A minha decepção com a história do filho pródigo

Cursei meu primeiro grau (ou ensino fundamental) num colégio de freiras. Ou seja, aula de religião obrigatória, oração todos os dias, campanha da fraternidade, etc. Quando criança eu até gostava das aulas de religião porque era um descanso das aulas “sérias” como matemática, português e geografia (além do mais, era bem mais religiosa na época). Em geral, nas aulas tinham filmezinhos, músicas religiosas do padre Zezinho (o grande precursor do padre Marcelo), reflexões (ou seja, momento para dormir ou rezar), etc.

A maior parte das histórias que eu conheco da Bíblia eu conheci atráves desses filmezinhos que eu via na escola. Alguns eu gostei bastante até. A história das pragas que os egipcíos tiveram que aguentar era bem legal, a crucificação, a história de Dom Bosco (tá, eu sei que não tá na biblia, mas eu adorava ela), entre outras que eu nem lembro mais.

Mas teve uma que eu não gostei, e que me marcou: a história do filho pródigo.


É a imagem que apareceu no Google com a pesquisa filho+pródigo

Lembro até hoje. Um pai, dois filhos: um pródigo (sério? : P) e um bem comportado. A história começa com o filho comportado cuidando de suas ovelhinhas e tal, mas aí o filho pródigo pega todo o dinheiro e vai viajar, gastar com bebidas, mulheres, enfim, curtir a vida (irresponsavelmente). Só que óbvio que, a menos que você seja Bill Gates, um dia o dinheiro acaba. Nesse momento eu pensei: bem feito, que bonito, a Bíblia ensinando que quem é sem noção assim se dá mal ! Mas daí o filho pródigo volta pra casa como o cão arrependido (com suas orelhas fartas, o focinho caído, e o rabo entre as patas. Repete 14 vezes.). E o pai ao invés de dar uma lição de moral no cara, para minha surpresa, acolhe ele !!! Meu queijo caiu, que nem o do irmão do filho pródigo, coitadinho, perplexo, o ator que interpretou ele no filmezinho merecia no mínimo um Oscar. Daí o irmão do pródigo pergunta porque o pai foi tão legal com o mula do irmão, e o pai diz algo do tipo “temos que ajudar os que mais precisam, não os que não precisam, blá blá blá“. Decepção total. Eu sei que na real a história quis passar que o perdão é importante e tal, mas pô, nem uma puniçãozinha mínima no filho pródigo retardado? Nadinha? Ahhh, me poupem : P

Top 11 brinquedos da infância

Continuando com meus top tops porque ando sem criatividade.

Lista com meus brinquedos favoritos da infância. Idéia tirada desse post do Leite de Vaca.

1. Pense Bem: Conheci esse computador de brinquedo na casa da minha prima. Não vou explicar ele porque já foi bem explicado aqui. Mas posso dizer que foi ele (e seus livros de atividades) um dos grandes responsáveis pelo meu rol de conhecimentos inúteis adquiridos na infância (o Guia dos Curiosos do Marcelo Duarte também colaborou).


Por causa dele escolhi ciência da computação : P


Meu pai me deu na famosa Feira do Livro de Porto Alegre

2. Hero Quest: eu ADORO jogos de tabuleiro até hoje. Tive o Banco Imobiliário, War, Jogo da vida e Imagem e Ação. Também joguei muito Detetive. Mas o jogo mais legal de todos é esse semi-desconhecido Hero Quest que eu conheci por um anúncio na revista Ação Games. Mistura de RPG com jogo de tabuleiro, em Hero Quest você pode ser um anão, um bárbaro, um mago ou um elfo, e deve derrotar múmias, orcs, goblins, guerreiros do caos, gárgulas, entre outras criaturas malignas.


Jogo muito legal

3. Quebra-cabeças: Eu adoro montar quebra-cabeças, mas o máximo que eu já consegui montar foi de 750 peças. Mas ainda vou comprar um de 2000 e montar todinho nem que seja na aposentadoria.

