Meu mais novo jogo de corrida favorito: Ridge Racer

Eu já conhecia Ridge Racer dos fliperamas, mas só agora eu realmente viciei nele, graças ao PSP. Console esse que eu já menosprezei algumas vezes mas é realmente muito legal.

Quanto a Ridge Racer, tipo, o jogo nem é tão sensacional assim, mas ele tem uns gráficos tão bonitinhos. Tipo, corridinhas de noite, de manhã, no entardecer, na praia, em florestinhas, no meio de cidades com vielas estreitas (mas sem trânsito ou pedestres, é tipo Mônaco, afinal esse jogo é de corrida, não Carmageddon), etc. E é bem positivamente surreal, não é que nem sei lá, Gran Turismo, e tem uns drifts bizarros que duram um tempão.


Aviso: essa foto não faz condiz com os gŕaficos acachapantes desse jogo.

Mas o melhor de tudo é que ele é meio fácil sabe, não é muito difícil ficar em primeiro, o que me deixa feliz, porque jogos muito difíceis logo me frustram. Prefiro assim, porque adoro a idéia e pensar que sou uma grande jogadora mesmo possivelmente não sendo : P. Mas o melhor, é que mesmo fácil, ele não enjoa. Quer dizer, faz uma semana que jogo bastante ele e não enjoou ainda.

E ainda por cima, o jogo tem algo que eu acho fundamental em jogos de corrida: botão de turbo. Porque eu adoro bolar altas estratégias de quando é a melhor hora pra usar. Top Gear tinha isso e era demais.


Um dos poucos jogos bons da Namco

Eu só não gosto muito dos carros, que são todos iguais pra mim embora o jogo afirme que são modelos super diferentes. Também não gosto do fato de não poder comprar coisas isoladas, tipo pneus novos. Pelo menos dá pra mudar as cores dos carros.

Talvez Burnout que eu não joguei ainda seja melhor, mas agora tô viciada nesse (e depois de virar, vai ser a vez de Ridge Racer 2, já lançado) : D

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Fiquei drogada fazendo endoscopia

Há uns anos tive que passar por uma endoscopia. Pra você não precisar procurar na wikipedia, endoscopia nada mais é do que o procedimento de enfiar uma câmera pela sua boca até o estômago para filmar e ver se você tem alguma ferida ou problema tipo úlcera por exemplo.

Embora há poucos anos esse procedimento fosse feito com a pessoa acordada, eles felizmente agora adormecem o paciente, até porque deve ser uma sensação de ânsia de vômito bem desagrádavel a de ter uma câmera no aparelho digestivo.

Mas então, fui fazer a tal endoscopia. Deram a anestesia e em tipo 5 segundos eu dormi.

Quando eu acordei, vocês não tem noção, eu me sentia Lucy in the Sky with Diamonds. Sério, parecia que eu flutuava. Era o maior barato. Enquanto minha mãe me conduzia até a recepção da clínica, lembro que uma menina me perguntou se a endoscopia doia, porque ela logo iria fazer e estava preocupada. Só lembro de ter dito que nem doia nada e que era muito bom. Mas percebam que eu falei isso com a voz de uma pessoa totalmente chapada. Uma sensação bizarra, diferente de estar bêbada.


Isto é uma endoscopia

Claro que ao chegar em casa, dormi umas 200 horas, e ai sim, acordei normal.

Eu tinha certeza que aquela anestesia tinha algum tipo de alucinógeno. Só que eu isso para as pessoas e elas me tiravam pra louca. Algumas diziam que já tinham sido anestesiadas em hospitais e que NUNCA tinham sentido nada disso. Daí minha teoria foi que de certo, só a anestesia de endoscopias que traziam esse efeito, só que aí, falei com pessoas que tinham feito endoscopia, e elas também não relataram nenhuma sensação parecida com a que eu vivenciei.

