Melhores filmes brasileiros

Aproveitando que hoje tá passando Central do Brasil na rede Globo, aqui a minha lista de filmes brasileiros que eu mais gosto. Sou da época que, salvas raras exceções, filme brasileiro era sinônimo de porcaria ou pornografia. Mas desde que Quatrilho foi indicado ao Oscar, o cinema brasileiro vem realmente surpreendendo. Quando será que vai finalmente ganhar o Oscar?

1) Central do Brasil -> Primeirissímo. Pena que a carreira internacional do Walter Salles não conseguiu produzir uns filme que chegasse aos pés desse.

2) Cidade de Deus -> Em geral eu não gosto de filme retratando crime, mas esse é bom. Tropa de elite também é, mas prefiro o Cidade.

3) Anjos do Sol -> O filme mais triste do universo. Fala sobre prostituição infantil no interior do Brasil de forma nua e crua.

4) O homem que copiava -> Embora os persongens não sejam ricos, também não são miseráveis, ou seja, finalmente um filme bom que não fala de pobreza.

5) Super Xuxa contra o baixo astral -> O melhor filme brasileiro infantil de todos os tempos é esse, de 1988, embora toda a critíca especializada o despreze. Muito melhor que Lua de Cristal e os filmes dos trapalhões (embora alguns fossem ótimos). Vou pintar um arco-iris de energia !!! : P

E vocês ?

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Créditos iniciais de filmes

O Anderson do Rosebud é o trenó fez essa lista com os melhores créditos iniciais de filmes. Créditos iniciais são a parte de filme mais injustiçada porque, primeiro, ninguém lembra deles, eu mesma tive dificuldades de lembrar de vários, e segundo, todo mundo só fala de melhores finais, mas bons créditos iniciais são essenciais, afinal, são eles que passam o clima do filme e preparam terreno para o que há de vir.

Graças ao post do Anderson, acabei conhecendo Saul Bass, um designer responsável pelas aberturas de vários filmes, especialmente os do Hitchcock. E também fiquei conhecendo Kyle Cooper, o Saul Bass moderno. Claro, que é injustiça não colocar aberturas deles ou outras ótimas como a retrô de Prenda-me se for capaz, mas essa é só uma compilação com algumas aberturas que eu gosto.

O senhor das armas: Sério, se você não pretende assistir nenhum video desse post, assiste pelo menos esse. O Nicolas Cage falando algo como “1 em cada 12 pessoas tem armas de fogo no mundo … a questão é, como vamos armar as outras 11”, a música, e as cenas que tem depois, de arrepiar.

Gattaca: Notem como os criadores brincam com a tipografia, já que as letras referentes as bases do código genético nos nomes de cada ator estão sempre em negrito.

Juno: A música é boa mas o mais marcante aqui é a arte, com a personagem principal virando desenho, colagens e montagens.

Guia do mochileiro das galáxias: E eu nem desconfiava que tinha uma mensagem sendo passada pela Shamu no Sea World. Ah, se bem que a Shamu era uma baleia na verdade : P

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Corra Lola, corra: Filme que eu já comentei aqui.

Sex and the City: É uma abertura que consegue resumir bem a série tanto para relembrar quem assistiu cada episódio quanto para apresentar para os não iniciados. Link com imagem decente aqui.

A fantástica fábrica de chocolate: É divertida, vai dizer.

Quebrando a banca: Não tem nada de muito especial, mas eu gosto da visão aérea de Boston (ok, créditos iniciais com visões aéreas são meio totalmente cliché, mas eu gosto igual) e a música Time to Pretend tem uma letra que combina bastante com a temática do filme.

Segundas intenções: Mais uma abertura visão aérea style com música legal, no caso Every you Every me do Placebo. Gosto da parte mostrando os cemitérios quase infinitos que ficam embaixo desses viadutos e pontes de Nova York.

Psicose: As letras se formando é legal, mas óbvio que 99% do impacto está na música.

O retrato de Dorian Gray, um livro sensacional

Dorian Gray é um cara de uns 18 anos bonitão, perfeito, daqueles que todo mundo acha bonito. Unanimidade total. Tipo, sei lá, algum desses 7 homens. Ainda por cima, o cara é ricaço, podre de rico. Aristocracia total. O único porém, é que ele é super bobinho e ingênuo.