4. Bonequinhos de Tokusatsu: Como fã de Jiraya, Jaspion, Cybercops e outros heróis japoneses, adorava esse bonequinhos. Pena que joguei tudo fora porque hoje em dia são raridades. Pelo menos consegui comprar um Fire de Winspector por 3 reais num lugar de brinquedos usado há um ano.

5. Bankuka: Uma cozinha de brinquedo em miniatura completa e colorida. Era o sonho de toda menina, e adivinhem, ganhei de natal. Descobri que é vendida por 70 reais no mercado livre hoje em dia (provavelmente mais caro do que na época que era vendida nas lojas!).


Linda né

6. Menina Flor: Uma boneca que virava um vaso de flor. Hoje em dia parece tosco, mas era super moda no final dos anos 80. Eu tenho a minha cor de laranja até hoje : D

7. Ursinhos Carinhosos: Minha tia me deu quase todos. O meu favorito era o azulzinho (com uma nuvenzinha na barriga) e o verdinho (com trevo de quatro folhas na barriguinha).

8. Lego: Eu tive vários, apesar de ser ultra caro. O meu favorito era um castelo medieval completo muito legal de montar. Sou muito mais Lego do que Playmobil (porque fã de Lego odeia Playmobil e vice-versa). Esses dias vi um Lego baseado em Indiana Jones que quase me fez gastar 100 reais pra ter.

9. Banheira da Barbie: Enquanto as amigas ricas tinham a casa, a Ferrari e o Trailer, eu tinha só uma Barbie oficial da Estrela (e uma outra do Paraguai, além de uma boneca da Xuxa na mesma escala da Barbie). Mas eu também tinha outra coisa da Barbie: a banheira. Possuia ralo, produtos de beleza, torneirinha, em suma, era perfeita. Quando eu botava água nela pra tornar a brincadadeira mais real minha mãe a-d-o-r-a-v-a a molhaçada que eu fazia no quarto.

10. Super Massa: Os mais legais eram o Salão de Beleza, onde o você podia fazer o cabelo dos bonequinhos de Super Massa crescer para depois cortar, e o Caminhão de Bombeiros.


Esse eu não tive


Esse eu tive

11. Mega Drive: Com certeza o brinquedo (se é que video game é brinquedo) que eu mais aproveitei na infância. Horas e horas de diversão eu devo a Sega.


Ave!

Top 7 jogos mais difíceis de todos os tempos

Nesse post do Save Game fiquei sabendo desse video (que é muito bom, assistam) sobre os 10 jogos mais difícies de todos os tempos. Desses 10, os únicos que eu já joguei foram Contra do Nintendinho (e é realmente impossível) e battletoads, mas a versão do mega drive, que é tão difícil quanto.

Isso me levou a fazer uma lista, não bem com os jogos mais difíceis, mas aqueles que eu joguei freneticamente e nunca consegui virar. Mas um dia ainda vou, nem que seja com um detonado de revista do lado. Podem observar que todos são de Mega Drive, porque foi o video game que eu mais joguei na vida.

1. Kid Chameleon: De longe, parece um jogo infantil, de uma criança que quer salvar seus amiguinhos. Falácia ! Quanto mais você joga, mais fases aparecem. Eu já tinha passado tipo um MONTE de fases e achava que tava perto do final, mas ele nunca chegava. E o jogo só ficava cada vez mais díficil. Mas agora eu já sei porque: segundo a Wikipedia, ele tem mais de 100 fases, só que cada fase tem subfases, totalizando mais de 1850 estágios.

2. Alex Kidd in the Enchanted Castle: Aquele tipo de jogo do mal: um toquezinho do inimogo e pá, tu morre. Mas igual eu resolvi encarar: não adiantou. O jogo tem só 11 fases. Eu cheguei até a nona, Rock Mountain 2. Pela Wikipedia (de novo), fiquei sabendo que na fase seguinte, To the Sky, se você caisse das plataformas, além de perder a vida, ainda voltava pra fase anterior.

