A ética e curtas metragens

Eu nunca fui de assistir curta metragens. Sempre tive a certeza de que em um tempo escasso como 15 minutos, 20 no máximo (mais que isso acho que já é média metragem) é impossível desenvolver minimamente roteiro e personagens de forma que surpreenda.

Claro, os curtas da Pixar eram legalzinhos (não sei porque em outros filmes que não animações da Pixar, não passam algum curta metragem antes), e graças ao Youtube dá pra encontrar alguns curtas muito bons como o caseiro Laços, ou aqueles super clássicos como Viagem a Lua de George Méliès, curta mudo de 1902, e principalmente, primeiro fillme com efeitos especiais da história do cinema, ou seja, tem uma importância histórica tremenda.

Mas certamente nenhum me agradou tanto quanto o curta A ética, que eu só me dei ao trabalho de ver porque era do Pablo Villaça, um dos meus críticos de cinema favoritos junto com a Isabela Boscov, da Veja.

A Ética é um curta que começa com um matador de aluguel conversando com sua vítima. Não vou falar mais porque não quero spoilerzar, mas é realmente ótimo. São só 15 minutos, vale muito a pena. Clique aqui e escolha a melhor forma de assistir, ou veja pelo Vimeo.


A_ética from Pablo Villaça on Vimeo.

Top 7 filmes com roteiros bizarrões

7. Donnie Darko -> Tenho que reassistir porque eu não entendi.

6. Magnólia -> Um roteiro que tem uma chuva de sapos já não é suficientemente bizarrão?

5. Vidas em Jogo -> um filme do David Fincher subestimado que até quase o fim do filme não dá pra saber o que é realidade o que é jogo. Podia ser Clube da Luta também, mas acho Vidas em Jogo mais loucão.


Até o pôster já é quebra-cabeça : P

4.Amnésia -> Um filme contado de traz pra frente que faz sentido !!!

3. Quero ser John Malkovich -> Um filme onde um dos personagens encontram uma passagem secreta para entrar na mente de um ator !!!

2. Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças -> Outro roteiro do Charlie Kaufman. Um personagem vai a um lugar onde apagam lembranças, mas no meio do processo, ele se arrepende e esconde as lembranças que ele não quer perder no meio de outras lembranças.

1. Cidade dos Sonhos -> David Lynch, rei da bizarrice fez esse filme quebra-cabeça, em que nada parece se encaixar, mas se você juntar todas as peças (ou buscar uma explicação na Internet : P), tudo faz sentido.

E aí, algum outro filme intrincado legal pra recomendar que ficou de fora da lista?

Coraline e filmes 3D

Depois de ter assistido ao filme meia boca Viagem ao centro da terra, com o Brendam Fraser, ator-que-só-faz-filme-legal-exceto-por-esse num cinema sem projeção 3D, fiquei louca de vontade de ter essa oportunidade. Especialmente porque nesse filme baseado na obra de Julio Verne, ficava na cara que tinham várias cenas feitas só pra explorar essa tecnologia. Infelizmente nenhum cinema de Porto Alegre oferecia esse tipo de projeção.

Mas agora oferecem. O Iguatemi e o Unibanco Arteplex FINALMENTE se deram ao “colossal” trabalho de comprar os óculos 3D, que não são nada mais do que óculos com lentes polarizadas (tá, na real eu não sei o que são lentes polarizadas, whatever).

Dado o tempo que demorou pra isso chegar em Porto Alegre, eu calculo que em 2034 (otimismo) deve chegar a primeira tela IMAX aqui.


Coraline e o mundo secreto

Claro que os malandrinhos donos de cinema aproveitam pra aumentar o preço do ingresso por conta disso. Ainda não achei a razão a não ser a mera exploração.

Bom, no início me deu um certo desconforto os óculos. Eu já tinha tido a chance de acompanhar projeções 3D em atrações da Disney, mas eram atrações de poucos minutos. No começo me pareceu que filmes longos não combinavam com óculos 3D, que eu ia ficar com uma tremenda dor de cabeça. mas logo eu acostumei.

Não acho que o fato de ser 3D tenha acrescentado algo ao filme. Era engraçadinho ver as imagens saindo da tela de vez em quando, mas logo cansa. Talvez ainda surja algum filme pra me desmentir, mas acho que esse tipo de projeção faz muito mais sentido em atrações bem feitas de parque de diversão, no qual os criadores tentam explorar ao máximo esse recurso, intercalando com outros truques interessantes.