Ele tinha um amigo, um pintor chamado Basil Hallward. O Basil era legal e tal, mas era meio chatão as vezes, especialmente quando pintava. O Basil não era um grande pintor, mas o Dorian Gray era tão bonito, que quando o Basil pintou ele, virou uma obra de arte na hora.

Enquanto Dorian posava, ele conheceu Lorde Henry Wotton, um cara intrigante, egoísta, hedonista e principalmente, convencido que sua visão está certa. Ele tem algumas opiniões no mínimo polêmicas. Daqueles caras que sempre tem uma respostinha pronta pra qualquer pergunta. Eu não concordava com quase tudo do que ele falava, mas nossa, as justificativas, a retórica e a argumentação dele eram ótimas. De longe, um dos melhores personagens que eu já vi. Uma pessoa definitivamente de pensamento tentador e perigoso.

Aconteceu que Henry acabou convencendo Dorian que a beleza é a coisa mais importante no mundo, afinal, passam os anos, e a beleza nunca deixa de ter sua importância, quem é bonito sempre é bem sucedido. Claro, a idéia do que é belo pode mudar, por exemplo, séculos atrás quem era gordinho era bonito, hoje quem é magrelo, mas o que importa é que, a despeito do padrão em vigor na sociedade, quem é bonito sempre consegue tudo o que quer. Na concepção de Henry, não importa se a pessoa é má, a beleza o expiará de todos os seus pecados.

Um dia, Dorian Gray observou seu retrato, e constatou, tristemente, que aquele retrato manteria aquela beleza juvenil para sempre ao passo que ele envelhecerá e aos poucos, será cada vez mais desprezado. Nisso, ele diz:

“How sad it is! I shall grow old, and horrid, and dreadful. But this picture will remain always young. It will never be older than this particular day of June. . . . If it was only the other way! If it was I who were to be always young, and the picture that were to grow old! For this–for this–I would give everything! Yes, there is nothing in the whole world I would not give!”

Traduzindo, algo como:

Que tristeza ! Eu envelhecerei, ficarei horrível, medonho. Mas esse quadro sempre se manterá jovem. Nunca será mais velho do que esse dia de Junho … Se fosse o contrário ! Se fosse eu que me mantesse jovem e o retrato que ficasse velho! Por isso, — por isso — Eu daria tudo ! Sim, não há nada no mundo todo que eu não daria por isso.

Ou seja, assim como em Fausto, Dorian daria até sua alma pele juventude eterna. O diabo não apareceu para assinar o contrato, mas o desejo dele foi igualmente atendido. E a visão deturpada de Dorian acabou o levando a cometer os mais horríveis pecados. Não foram poucos os que sucumbiram direta ou indiretamente por causa dele. E a cada pecado, o retrato se desfigurava cada vez mais, até se tornar algo irreconhecivel, amedontrador, nojento.

Não vou contar o final, tampouco os demais acontecimentos, porque esse livro merece ser lido. Além do mais, o livro tem pouco mais de 200 páginas, ou seja, pouca enrolação e nada cansativo.

Talvez o maior empecilho para ler essa obra seja o vocabulário. Eu considero meu vocabulário bem rico e teve um monte de palavras que eu simplesmente não sabia o significado. E isso que estou falando da tradução da obra, se tivesse tentado ler o original, em inglês, teria sido mais difícil ainda. Igual, acho que esse vocabulário rico e rebuscado combina totalmente com a temática da obra. Se para Dorian e Henry Wotton, a beleza é tudo, na literatura a elegância na escolha da palavra precisa e correta também é. Essa forma bela de escrever é uma rima visual perfeita com a temática do livro.

Embora a história do livro seja interessante, são os diálogos, especialmente os de Henry Wotton, que realmente o enriquecem. É a escolha de palavras, o texto. Além disso, a temática dele não fica nem um pouco datada. Podem até dizer que é uma crítica ácida a sociedade inglesa do século XVIII, mas o livro é muito mais do que isso, a crítica que nele se encontra é atual: a beleza realmente tem essa importância toda? Será que podemos culpar aquelas meninas cujo o maior sonho é posar nua na Playboy se o que a nossa sociedade realmente valoriza é isso mesmo, a beleza? Será que elas simplesmente não estão jogando conforme as regras do jogo? Se a garota é bela, porque aprimorar-se? Não é melhor uma vida hedonista, aproveitando os prazeres momentâneos sempre?