3. Aliens 3: No começo eu tinha medo desse jogo, sequer jogava ele. Além dos Aliens horríveis, sangue por todo o cenário, tinha pessoas (bem pixeladas, mas não importa) agonizando presas. E você era o responável por salvar elas, munido de várias armas poderosas (mas com munição finita). O problema era que tinha tempo pra salvar essas pessoas, e esse tempo era algo como 5 minutos.

4. Eco The Dolphin: Esse jogo tinha ganhado o selo qualidade da revista Ação Games, daí óbvio que aluguei quando vi na locadora. No jogo você é um golfinho e tem que ficar resolvendo uns enigmas pra salvar seus amigos peixes de uma ameaça terrível qualquer que eu não lembro mais. Ou seja, a moral do jogo é conversar com os outros golfinhos e pegar pistas. O problema é que na época eu não sabia nada de inglês e então as dicas não adiantavam nada. Por isso eu desisti e tal. Mas uns 2 anos atrás eu joguei de novo com emuladores, já que agora meu nível de inglês é bom, mas não adiantou nada, mesmo com as dicas continuei sem passar : P

5. Olympic Gold – Barcelona 92: Já que estamos em clima de olimpíada, vamos falar desse jogos horrível. Tipo, eu parecia o Brasil competindo em Pequim, nunca ganhava nada. Tinham várias modalidades, só que sempre que eu ia bem numa, ia super mal nas demais.

6. Road Rash: Adoro esse jogo, uma corridinha de motos muito legal. No início era bem fácil, só que a medida que você ganhava e comprava motos melhores, era quase impossível manter o bicho de pé. Experimentem pilotar no Road Rash a melhor moto de todas, a Diablo: deve ser horrível, pior do que manter de pé uma Kawasaki Ninja ZX-12R. Digo deve porque eu nunca consegui comprar a Diablo, mas as que eram mais lentas já eram difíceis o suficiente.

7. Zombies ate my neighbors: O jogo é muito bom, muito viciante, mas 80 estágios mais fases de bônus conseguiram fazer eu nunca virar esse jogo.

Algumas menções honrosas: Strider 2, Altered Beast, Decap Attack, Evander Holyfield, Monaco GP, Jurassic Park, The legend of Toki.

Extra: Sagat. Eu sei que ele não é um jogo, mas personagens de games também contam.

Meu trauma com o Sagat aconteceu certa vez em que eu decidi virar Street Fighter de novo. Passei por todos os lutadores até chegar no tailandes maldito. Quando eu pulava era aquele laser/raio/whatever em cima, ou senão o uppercut dele, e quando eu me abaixava era o laser/raio/whatever abaixado. Usei todos os personagens possíveis e não o derrotei. A única explicação que eu encontro é que devia estar bugado aquele jogo porque aquele Sagat tava level mil.

Top 5 casais mais legais dos seriados

Só pra avisar, tem spoilers de The O.C, Friends e Sex and the City.

1. Summer Roberts e Seth Cohen – The 0.C: Primeiro a Summer não dava a mínima bola pro Seth, que tinha ela como paixão platônica. Depois ela se apaixonou completamente e fez de tudo pra ficar com ele, disputando com garotas do calibre de Anna Stern (inclusive se vestindo de mulher maravilha pra conquistá-lo). Na terceira temporada, ao descobrir que Seth vai aplicar pra Brown, uma das universidades mais concorridas dos EUA, ela, mesmo com poucas chances, aplica junto pra poder morar perto dele. Claro, aconteceu que ela conseguiu a vaga e ele não, mas o que importa é que mesmo com a distância que eles tiveram que superar várias vezes, no final, casaram.