Honey, I shrunk the audience (Querida, encolhi a platéria) é um exemplo de atração que sabe usar o recurso do óculos 3D

Bom, quanto ao filme Coraline, muito bom. O filme tem uma estética muito interessante, meio plastificada, e principalmente, soturna (não recomendado para crianças muuuuito pequenas tipo, 5 anos, mas sempre tem uns pais desinformados). Alguns personagens bizarros me lembraram bastante os do anime A viagem de Chihiro. Como você não deve ter visto esse anime de Hayao Myazaki, aí vai uma imagem dele.


Um dos personagens bizarros de A viagem de Chihiro

Infelizmente, só tinha sessão dublada e não pude ouvir a voz da Teri Hatcher, a Susan Meyer de Desperate Housewives e também Lois Lane. Na real a dublagem estava ótima, mas sabe como é, não tinha a Susan : P


Ela interpreta a mãe da Coraline

Top 7 melhores aberturas de seriados

Eu tentei selecionar aberturas de acordo com vários critérios como o quão inesquecível a abertura é, o quão marcante, o quão criativa, a música, o quanto ela consegue captar a essência da série, etc. Eu tentei ser imparcial, mas é óbvio que é díficil não escolher aberturas de seriados que eu gosto, talvez (possivelmente) por já ser apegada aos personagens. Como a escolha fica bem pessoal (ok. como todas) faça vocês também suas listinhas em seus blogs.

7. Sex and the City: Eu ia colocar O.C, só pela música mesmo, mas acho que essa abertura de Sex and the City melhor. Alguns podem dizer que essa abertura peca por não mostrar Miranda, Samantha e Charlotte. Mas eu gosto assim, com ênfase nas 2 principais personagens, Carrie e Nova Iorque.

6. The Office: Única abertura de seriado que eu não gosto presente nessa lista (não gosto de mockumentários, ou pseudo reality filmes como Bruxa de Blair). Ficou tão clássica que mil sátiras já foram feitas no youtube.

5. Desperate Housewives: Eu gosto do clima super retrô dessa abertura: o american way of life com donas de casa perfeitas, varrendo a sujeira pra longe, pin ups provocativas, etc.

4. The Big Bang Theory: Várias imagens sobre a evolução humana num ritmo acelerado, culminando num grande big bang, tudo em uníssono com a música. A abertura mais curta de todas com pouco mais de 20 segundos.

3. Friends: Os 6 amigos dançando numa fonte ao som de I’ll be there for you. Simples, porém efeitvo. Quem não quis fazer bagunça numa fonte depois de ver essa abertura ? Eu pelo menos quis : P

2. Anos Incríveis: Sério, eu não vivi nos anos 70, mas essa abertura consegue passar um clima de nostalgia incrível. Claro que uma música composta pelos Beatles na abertura também colabora bastante. Nem assiste que dá vontade de rever o seriado inteiro.

1. Dexter: Embora um pouco longa, essa abertura é uma obra de arte. Na verdade é uma simples manhã do Dexter, mas filmada de um jeito inusitado. Graças as câmeras com um super zoom, aos diferentes ângulos, aos efeitos sonoros e a música, um mero corte de carne parece uma precisa incisão de bisturi, um mero amarrar de tênis, um estrangulamento, fazendo uma bela, assustadora e irônica composição.

Menções honrosas: Married … with children e Six feet under. A de Nip/Tuck também é legal. Díficil escolher só 7 né ?

E vocês ? Preferem alguma outra abertura ? Arquivo X ? How I met your mother ? Weeds ? Lost ? That’s 70’s show ? The IT crowd ?

Dos filmes que eu gosto: Segundas Intenções

Segundas Intenções é daqueles que filmes que tem uma história clichê total (cara quer conquistar uma guria por causa de uma aposta, mas adivinhem, se apaixona por ela e deixa sua vida de cara mau), mas daqueles clichês legais sabe, bem feitos, que dá gosto de continuar vendo o filme, não é que nem clichês podres a mal feitos como Segundas Intenções 2 por exemplo, uma continuação bisonha que tentou repetir o sucesso do antecessor. Além disso, tem atores legais, e principalmente, uma trilha sonora ótima que virou minha favorita.