Eu já estava começando a achar que eu era louca mesmo, ou algo do tipo, até que li esse post, da Ana do Olhomêtro. Ela é também se sentiu drogada com a endoscopia !!! No caso dela, ela viu a corte inglesa marchando. Se você ler os comentários do post, vai descobrir que teve outras pessoas que se sentiram drogadas também com esse exame, como a Amanda, mas ela aparentemente não curtiu aquela sensação viajante.

Notem que cada pessoa descreve de um jeito diferente.

Na real, o que eu acho, é que os efeitos alucinógenos só funcionam com algum determinado tipo de biotipo, e é por isso que algumas pessoas não sentiram nada com a anestesia. Portanto, nem adianta pedir pro seu médico pra lhe receitar esse exame.

ET, o maior fracasso dos jogos de video game de todos os tempos

Embora o primeiro video game lançado no mundo tenha sido o Odyssey em 72, ele logo sucumbiu para o Atari, que foi lançado só em 77. Isso se deve ao fato do Atari ter a sensação da época em se tratando de jogos: o Pong. Claro que nenhum console vive de um jogo só, e outros de grande qualidade foram lançados posteriormente. Nessa época, a Atari ficava cada vez mais rica e rica e rica, até que em 83, depois do lançamento de alguns jogos fracassados, em especial ET, as ações da empresa despencaram. O declínio foi tão grande que 1983 é conhecido como ano do crash dos video games. Felizmente logo os video games domésticos se recuperaram com o lançamento do Nintendinho em 85 nos EUA (e um pouco antes no Japão).

Mas então, no final de 83, o tinha um monte de Atari sobrando nos Estados Unidos. E o que fazer quando tem um monte de console encalhado nos EUA ? O mesmo que fazem com o Playstion 2 hoje em dia ! Vender para o Brasil : P

Por isso, entre 84 e 86 esse console vendia que nem água em terras brasileiras, mesmo tendo um preço relativamente elevado. Graças a esse grande atraso na chegada da tecnologia ao Brasil, eu que nasci em meados dos anos 80 tive a chance de vivenciar o período Atari jogando com o Atari do meu irmão.

Eu poderia aqui descrever os meus jogos favoritos, e de fato farei, futuramente em outro post, mas esse post serve pra falar do maior fracasso em se tratando de jogos de video game ever, o jogo do ET.

Pra quem é um ET e não sabe nada a respeito (ok, trocadilho infame), o filme ET foi um sucesso estrondoso. Eu nem era nascida quando ele estreou nos cinemas, mas eu sei que ele foi um super sucesso por um motivo: quando o filme passou tipo, pela segunda ou terceira vez na Globo, eu estava numa colônia de férias na praia, e lembro que a sala de TV da colônia LOTOU total, e era um super blá blá blá em cima do filme.

A Atari então, lá por 82 (antes do crash), super malandrete, pensou com seus botões: meu video game vende que nem água, ET é um filme de muito sucesso. Óbvio que se eu fizer um jogo sobre o ET, eu vou faturar doláres até não poder mais (insira uma risada de executivo maligno aqui).

Aí a Atari pegou e fez um jogo podre as pressas, e lançou milhões de unidades do jogo. Tiragem inicial imensa. Só que ninguém curtiu o treco, e ele encalhou tremendamente nas lojas, levando, como mencionei antes, ao grande crash dos video games. Foi tamanho o encalhamento, que a Atari pegou grande parte das fitas que sobraram e simplesmente enterrou num deserto !!! Não é lenda, a Atari destruiu suas próprias fitas para disfarçar o embaraço causado.

Dentre os muitos jogos que joguei para Atari, ET não estava entre eles (até porque quando eu comecei a jogar Atari, acho que já tinham destruido quase todas as fitas : P). Portanto não tive a chance na época de jogar o joguinho dessa criaturinha meiga e amável. Mas pelo menos já tive a chance de voar na bicicleta dele e passar pela Lua lá na atração da Universal Studios em Orlando, o que certamente é muito mais divertido que qualquer jogo de Atari.


Entrada da atração do ET, que é tosca demais, mas eu acho linda.