Casal nerd cute


Sim, eles namoraram na vida real também

2. Kirsten e Sandy Cohen – The O.C: De novo O.C! Os dois se conheceram na faculdade. Embora tivessem muitas diferenças (ele todo engajado em política e ela meio filhinha de papai), formaram um dos casais mais legais da TV. Também passaram por vários problemas como alcoolismo, ex-namoradas(os) inoportunas(os), acidentes de carro, filho drogado, mortes, etc.


Kiki e Sandy

3. Rachel Green e Ross Geller – Friends: Depois de MUITOS problemas para começar a namorar (problemas como uma namorada chinesa e listas de prós e contras), eles finalmente iniciam o relacionamento, que só durou parte da segunda e da terceira temporada por causa da moça do xerox, álcool demais e o “we were on a break“. Mesmo assim nunca ficaram separados muito tempo, voltaram na quarta temporada por pouco tempo (ela fez a namorada do Ross na época ficar careca!), casaram bêbados em Las Vegas, etc. Mesmo com Ross casando com outra (a chatinha da Emily, e a Rachel ainda teve que assistir ao casamento), eles na última temporada finalmente se acertaram e ficaram juntos. Abaixo video com alguns momentos deles, ao som de with or without do U2, música que tocou na segunda temporada.

4. Carrie Bradshaw e John Big – Sex and the City: Embora o Big tenha feito de tudo pra não ficar com a Carrie, desde viagens para Paris, viagens para a costa oeste, casamento com outras mulheres, etc, se arrependeu e foi pra Paris tirar a escritora dos braços daquele russo milionário chatissímo.


Quando eles cairam num hotel …


e quando eles cairam dentro de um lago do Central Park. Sim, eles gostavam de cair juntos

5. Kate e James Ford (Sawyer) – Lost: Eu sei que tem o pessoal que quer que a Kate fique com o Jack, mas por favor, o Jack é muito sem sal. A Kate e o Sawyer são de longe o casal mais legal de Lost.


Eu ia botar essa foto romântica …


mas não resisti em botar essa também : P

Menção honrosa: Lynette e Tom Scavo, de Desperate Housewives.

Top 3 ginástica olímpica

Aproveitando o espiríto olímpico, um post de esporte.

Como eu já comentei nesse post, eu já pratiquei ginástica olímpica na Sogipa, um clube aqui de Porto Alegre famoso por mandar muitos atletas para as olimpiadas, como por exemplo, o judoca João Derly.
Só que eu era bem podre, tipo saí em menos de 6 meses porque ginástica olímpica definitivamente não era pra mim. O cavalo, as barras e toda aquela altura (mesmo com colchão embaixo) metiam um medo tremendo em mim.

Hoje em dia minha elasticidade é zero. Mas mesmo sendo uma péssima ginasta e não entender muito do esporte (nunca sei se uma atleta foi bem ou mal, salvas raras exceções), e apesar de eu saber que quase torturam as crianças pra sererm grandes ginstas (tipo, tem umas com cara de criança de 10 anos nas competições), eu acho o esporte muito bonito. Por isso, deixo aqui 3 grandes momentos da ginástica olímpica.

1. A nota dez de Nadia Comaneci (o 10 nem cabia no placar porque não tinham digitos suficientes). Notem a cara de desgosto das adversárias : P

2. O duplo twist carpado ao som de brasileirinho de Daiane dos Santos

3. A apresentação elogiada de Jade Barbosa, a esperança do Brasil em Pequim (ou Beijing)

Traumas de infância: figurinhas voadoras

Minha vida escolar, especialmente entre segunda e sexta série foi um inferno. Eu odiava ter que ir pra escola. Durante esses anos (mais especificamente quinta série) aconteceu um dos traumas da minha infância (além do cavalo morto de A história sem fim): as figurinhas voadoras.

Nessa época eu gostava bastante de futebol e inclusive colecionava o álbum de figurinhas do Campeonato Brasileiro. Por isso, eu trocava figurinhas com os guris da aula no recreio. Mas não jogava bafo (aquele jogo de tentar virar as figurinhas com um tapa) porque eu era incrivelmente ruim nesse tipo de competição.