Esse livro já rendeu uma boa quantidade de filmes. Eu não assisti nenhum. Adaptar obras literárias para o cinema é sempre algo difícil, mas no caso do retrato de Dorian Gray a tarefa fica especialmente pior. Vejam bem, para a obra funcionar, Dorian Gray deve ser realmente belo, se para alguma pessoa, o ator em questão não for bonito o suficiente, a obra já perde grande parte do poder. A imaginação permite que o ator ideal e mais belo possível seja escalado para o papel. O mesmo vale para o retrato, como retratar um semblante realmente degradante ? São desafios difíceis e que vão ser desafiados novamente já que uma nova versão dessa obra está sendo filmada, para estrear em Novembro de 2009. No papel de Dorian Gray vamos ter esse ator, um tal de Ben Barnes, e no papel de Henry Wotton, Colin Firth ! Tô ansiosa por esse filme, to achando que realmente possa ser uma adaptação legal, embora o diretor, Oliver Parker não tenha feito nada de conhecido ou relevante, o elenco está bem interessante.


Dorian Gray


Henry Wotton

A metamorfose, de Franz Kafka

Haviam 5 motivos fundamentais para eu querer ler esse livro: é um clássico, é conciso (palavra mais bonitinha para curto : P), eu queria entender o que é o adjetivo kafkaniano, Kafka é da República Tcheca, o país com mais gênios por metro quadrado, e principalmente, o protagonista era um caixeiro viajante, e quem é cientista da computação, adora teoria dos grafos e caixeiros viajantes : P

O livro não enrola muito, já começa com Gregor Samsa, o protagonista, transformado numa criatura horrorosa. Nunca é dito exatamente que criatura é essa, mas na minha imaginação se trata de uma baratona gigante. Eis o início:

Quando certa manhã Gregor Samsa acordou de sonhos intranqüilos, encontrou-se em sua cama metamorfoseado num inseto monstruoso. Estava deitado sobre suas costas duras como couraça e, ao levantar um pouco a cabeça, viu seu ventre abaulado, marrom, dividido por nervuras arqueadas, no topo de qual a coberta, prestes a deslizar de vez, ainda mal se sustinha. Suas numerosas pernas, lastimavelmente finas em comparação com o volume do resto do corpo, tremulavam desamparadas diante dos seus olhos.

– O que aconteceu comigo? – pensou.

Não era um sonho. Seu quarto, um autêntico quarto humano, só que um pouco pequeno demais, permanecia calmo entre as quatro paredes bem conhecidas.

Depois disso, o livro narra as dificuldades de Gregor como inseto e principalmente, a atitude de seus familiares (e chefe) diante dele. Todos tratam ele mal, a única que trata menos pior é sua irmã. Tratam tão mal, que no final, quando ele morre, é um alívio, e a família pode finalmente progredir.


Senhor Kafka

Claro, há mil interpretações para isso: uma delas é que ninguém gostava de Gregor, e no momento que ele deixou de trabalhar e trazer dinheiro para casa, ou seja, tornou-se desnecessário, um fardo, todos começaram a odiá-lo. Outra interpretação é que gostavam dele, mas no momento que ele mudou aos olhos da família, passaram a renega-lo. Entre outras interpretações muito mais sagazes. Independente da interpretação que se tenha, é fato que a metamorfose do título é muito mais psicológica do que física, é a metamorfose na mente das pessoas que mudaram seu tratamento em relação a Gregor Samsa.

Eu assumo que não gostei do livro. Achei o começo ótimo, a transformação e a tensão de Gregor quanto como vai ser a recepção dos demais quando lhe verem transformado, mas depois desanimei, é sempre a mesma coisa, a família tratando mal e o Gregor sem saber o que fazer, sem grandes reviravoltas. Pode ser clássico, ter suas qualidades, mas não é meu tipo de livro.

Beauty and the Geek, um reality show diferente.