Mas voltando ao jogo em si, resolvi experimentar ele esses dias pra ver se é tão ruim assim como dizem. Bom, esse video mostra como funciona o jogo. Você é o ET e tem que achar as partes de um telefone interespacial para o ET poder chama sua nave espacial e voltar para casa. Notem que para encontrar as 3 peças (que na tela são pontos amarelos você anda por vários lugares, tendo que fugir de uns agentes chatos e tal. Tem também uns pontos pretos que são doces.

O jogo começava bem, a musiquinha dos ET tocava na abertura, o que só fazia crescer aquela expectativa, que segundos depois era totalmente frustrada.

O maior problema do jogo, DISPARADO, é que em nenhum momento é dito que você tem que encontrar essas partes do tal telefone. Eu mesmo só fiquei sabendo disso porque li na Internet. Quem pega o jogo fica achando que é só ficar andando sem rumo. E andar a esmo não é divertido. Além disso, como a maior parte dos jogos do Atari não tem final, muita gente achou que esse jogo também não tivesse, que fosse só ficar andando a esmo mesmo. Mas tem final sim.

Vejam só algumas critícas que eu encontrei a respeito do game.

Essa aqui é de um americano revoltadíssimo com o jogo. Se você sabe inglês recomendo que leia na integra, porque é muito engraçada ! Aqui a melhor parte que eu vou traduzir para vocês bem:

“… no point to the game, unless you like the idea of falling in ditches, and trying to get out with a stretch neck fun …”

“… jogo sem sentido, a menos que você goste da idéia de cair em buracos, e ficar tentando sair deles com um pescoço divertido que estica …”.

Aproveitando que você sabe inglês, assiste esse video do youtube. Avance para 2:08 que a partir dai fica hilário !!! E tem muitos outros, video sobre o assunto é o que não falta.

nesse post em português, o autor diz:

Até hoje a lógica desse jogo aflinge a humanidade, juntamente com o problema dos números primos e da origem do universo (apesar destes 2 últimos estarem quase resolvidos)…

Ou seja, o grande problema do jogo, nem era ser ruim de doer, é o fato de o objetivo nunca ficar claro, o que frustrava até os fanboys mais ardorosos do ET.


O buraco da discórdia.

Claro, haviam outros defeitos: era meio difícil de identificar por onde o ET podia caminhar devido aos gráficos mal feitos. Eu sei que o Atari é limitado, mas Pitfall é da mesma plataforma e é mil vezes mais bonito. Fora que existiam vários buracos que te levavam para outras telas. O problema é que esses buracos meio que apareciam do nada, e cair neles era bem decepcionante.

O fato do jogo ser ultra paradão também contribui, afinal, você não podia matar ninguém, era só fuga.

Mas se o objetivo estivesse bem claro, talvez o jogo não tivesse sido um fracasso tão grande, e certamente ele não ganharia a alcunha de pior jogo do mundo. Se a Atari não tivesse sido apressada em lançar o jogo e tivesse feito umas sessões de teste, a história teria sido diferente.

PS: Tutorial para terminar o jogo do ET, porque sim, esse jogo tem alguns fãs.

Vida de Rico

Vocês sabem de onde vem o café mais caro do mundo? Brasil? Colômbia? Haiti? Ou dos excrementos de um animal feioso chamado Luwak?


Aroma de café

Mas nem tudo que é caro e exclusivo no mundo tem que vir do intestino de alguém (de fato a maior parte não vem : P). Por sinal, uma das coisa que me desperta curiosidade nesse mundo do luxo, é como marcas como por exemplo Dolce & Gabbana, Louis Vuitton e Rolex viraram sinônimo de riqueza e poder. Alguém poderia argumentar que basta fazer algo caro e exclusivo que pronto, você tem uma marca de luxo. Mas isso não passa de uma simplificação grosseira. Grande parte dessas marcas viraram famosas porque foram pioneiras em algo.

Por exemplo, a famosa marca Chanel ganhou notoriedade porque a estilista que fundou a marca, a francesa Coco Chanel, inovou ao criar roupas bonitas e elegantes que libertaram as mulheres dos apertadissímos espartilhos. A famosa marca Levis ganhou destaque porque seu criador, Levis Strauss foi nada menos do que o inventor da calça Jeans. O mesmo vale para muitas outras marcas.

