Resumo e crítica do anime/mangá DNA^2, de Masakazu Katsura

Típico romance shounen ( shounen ai ) . Ou seja, muito fan service (mulheres nuas gratuitamente) e cenas um tanto quanto escatológicas, além é claro, algumas lutinhas e nesse caso específico, muuuuita ficçao !

99% dos romances shounen podem ser resumidos assim: cara loser do nada se vê rodeado de garotas loucas por ele. Eu sou assumidamente fã desse gênero ( assim como um bando de garotos losers japoneses : P ), por mais óbvio, e previsível que ele seja. Logo, se você não gosta disso, não vai gostar de DNA. Mas se nunca assistiu esse tipo de anime, DNA é uma ótima forma de se iniciar no gênero (e pra quem já gosta, obviamente imperdível). Ele não enrola muito como outras séries. São apenas 12 episódios e 3 OVAs. Entretanto os OVAs são péssimos ( apesar de serem OVAs, a animação não melhora em nada, e a história contada não acrescenta nada também, ou seja, ignore-os ).


mega idiota

Agora a sinopse básica: No futuro, o mundo está superpovoado. Descobre-se que a causa é um mega playboy que teve um monte de filhos, que por sua vez também se tornaram superplayboys que tiveram mais filhos e assim sucessivamente. O que o governo faz ? Manda para o passado Karin Aoi para neutralizar o DNA desse mega playboy. MASSSSS … Karin ao voltar ao passado descobre que o suposto mega playboy é Junta Momonari, um sujeito que apesar de gostar muito de garotas sofre de um pequeno mal: vomita toda fez que fica, bem, ahhh, se anima muito com as mulheres… vocês entenderam : P


eca : P

Mesmo assim a Karin vai lá fazer sua missão, mas algumas coisinhas saem errado e ela na verdade acelera o processo de transformação em megaplayboy … e agora talvez nem ela escape dos encantos dele ( eu não escapei : PPPPP ).


mega playboy

O mangá é muito bom também. Apesar de eu achar que o anime captou bem a essência do mangá, o manga é mais detalhado, conta mais história. Em suma, é superior ( e vejam que ao contrário da maioria, eu prefio em geral anime a mangá). E são apenas 5 edições (tankohon), ótimo para colecionar o/.

Não posso deixar de falar da abertura … fantástica ! Não as cenas em si, mas a música. Blurry Eyes do L’arc en ciel ( clássica no mundinho otaku, se você não conhece, não se considere otaku : P). Por causa dela que conheci a melhor banda japonesa de todos os tempos ; ).


É seu dia de sorte, resista !

Para um anime de 1994, a animação é boa ( o anime foi produzido pelo desconhecido estúdio Powhouse ). Particularmente amo o traço do Katsura. As transformações do junta em mega playboy são engraçadissimas. A desgraça dele faz a gente simpatizar bastante com o personagem. A Karin tentando resistir a ele é impagável. A Tomoko dando mole pra ele também. E pelo menos eu, não consegui descobrir antes do final da série com qual garota ele ficava ( algo que alguns autores deixam bem óbvio bem em outros animes do gênero como Love Hina ).


Karin, pronta para dar um fim no mega playboy

Dada as ressalvas iniciais, eu recomendo fortemente, MUITO bom. Um dos meus favoritos. Só os japoneses pra inventarem animes loucos assim.

Curiosidade: O nome do anime não significa apenas ácido desoxiribonucléico, é também acrônimo para Dokokade Nakushita Aitsuno Aitsu (por isso dna ao quadrado), mas não sei exatamente o que signifca esse acrônimo.

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3 comentários sobre “Resumo e crítica do anime/mangá DNA^2, de Masakazu Katsura

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