basta conseguir os almejados adjetivos mencionados no texto da IstoÉ: provocante, instigante ou polêmico, para um filme ser bom.

Já 8 milimetros é um filme mais organizadinho e bem feito, com introdução dos personagens, do universo (apresentado para o personagem de Nicholas Cage por Joaquim Phoenix), investigação, climax e final. 8 milímetros tem o objetivo de chocar (talvez menos que Crash), mas vai além disso. Não que Crash seja de todo ruim, mas justamente suas qualidades como o assunto diferente, a coragem de Cronenberg, vários diálogos, e alguns detalhes sutis nos fazem ficar ainda mais decepcionados pois o filme podia ter sido muito mais

Crash só é cult por causa do assunto,do diretor e dessa vontade desenfreada de impressionar. Mas mesmo com essa decepção, ainda assim, estou bastante curiosa para assistir aos outros filmes de Cronenberg como Marcas da Violência e especialmente Videodrome (que está na lista dos 300 filmes para ver antes de morrer). Crash me parece o tipo de filme de bom diretor que não conseguiu se acertar.

Quem quiser ver outras críticas, aqui tem uma bem interessante.

Monet, Van Gogh e o Impressionismo

Nesse post sobre o surrealismo, defendo do início ao fim que paisagens em geral são um saco quando se trata de pintura. Disse também que o mais legal são obras criativas como as dos surrealistas. Mas ao final do post menciono que uma das minhas escolas artisticas favoritas é o impressionismo, no qual o objetivo é basicamente, retratar a natureza, ou seja, paisagens.

Pode parecer que me contradizo no fim, mas não é caso. O que eu gosto do impressionismo é que os artistas nao tentam recriar ao pé da letra a natureza. As obras não são reproduções fiéis. Em geral, são pinceladas grossas, que passam apenas uma idéia da paisagem. O que me agrada nessa escola não é o conteúdo, é esse traço que mesmo simples, às vezes quase estilizado, ainda assim forma um quadro belo.

Apesar do traço legal, os artistas dessa escola deviam sofrer de uma falta de criatividade tremenda. Sabe como eles pintavam? Eles escolhiam um lugar e começavam a pintar essa mesma paisagem sem parar, de diferentes ângulos, em diferentes momentos do dia (segundo eles para captar as nuances da natureza) . Fico com a impressão que eles escolhiam um lugar e começavam a pintar de tudo que é jeito para pelo menos um dos quadros ficar realmente bonito : PPP

Vejam por exemplo a abadia de Westminster. Foi pintada pelo Monet em pelo menos 3 quadros do mesmo ângulo, mudando apenas a iluminação.

A catedral de Rouen também foi retratada várias vezes pelo Monet. Pra quem não sabe, Rouen é a cidade da Madame Bovary (A.K.A o romance mais legal do mundo). Monet achava que aqueles vitrais eram ótimos para mostrar os diferentes efeitos da luz.


Os vitrais da catedral de Rouen


Os vitrais de novo !

Já li em alguns sites que Monet criou esse tipo de pintura porque não conseguia enxergar direito as bordas dos objetos. Não sei se é verdade essa teoria, mas acho que é mentira. Monet realmente ficou mal dos olhos na velhice. Mas ele não criou esse movimento no fim da vida, o que me faz crer que a teoria é falsa.

Quanto a palavra impressionismo, o nome do movimento não tem nada a ver com o tipo de quadro que os pintores dessa escola faziam, tampouco era porque os quadros impressionavam. O nome do movimento é impressionismo pois o primeiro quadro dessa escola se chama Impressão, Nascer do Sol. O termo era pra ser inicialmente pejorativo, mas o pessoal do impressionismo ao invés de se ofender, achou o máximo este nome. Tipo a torcida do Inter que os gremistas chamam de macacada e os colorados adotaram essa alcunha mesmo que intenção original fosse pejorativa, ou os palmeirenses que eram chamados de porco pelas torcidas rivais e agora até se chamam assim nos gritos de guerra dos estádios.


Impressionante ?

Finalizando, aqui vai minha obra favorita do movimento: Starry night, ou noite estrelada. É do Van Gogh, que por sinal, para não fugir das idéia do movimento, fez várias “starry nights”. Uma noite estrelada sobre o rio Reno, essa que estou mostrando, e outras ainda. Notem como esse quadro não tem intenção nenhuma de transmitir realidade. Para mim, parece um noite mágica … ou simplesmente uma pessoa que se drogou e foi olhar o céu : PPP


Brilha brilha estrelinha …

Pessoal que entende mais de arte, qualquer bobagem que eu tenha dito, por favor me corrijam : )

Que Nestlê ou Lacta! Só Neugebauer tem o puro e “delicioso” gostinho de cera de vela

O Brasil é conhecido por ser um dos maiores exportadores de cacau e de ter chocolates saborosos. Entretanto existe uma marca anômala no meio de tudo isso: a Neugebauer. Sempre que eu ganhava ovos de páscoa, torcia para que não fossem dessa marca, mas como eles eram mais baratos, eu invariavelmente acabava ganhando um. E o jeito era comer ruim mesmo, afinal não devemos desperdiçar alimento : P

Outra decepção proporcionada apenas pela Neugebauer era a sua caixa de bombons. Caixa de bombom é o tipo de presente que mesmo embalado a gente sabe pelo formato e tamanho que é uma caixa de bombons. Isso acaba trazendo aquela expectativa de que seja essa a caixa de bombons em questão: Especialidades Nestlê (ou mesmo aquela vermelha da Lacta que é ótima também).