Claro que não basta ser pioneira ou inovadora, é importante também que a marca transmita uma imagem, um estilo de vida, algo que você quer pra você e está disposto a pagar por isso. Por exemplo, marcas como Fendi e Mercedez-Benz, transmitem na hora luxo e sofisticação. A grande sacada está em conseguir transmitir essa idéia, tarefa que foi atingida em tal grau por algumas marcas que elas estão praticamente no imaginário popular. Você pode não saber detalhes sobre a Versace, se a marca é de roupa, perfume ou o quê, mas sabe que se trata de algo chique e fino.

Um bom site sobre o assunto é o Vida de Rico. O site não se restringe a contar a história de marcas de luxo famosas, encontra-se também fatos inusitados. Por exemplo, uma das coisas que me surpreenderam foi que a cidade com com mais bilionários do mundo, é, pasmem, a capital daquele país que pregava o comunismo e que todos são iguais.


Ele é excêntrico, não pão duro

O site também desmitifica algumas lendas, por exemplo, a Ferrari não é o carro de linha mais caro do mundo (é aquele o que o James Bond usa), Sílvio Santos não está nem nos top 10 mais ricos do Brasil, o melhor e mais caro azeite do mundo é o Lambda, lambda, lambda Jovem Nerd!, etc.

Outra coisa que o site fala que eu acho muito bizarro, é aqueles milionários excêntricos (sim excêntrico, porque rico que não gasta é excêntrico, pobre que não gasta é pão duro), que usam carro ano 93, viajam em classe econômica, e sempre pedem um descontinho. Tio Patinhas é ostentador perto deles : P

Estou viciada no emulador de Nintendinho do PSP

Quando eu era criança, uma das minhas atividades favoritas era passar as férias em Cruz Alta (cidade do interior do Rio Grande do Sul), na casa da minha prima. Primeiro porque podia ver vários familiares que moravam lá na época. Segundo porque tinha vários brinquedos diferentes pra brincar, e um deles era um Nintedinho 8 bits, que na época eu não sabia que era um Nintendinho e chamava simplesmente de video-game.

Ele existiu (na minha vida) no período entre o meu Atari e Mega Drive. Não sei bem quantos anos eu tinha, mas algo entre 6 e 8 anos. Eu não tinha muita habilidade, mas adorava ver meu padrinho jogar. Ele era muito bom !!!

Os jogos que tinham era Contra, Ducktales, Myke Tyson’s Punch Out e um lá das Tartarugas ninjas.

Apesar de ele ser muito bom, ele nunca virou nenhum desses jogos. Tipo, você que só começou a jogar videogame na era Playstation com seu cartão de memória, não sabe como eram difíceis esses jogos. Não tinha save, eram 3 vidas e raramente tinha continues. Era muito difícil MESMO. Não podia dar uma erradinha. Tudo bem, tinha uns Sonics fáceis da vida, mas de resto, só jogos semi-impossíveis.

Então, nunca pude ver as fases finais, nem o final desses jogos.

Só que agora eu tenho um PSP que emula todos os consoles. Claro que nele tem emulador de Nintendinho e todos esses 4 jogos, com save, pra eu finalmente realizar esse desejo.


Eu gosto do meu PSP, mas tem gente que exagera.

Preparem-se, joguinhos não mais impossíveis.

O McFly, a banda, não o Marty

Depois de falar sobre os Jonas Brothers, agora é a vez do McFly. Banda inglesa que pessoalmente, acho incomparavelmente bem melhor que os Irmãos Jonas.

Já começa pela formação, quartetos quase sempre são mais legais que trios. Claro, embora não sejam uma Amy Winehouse ou um Pete Doherty, eles honram suas raízes inglesas e não estão nem aí pra anel de castidade.


Inglesa roots


Inglês roots

Também não são feinhos que nem os Jonas Brothers.