Esse era o álbum

Na realidade, eu era ruim em trocar também. Quando eu jogava TCG de Pokemon (mas isso eu já tinha 16 anos), fizeram eu trocar um Charizard Foil por uma ninharia porque me convenceram que ele era falso).


Charizard foil

Mas voltando ao meu trauma, estava eu um dia andando com um bolinho de figurinhas bem grande na mão durante o recreio, até que um dos meus inimigos da aula1 (por inimigo entenda um colega burro e chato que ficava pegando no meu pé, o tradicional bully) deu um tapa na minha mão e as figurinhas voaram. Nisso uma horda descontrolada de crianças veio em minha direção e pegou todas as figurinhas. As freiras do colégio não sabiam como lidar com aquilo.

Só me restou fazer o que era possível num momento desses: comecei a chorar.

Nisso alguns colegas se sensibilizaram e entregaram de volta o que eles conseguiram pegar. No fim acabei recuperando tipo metade das figurinhas.

1 Na realidade não tenho certeza se foi ele, já que embora eu tenha achado que tinha o visto, ele depois jurou de pé junto pra freira que não foi o responsável.

Ócio criativo e Cybercops

Pra quem ainda não sabe, me formei em ciência da computação pela UFRGS (clap clap pra mim, obrigada, formatura em meados de Agosto). Como eu não estava estagiando, nem trabalhando, desde o dia 10 de Julho me encontro no mais puro ócio. E como era de se esperar, estou adorando : P

Uma das muitas coisas que tive chance de fazer nesse ócio foi assistir Cybercops inteirinho de novo, só que dessa vez, tive a chance de ver o final (que é muito legal e meio triste até), já que na primeira vez que assisti, há uns 15 anos na rede Manchete, os últimos 4 episódios de um total de 34 não foram exibidos.

Por isso, aproveitei e escrevi um guia de episódios completinho, coisa que eu não encontrei na Internet inteira. Se algum site de tokusatsu por exemplo quiser copiar, dê os créditos para meu blog por favor.


Os atores do seriado atualmente. No canto superior esquerdo, a Tomoko, que nitidamente baranguiou total

1 – A chegada de Júpiter: A cena inicial são os 3 cybercops destransformados mais Tomoko tocando numa casa de shows. Até que surge um chamado para prender criminosos. As armaduras e armas são apresentadas. Depois surge a Destrap (a organização inimiga). Os Cybercops não conseguem dar conta, mas surge um policial com amnésia chamado Shinya Takeda. Ele meio que sem saber porque, entra na cabine de transformação e se torna Júpiter, o cybercop mais poderoso. A cyber Força dele é apresentada e o inimigo derrotado.

# 2 – A cidade do futuro: Takeda entra no ZAC (polícia responsável pelos Cybercops) e começa a treinar. Nos restos de uma cidade aparentemente do futuro, um inimigo surge. Os cybercops detém ele.

# 3 – O combate ao tanque Cyborg: Um tanque supostamente mais poderoso que a equipe do ZAC é construído para substituir os Cybercops. Mas mais tarde o tanque sai do controle e começa a atacar todo mundo.

4 – Pânico na cidade! A ameaça do computador: Uma super programadora que só acredita nos computadores e não nos humanos é visada pela Destrap já que ela poderia fazer vírus e enlouquecer os computadores de Tóquio. Obviamente ela é detida.

# 5 – Um príncipe em apuros: Um príncipe mimado de um país não revelado chega ao Japão. Pelas estimativas da Destrap ele será o lider mundialno futuro, por isso ele deve ser morto, mas novamente os Cybercops entram em ação para impedir.

6 – O rapto de Oda: Oda, o chefe dos Cybercops vai flertar uma mulher mas cai numa armadilha e é raptado pela Destrap. Nesse episódio descobrimos que Marte foi adotado por Oda.