Assisti meio atrasada (já tá na quinta temporada, e eu assisti a segunda) ao reality show Beauty and the geek (numa clara referência ao desenho animado a Bela e a Fera da Disney – Beauty and the Beast no original), que passou no Multishow e foi traduzido aqui no Brasil como As gostosas e os geeks.

A idéia é simples, pegam 8 mulheres bonitas bem patricinhas, e 8 geeks bem geeks, e de preferência feinhos (embora não seja o caso de todos, vejam o caso do Wes). Mas bem geeks mesmo. Tipo, eu gosto de geeks/nerds, mas os participantes desse programa realmente se puxavam : P. Junte eles todos numa casa. Cada geek forma dupla com uma mulher, e no final vai ser decidida qual a dupla campeã (o prêmio é 250 mil dólares, não sei se pra cada um ou dividido). As provas são a melhor parte: para eles, provas sobre decoração, cultura pop (do tipo qual o nome do cachorrinho chihuhaua da Paris Hilton … não sabe né ? Tinkerbell seu nerd!!! : P), maquiagem, encontros, beleza. Para elas, computadores, geografia, história, etc. Em uma das provas, as mulheres bonitas tiveram que montar um computador, conectar a internet, baixar uma música e gravar num cd. Quem conseguisse em menos tempo escapava da eliminação.


Josh era definitvamente o mais tímido de todos!

Ao contrário de outros reality shows, esse não dá ênfase nenhuma ao sexo. Só teve um único casal que se formou e se pegou durante o programa, e as cenas mais tórridas por assim dizer nem foram mostradas.

Não entendi ainda porque não adaptaram esse reality show aqui no Brasil, bem que o Sílvio Santos que adora imitar coisas dos Estados Unidos podia seguir essa fórmula. Seria sucesso na certa. E achar geeks no nosso pais não seria nenhuma tarefa árdua.

Não sei ao certo se gosto ou não de reality shows. Confesso que gosto de Big Brother Brasil, adoro ver as estratégias, as brigas idiotas, o pessoal bêbado fazendo coisas improváveis, os “romances” e tudo mais, curtia bastante o No limite também, porque aquelas comidas bizarras eram o máximo. Agora, já American Idol, America’s Next Top model, e suas respectivas versões brasileiras eu acho um saco.

Mas esse Beauty and the Geek, não importa se você é fã ou não do gênero, o programa é bom mesmo.

Relembrando Sonic 2

Ainda lembro quando eu cheguei na locadora, e vi, ali, pra alugar, o jogo mais esperado de todos os tempos (pelo menos pra mim): Sonic 2. Esse jogo conseguiu a façanha de superar o primeiro e agradar todo mundo, mesmo com as expectativas de todos os fãs fossem enormes.

A primeira inovação foi que as fases passaram a ter 2 atos ao invés de 3 (pelo menos a maior parte). A segunda e maior inovação foi a inclusão do Tails, o melhor amigo do Firefox. Por sinal, o Tails é um dos coadjuvantes mais injustiçados do mundo dos games, afinal, ele é muito mais legal e poderoso que o Sonic mas quase nem é lembrado. Além de voar, ele ainda por cima é imortal ! Jogar esse jogo com 2 players é muito moleza (mentira, é moleza só até a última fase, quando a mamata acaba e o Tails desaparece). Ah sim, o nome da raposa na verdade é Miles Prower, mas o apelido é Tails. Vai entender.


Capa japonesa e americana

Outro assunto controverso nesse jogo é o sexo do Tails. Muita gente chamava ele de ela. Mas se trata de uma raposa macho.

Agora chega de conversa fiada e vamos para o que interessa, relembrar as fases.

Emerald Hill: Uma nova versão da Green Hill. Na foto, a tela dividida em dois, porque esse jogo trouxe a possibilidade de um player competir contra o outro.

Chemical Plant: Sonic correndo numa fábrica cinzenta muito bonita. Fase com alguns pontos difíceis e rápidos. E um chefe díficil, aquele chão abrindo é dureza.

Aquatic Ruin: fase em uma floresta de algum tipo de civilização perdida.