E por fim, eles escolheram como nome de banda, o sobrenome de um dos caras mais legais do universo, e que fez o melhor cover de Johnny B. Good de todos os tempos, Marty McFly.


My hero no baile Encanto submarino.

Mas falando sério, a banda os caras são bem talentosos, e algumas músicas até sofisticadas.

Eles lançaram 3 cds de estúdio até agora: Room on the 3rd Floor (bom), Wonderland (bom) e Motion in the Ocean (ignorem esse cd, é ruim, não escutem nada daqui, de certo, eles fizeram só pra ganha dinheiro fácil).


Merece um download (ignorem as capas dos cds).


Deram uma leve experimentada e se deram bem.


Estragaram tudo.

Como eles já emplacaram 200 milhões de músicas como top 1 na Inglaterra, eu não sei dizer bem ao certo qual é o hitzinho deles. Mas seguramente, pode-se dizer que a música que os elevou ao estrelato foi Five colours in her hair, que tem um riffzinho bem legal, mudanças de ritmo, em suma, é boa.

Ah sim, ignorem também os clips meio nada a ver da banda e concentrem-se na música.

Eles também tem That Girl, que é pop, mas tem uma sonoriedade diferente, meio antiguinha.

Met this Girl também é bem longe do pop podre que alguém poderia esperar de uma banda adolescente.

Só falei das músicas do primeiro album deles, mas o segundo é bastante bom também. She falls asleep pt1 e pt2 do segundo cd, é bem diferente dos rótulos que eles receberam, assim como Don’t know Why. Em Ultaviolet, tal como os Beatles, eles usam uma Cítara pra tocar, aquele instrumento indiano que George Harrison amava. Não que baste botar uma cítara, ou qualquer instrumento diferente style pra mostrar que você é bom, mas igual isso mostra que eles estão interessados em testar outros sons que não o habitual guitarra-bateria-baixo.

A despeito do nome da banda, eles têm futuro.

Relembrando Sonic 3

Continuando com a série relembrando Sonic, agora Sonic 3 (Não se preocupem, é só mais esse e Sonic e Knuckles, afinal, os outros Sonics (exceto pelos do Master System e Sega CD) são deturpações que não merecem nem uma resenha nesse blog).

Ao contrário do Sonic 1 e 2, esse jogo eu não joguei tanto. Nem lembro quando foi a primeira vez que eu joguei. Mas claro que como fã de Sonic, virei e me diverti muito com ele, embora seja um jogo um pouco inferior aos demais.

Nesse Sonic, foram incluídos novos itens especiais. Se antes só tinha o escudo, agora temos um escudo que atrai anéis, um escudo de fogo, e um escudo em forma de bolha que permite sonic respirar debaixo d’água. Além disso, temos um novo vilão, o equidna (bicho australiano amigo do ornitorrinco) Knuckles. Outra grande novidade é que o player 2 pode controlar o vôo do Tails, o que facilita bastante em algumas partes. E outra grande inovação bem interessante, é a possibilidade de salvar o jogo, feature muito bem vinda, já que antes éramos obrigados a terminar em um jogada só, ou começar TUDO de novo.

Mas se o jogo tem tantas inovações, porque ele é pior que os Sonic 1 e 2 ? Primeiro ele tem pouquissímas fases (menos que Sonic 1, que já tinha poucas), e segundo, tirando a fase da neve e do egito, as fases são pouco criativas.

Angel Island: Fase florestal típica. No segundo ato o Robotnik coloca fogo em tudo e ela fica menos verde e mais amarelada.

Hidrocity: Tipo a fase Chemical Plant de Sonic 2.

Marble Garden: Uma fase chatinha.

Carnival Night: Uma versão nova de uma das fases mais amadas pelos players, a Casino Night.

Icecap: Finalmene uma fase bem diferente. Um mundo gelado e escorregadio. Gráficos lindos.

Launch Base: Fase final, onde deve-se evitar uns alarmes.

Fase da esmeralda: A primeira vez de Sonic num mundo 3D.