A caixa azulzinha esperada

Mas ao abrir o pacote, as vezes surgia essa caixa amarela horrenda, no qual o melhor bombom é o Amor Carioca, e isso que ele nem é tão bom assim. É incrível como a Neugebauer consegue juntar tantos bombons obscuros e ruins num espaço tão pequenino.


A decepção

Mas a idéia desse post é mostrar que a Neugebauer mudou, e agora tem alguns chocolatezinhos até que bem gostosos. Como este blog adora fazer serviços de utilidade pública, aqui vai uma lista deles com comentários.

O refeição não é maravilhoso, mas é agrádavel e cumpre muito bem seu papel: ser aquele chocolatezinho gostoso para comer após uma refeição, sem culpa de gastar muito (porque é baratíssimo) e sem culpa de engordar (porque é minúsculo).

O bib’s é um clássico. A melhor opção para substituir a pipoca do cinema quando não temos vontade de come-la ou queremos algo mais docinho. Bib’s sempre me lembra aquelas tirinhas que tinha no jornal. Que fim levaram elas?

Por fim, esses 2 chocolates são as grandes surpresas. Ambos são misturas que ficaram bastante gostosas e sem o gostinho de cera de vela que só a Neugebauer sabe proporcionar : P

Top 7 melhores músicas tristes de rock

Essa notícia é meio velha (fim de 2006), mas tem tudo a ver com meu mais novo top 7, então vamos a ela.

A revista Uncut publicou uma lista com as 10 músicas mais tristes da história . Essa lista foi feita baseada na pesquisa de um cientista que mediu batimentos cardiacos e outros sintomas que as músicas causavam numa amostra de pessoas. Dessa lista, eu concordo apenas com 2 canções: Beautiful e Fake Plastic Trees. Fake Plastic Trees eu até nem gosto muito mas acho plausível que esteja presente. Beautiful porque eu entendo a dor que a Christina Aguillera quer passar, já tive minha fase de se achar feinha na adolescência e é bem triste : P

Mas chega de enrolar, eis então a minha listinha melancólica, taciturna e macambúzia, com toques sorumbáticos. Clique em cima do título da música e você será redirecionado para um videozinho do youtube com a música em questão.

1. For no oneThe Beatles: Já vou começar pela música campeã da lista. Por mais que chorar seja triste, chorar por ninguém é mais ainda.


O quarteto de Liverpool

2. No surprisesRadiohead: O Radiohead é ótimo se tratando de canções tristes. Poderia fazer uma lista só com as músicas deles. Pensei em por Creep, mas tristeza por amor é muito clichê. Em No surprises há tanto tédio concentrado em pouco mais de 3 minutos de música que ela merece entrar em qualquer lista do gênero.


Ok Computer, considerado um dos melhores cds de todos os tempos

3. Long PlaysPública: Música muito boa, diferente e acima de tudo: triste. O pior não é a situação que o cara está, mas o (falso) conformismo dele. Nada mais importa.

4. EvaporarFresno: Antes que me critiquem pela escolha, antes que me chamem de emo, notem que essa música não é sobre perder alguém amado, como é comum nesse gênero, é justamente o contrário, é sobre não gostar. O cantor joga na cara o quanto não ama a garota que gosta dele. Claro, eu podia botar For reasons unknown do Killers, que é melhor e tem a mesma temática, ou mesmo Tiny Vessels do Death Cab for Cutie. Mas eu botei Evaporar porque além de gostar, queria uma lista polêmica : P

5. Come on homeFranz Ferdinand: Óbvio que uma das minhas bandas favoritas tinha que estar presente. Come on home fala de saudade, de escolhas. A melhor parte:

You’re where you want to be. I’m where I want to be
Come on we’re chasing everything we’ve ever wanted
I Replace you easily. Replace pathetically
I flirt with every flighty thing that falls my way
But how I needed you.When I needed you
Let’s not forget we are so strong, so bloody strong

6. Walnut TreeKeane: Assim como o Radiohead, Keane é especialista em canções tristes. Walnut tree tem um versinho que eu acho muito bom:

Why, why do I come here? Seeking out the memories I hold in,
‘Cause you put your spell on me. Made me live in memory,
And im frozen in just the wrong time
.

Esse trecho é bem do tipo: vou esperar o tempo que precisar para você voltar porque eu não vou te esquecer mesmo.

7. AlcoholidayTeenage Fanclub: Talvez a minha interpretação esteja completamente errada, mas o que a letra dessa música me passa é uma sensação de insegurança. Vejam esse trechinho:

There are things I want to do but I don’t know
If they will be with you, if they will be with you
There are things I want to say but I don’t know
If they will be to you, if they will be to you

O cara gosta da menina, mas é inseguro, não sabe se as palavras belas que quer dizer vão ser pra ela, tampouco se as coisas legais que ele quer fazer serão também ao lado dela. Na minha opinião ele diz isso por insegurança, porque tem medo de que o destino os separem ou mesmo de ser simplesmente chutado. Talvez alguém interprete de maneira justamente oposta, o cara diz isso porque não sabe se gosta de menina tanto assim, mas em ambos os casos é triste.

Agora o porque do título da música ser alcoholiday (alcohol + holiday?), eu não faço idéia : P

Quem curtiu esse top 7 pode olhar o meu top 7 jogos de computador