Casino Night: Lembra que no post de Sonic 1 eu falei que as melhores fases eram Starlight e Sky Chase ? É porque eu tinha esquecido da Casino Night, que é muito legal também ! Quem diria que encontrariamos o porco-espinho azul cassino ?!!! Era o máximo ganhar anéis nos caças-niqueis.

Hill Top: Uma mistura de Emerald Hill com lava. Fase bonitinha e fácil.

Mystic Cave: Essa fase dá uma dificultada.

Oil Ocean: Sonic no meio do petróleo, em clima de mil e uma noites. Fase com muitos tons laranjas muito bem feita.

Metropolis: Única fase com 3 atos. Esse é difícil pacas. É tão difícil que tu tem certeza que é a última fase do jogo, mas não é. Aquelas estrelas que lançam espinhos quando o Sonic
tá subindo aqueles parafusos gigagantes são revoltantes !!!

Sky Chase: Uma das fases mais meigas, Sonic andando de aviãozinho com uma musiquinha muito legal. No início parece que a fase é difícil porque dá a impressão que é difíci pular e se manter no avião, mas logos descobrimos que Tails é um ótimo piloto e é impossível cair do avião.

Wing Fortress: A música dessa fase é muito boa também. Tem uma parte dessa fase no final que é do mal.

Death Egg: Pra você não se dar por satisfeito, não temos um chefão, mas dois. O primeiro chefão é um Sonic de Metal e o segundo uma espécie de Robotnik gigante robô horrível de matar, pior chefe ever.

Estágio de coleta da esmeralda: Pela primeira vez você tem a chance de ver o Sonic de costas. Essas fases são difíceis. Tipo, se você quer ganhar a esmeralda e tá jogando com um player, desabilite a Tails, porque essa raposa tosca quando controlada pelo computador SEMPRE perde os anéis. Ao contrário de Sonic 1, eu nunca virei esse jogo com todas as esmeraldas.

Relembrando Sonic 1

Sonic 1 é o jogo que veio no meu Mega Drive, junto com uma camiseta feita pela TecToy que eu não pude usar porque era muito grande (e dai ficou pro meu irmão). Como foi o único jogo que eu realmente tive (na época ninguém comprava jogos, só alugava), acabou se tornando o jogo que eu mais joguei em toda a minha vida, de longe.


A caixinha do meu Mega Drive era exatamente igual a essa ! Saudades !

Os jogos do Sonic para Mega Drive eram simplesmente sensacionais (e mesmo que poucos concordem, pra mim são melhores que qualquer Mario do SNES). Até hoje os gráficos são bonitos, coloridissímos, as músicas permanecem lindas (Green Hill é clássica e Starligh mágica, tem até uma banda que regravou sua músicas num estilo mais rock), a jogabilidade é dez, e a dificuldade na medida certa. Se você acha muito fácil, experimente terminar com todas as esmeraldas.

A título de nostalgia, as fases de Sonic 1. Notar que, por algum motivo desconhecido e bizarro, fases pares são sempre bem mais difíceis que fases impares:

Green Hill: fase da floresta xadrez. Fácil demais, mas os newbies sempre morriam numa parte do ato 2 que era várias plataformas com espinhos.

Marble zone: Essa fase era pra acabar com a festa de quem achava que o jogo ia seguir o ritmo da Green Hill. Muita lava mortal e espinhos dos brabos. O pior da fase é aquela minhoca chata que só morre se for atingida na cabeça.

Spring Yard: Um pouco mais fácil que a Marble. Suspeito até que é mais fácil que a Green Hill.

Labirynth: A pior fase do jogo. Muita água e poucos pontos para respirar. O chefão é uma corrida contra o tempo. Uma coisa que sempre foi dúvida era o que o Sonic falava quando respirava. Já vi gente dizer que era “opa” e “oba”, mas visto que o jogo era em inglês, suspeito que não devia ser isso.

Starlight: Fase light com musiquinha animada e inimigos fáceis. Acho que é minha fase favorita de todos os Sonics, junto com a Sky Chase de Sonic 2.

Scrap brain: A última fase do jogo, onde a água reaparece pra infernizar em alguns pontos.

Por fim, não custa lembras da fase de captura das esmeraldas, que era uma coisa muito viajandona, o cara que criou ela certo que era usuário de LSD : P, me diz, qual a moral daqueles passáros no fundo !?