7 – Avião de combate ataca a metrópole: Esse episódio tem uma cena muito legal: a armadura do Marte é semi-destruída, e por isso, ele arranca o capacete. Adoro essas cenas em que destroem a armadura. No episódio a Destrap usa uns aviões estilo caça pra destruir Tóquio.

# 8 – A usina de energia por um triz: Uma usina de energia é atacada, a mãe de mercúrio tenta convencer ele a sair da polícia, mas ele não sai. Conhecemos um pouquinho do passado do mercúrio.

9 – Segurança em risco. Corra Blade-Liner: A Destrap quer destruir a base dos Cybercops, mas ela fica no subsolo, por isso, nem uma bomba atômica poderia destruir. O plano deles então é roubar um cybercard para entrar na base da polícia pela tubulação por onde saem as cyber armas (que plano mirabolante). O cybercard é roubado de Saturno por uma garota que o distrai dando um beijo nele (podemos notar que garotas conseguem facilmente ludibriar os policiais japoneses, ver episódio 6). Nesse episódio aparece a moto do Júpiter, que parece a moto do Kaneda do filme Akira.

10 – Arrepios no hotel mal-assombrado: No início desse episódio deu até pena da Miho: levou um fora do feioso do Takeda (e depois rola um super ciúmes da Tomoko hahaha). Bom, como consta no título, o episódio é sobre um hotel mal-assombrado. A cena com o Saturno com medo de entrar no hotel é ótima. E nesse episódio, um dos radares da armadura dele é destruído!

# 11 – Ameaça na auto-estrada! Surge um tanque aéreo: A Destrap faz um tanque do mal, uma motoqueira ajuda o Takeda porque ele dirige motos bem.

# 12 – O menino e o dragão: É natal. Um menino tem um dragão de estimação que ataca a cidade. Nesse episódio.

# 13 – Satélite ameaça destruir Tóquio: Satélite do mal ameaça destruir Tóquio, mas o Júpiter impede. Acontece um draminha no qual parece que o Takeda morreu, mas óbvio que isso não acontece.

14 – O segredo de Takeda: A partir daqui vem uma leva de excelentes episódios. No início do episódio já quase rola um beijo entre Takeda e Tomoko. Depois, um jogo de video game feito pela Destrap é vendido para a Miho. Só que este jogo é capaz de controlar a mente dos Cybercops e faze-los lutar entre si. Nesse episódio acontece o combate mais esperado pelos fãs até então: a luta entre Júpiter e Marte. Informações sobre o passado (ou futuro) de Takeda são finalmente reveladas. Barão Kageyama conta que no futuro, existe uma grande guerra: de um lado as pessoas que querem que o mundo seja comandado por um computador (os siliconióides), do outro lado, os opositores a idéia. Barão Kageyama é do primeiro grupo, e tenta convencer que Takeda era seu amigo (além de um assassino). A partir desse episódio, muda o encerramento. Prefiria quando era a bandinha.

15 – Júpiter, a esperança do futuro: Tomoko encontra Takeda (que tinha fugido da base, confuso). Um vírus, P4B2 deve ser impedido de se espalhar pela cidade. Júpiter por ser do futuro, aparentemente é imune ao vírus. Esse episódio tem um erro de continuidade, quando Júpiter vai se transformar, a roupa dele é uma, mas minutos antes era outra.

16 – Lúcifer, o emissário do demónio: Outro episódio sensacional. Um dos personagens mais legais surge, Lúcifer. Os Cybercops vão para uma vila de pessoas que são contra o uso da tecnologia (uma espécie de velho oeste japonês). Lá, Lúcifer ataca. Lúcifer, assim como Takeda, veio do futuro e perdeu a memória. Lúcifer é o mais poderoso, bonito e arrogante de todos: “Só quem tem a força pode praticar a justiça”. A armadura dele é o máximo também. As razões de Lúcifer para lutar não são reveladas. Lúcifer leva uma cyber força, mas como ele é poderosão, não morre. A partir desse episódio, a abertura muda um pouco, para Lúcifer aparecer.

17 – O desafio de Lúcifer: Takeda dá nos dedos do Ryouti, chamando ele de fanfarrão porque ele só pensa em mulheres e na banda. Ainda por cima o chama de covarde na hora da luta. Dai o Ryouti se revolta e vai lutar contra o Lúcifer secretamente. Óbvio que leva um pau daqueles. Dai Saturno entrega um disquete com dados da luta para o Marte entregar para o Takeda. Só que o Marte olha o disquete e vai lá enfrentar Lúcifer sozinho. Adivinha o que acontece ? Apanha nas fuças. Dai Mercúrio e Júpiter chegam. Júpiter luta contra Lúcifer e adivinhem ? Apanha !!! O Lúcifer é muito irônico: “preparei um caixão pra você”. Mas ai a Tomoko chega e se abraça no Júpiter. Lúcifer vai embora porque não quer mata-la.

18 – Cristalo! A força dominadora: Mercúrio, Marte e Saturno decidem fazer um treinamento especial para não precisar mais depender de Júpiter. A Destrap está por destruir Júpiter, mas Lúcifer impede pois quer destruir Takeda com suas próprias mãos. A Destrap apresenta o Cristalo, uma arma que impede que o Júpiter usa a cyberforça.

19 – A revolta de Tomoko: Tomoko fica decepcionada porque não ganha uma unidade cyber pra ela. Depois ela é escolhida para ser instrutora da polícia feminina. Lá, um clone assume seu lugar, causando vários problemas. Os Cybercops devem se vestir de mulher para investigar o departamento feminino.

20 – O segredo dos Cybercops: Uma fotográfa entra no ZAC para fazer uma reportagem. Lúcifer conta que Takeda no futuro explodiu a torre Babylon, traindo seus companheiros do bem (ou seja, no futuro, Takeda e Lúcifer lutavam no mesmo grupo, contra os siliconióides). Lúcifer não acredita que Takeda possa ser do bem mesmo com os demais cybercops afirmando. Lúcifer diz que vai esperar Júpiter recuperar a memória, e até lá, não se aliará a ninguém.

21 – A hora da verdade: Uma experiência com o cérebro de Takeda funciona, e as lembranças de Takeda são colocadas num disquete. Mas antes que os Cybercops possam assistir, Barão Kageyama rouba o disquete. O espectador (mas não os Cybercops) finalmente fica sabendo do que houve: Kageyama botou uma bomba na torre Babylon, Júpiter chega, pega a bomba, e nesse instante Lúcifer chega, achando que o culpado era Júpiter. Nesse momento a bomba explode (matando vários amigos de Júpiter e Lúcifer) e abre um porta dimensional que leva os três para o passado. Entretanto, apenas Takeda perde a memória. No final desse episódio uma luta muito disputada entre Júpiter e Lúcifer, que faz Júpiter finalmente lembrar de tudo.

22 – Os falsos Cybercops: A Destrap cria uns cybercops do mal (até com cyberorça fake), que dão um pau nos verdadeiros. Dai chamam o exército, mas também não adianta. Dai a Tomoko descobre que o problema é a falta de trabalho em equipe. Aí tem uma hora que a Tomoko ajuda, e por causa dela (e do trabalho em equipe) os verdadeiros Cybercops vencem !

23 – O Homem de Honk Kong: Um andróide que sabe várias artes marciais do mundo e que veste uma roupa de palhaço ataca os Cybercops. Ao mesmo tempo, um cara da polícia de Honk Kong é enviado para o ZAC para treina-los. Júpiter desconfia que era o mesmo cara, mas não era. Juntos, eles destroem o andróide.

24 – O ataque dos mísseis: Um novo plano da Destrap consiste no lançamento de vários misseis. Tomoko é presa dentro da base da Destrap. Os cybercops chegam até lá para destruir os míssies e salvar Tomoko. Durante a luta, a base da Destrap é completamente destruida e Dr. Einstein é morto.

25 – A vingança de Luna: Luna, irmã de Einstein, e seus soldados prendem Tomoko e atacam os Cybercops.

# 26 – A fortaleza Inimiga: Uma aranha gigante ataca numa floresta. O plano de Luna é destruir um avião que tem a bordo Tomoko. Os Cybercops com ajuda de Lúcifer impedem.

# 27 – Falha na unidade Cyber: A Destrap faz ajustes na cabine de transfomação para causar falhas nas armaduras dos Cybercops. Os irmão de Ryouti aparecem pra rever o irmão.

# 28 – O Dirigível Bomba: Vários dirigíveis com bombas dentro são lançados pela Destrap para se chocarem na Torre de Tóquio.

29 – Tomoko na mira da Destrap: A Destrap pensa em atacar o ponto fraco dos Cybercops: a policial Tomoko. Enquanto isso Tomoko pensa em casar com um amor de infância com o qual ela troca correspondências. Ai o Marte dá a real pro Takeda e diz quea Tomoko gosta do Takeda e só tem pena do amor de infância. Takeda fica confuso. No fim Tomoko rejeita o amor de infância, e tem mais uma lutinha contra a Destrap.

# 30 – A carga da morte: Marte deve transportar um explosivo liquido que está sendo pesquisado. A Destrap tenta roubar.

31 – O roubo do Cyber Thunder Arm: A Destrap usa um monstro que usa técnicas de bilhar. O monstro consegue roubar o Cyber thunder arm de Takeda e usa-lo. Até o capitão Oda sai ferido. São tantos ataques que a imprensa começa a criticar os Cybercops. Tantos que Takeda até pede demissão por um momento. No fim o cyber thunder arm é recuperado.

32 – Ataque ao alojamento do Cybercops: O episódio começa com algumas lembranças dos melhores momentos da série (já preparando terreno para os dois episódios finais). O Akira acaba revelando onde é o esconderijo dos Cybercops para Luna disfarçada (e ela começa a se apaixonar por Marte).

33 – Proteção ao trem expresso: Nesse episódio descobrimos que todo mundo da Destrap, exceto barão Kageyama, são andróides programados com sentimentos humanos, inclusive Luna e Fuher (ou seja, Kageyama é um programador dos bons). Só que eles não sabem disso. O primeiro a ser destruído pelos Cybercops é o cientista Floyd. Nesse episódio Oda motra que tem um anel dos lanternas verdes : P e com ele mata a madame aquela de cabelo branco, que traiu Kageyama depois de descobrir que ela era um andróide. Kageyama pretende destruir o trem onde esta Tomoko e Akira.

34 – Neo Tokyo em perigo, a vitória final: A frase que todos queriam escutar acontece nesse episódio. Marte fala pra Tomoko o seguinte: Tomoko, se eu morrer, diga a Júpiter que ele não é mais um amador : ) Luna torna-se do bem. Kageyama obriga Fuher a se fundir com ele para ficar mais poderoso. Luna conta aos Cybercops onde fica a nova base secreta da Destrap. Luna morre os braços de Akira, numa cena bem legal. Barão Kageyama conta que quer que os computadores dominem a Terra para que a natureza não seja destruida (no século 23 os humanos já destruiram tudo). Mas os Cybercops não aceitam o argumento e vão batalhar. Lúcifer une as forças com Júpiter e conseguem destruir Barão Kageyama. Na batalha uma fenda para o futuro é aberta. Todos convencem Júpiter a ir para o futuro. Tomoko apaixonada decide ir junto. Um final não completamente feliz (uma vez que Júpiter e Tomoko ficaram separados do grupo), mas muito condizente com a série.