O filme começa com o Sebastian andando naquele carro super style (maria gasolina detected hahahah, capaz, nem ligo pra carro, é sério) andando numa das highways de Nova York, com aquela quantidade descomunal de cemitérios embaixo da estrada com Every you Every me, uma das melhores músicas de uma das minhas bandas favoritas, o Placebo.

O Sebastian é interpretado pelo Ryan Phillipe, que no filme faz o estilo de bonitinho ordinário : P. Pena que depois ele nunca mais fez um filme que prestasse, pelo menos não que eu lembre.

Depois da cena do carro, aparece o Sebastian aprontando total com a psicóloga idiota dele. Tipo, apronta mesmooooo, mas como a psicóloga era do mal também, você acaba nem se importando, mas já nota que ele não é flor que se cheire.

Depois do começo do filme ele, o Sebastian, vai lá falar com a sua meia irmã bonitona, a Sarah Michele Gellar, de cabelo preto, e do mallllll. Claro que pelo fato do filme adorar clichês, a personagem do mal é meio slut por assim dizer e a do bem é totalmente pudorada. Acho que a Sarah tava meio de saco cheio de ser tachada de Buffy, caça vampiros loira do bem, e foi fazer esse filme pra tentar tirar o estigma.

Voltando ao filme, daí eles fazem aquela aposta super do mal. A Buffy dúvida que o Sebastian pegue a filha loira virgem e bonitinha do diretor da escola super high society que eles estudam (acho que esqueci de mencionar, os personagens do filme são milionários, meio Gossip Girl style).

A tal filha do diretor é a Reese Whitespoon, atriz que eu adoro e que faz uns filmes ótimos, tipo A eleição. Ela inclusive se casou com O Ryan Phillipe, mas depois de uns anos, se separaram.

Bom, depois, o filme é basicamente o pessoal tratando mal a personagem da Selma Blair, mas assim, só por diversão e o Sebastian dando em cima da Reese e ela negando e tal, porque ela tem seus preceitos, até que ela finalmente se apaixona enlouquecidamente por ele, e ele também, e assim o filme segue. Mas essa parte da conquista é ótima por causa do jogo de sedução, dos diálogos, justamente porque o Sebastian e a Annete (a Reese) tem pensamentos bem diferentes.

E o melhor, as cenas são acompanhadas pela trilha sonora que eu já tinha elogiado e vou elogiar de novo. Além de Every you Every me do Placebo, tem Praise do Fatboy Slim, Coffee and Tv do Blur, Colorblind do Counting Crows (essa toca quando o Sebastian tá subindo na escada rolante pra encontrar a Annete, adoro a cena) e a cena final com a magnetizante Bittersweet symphony do The Verve. Adoro as cenas finais desse filme com a Sarah Michele Gellar (eu sempre lembro do Ross por causa do Gellar, tá, eu sei que é Geller o dele, mas é parecidinho, vai), com aquela cara de Oh my god !!!

Super Size Me 2: missão churrascaria (ou restaurante vegetariano, tanto faz)

Super Size Me é um documentário lançado faz alguns anos que tenta conscientizar as pessoas sobre os males da má alimentação. Especialmente os americanos, que vivem num país com a maior quantidade de obesos no mundo.

Você não precisa ficar muito tempo nos EUA pra notar que é um país que incentiva a comilança. Eu sempre fui magra, mas bastou menos de 2 meses e meio lá para engordar absurdamente. O principal problema do país é que as porções individuais são sempre grotescamente grandes. Pra se ter uma idéia, (e o documentário mostra isso) o refri pequeno deles é o nosso médio.

Pra não ser apenas mais um documentário qualquer, Spurlock (o realizador, nitidamente inspirado em Michael Moore) submete-se a uma experiência inusitada: alimentar-se apenas de Mc Donald’s durante um mês inteiro, e ver quais são os danos após o experimento.

A idéia, e mais as boas sacadas de Spurlock gera um filme que consegue ser muito legal, interessante e conscientizador ao mesmo tempo. Mas óbvio que esse experimento só serve pelo fator bizarro, já que é óbvio que se você comer sempre a mesma coisa todos os dias vai passar mal.

Como assim ? O mais importante em se tratando de alimentação é ter uma alimentação variada e balanceada. Ou seja, se eu ir todos os dias na Pizza Hut, óbvio que vou passar mal. Se eu ir todos os dias num restaurante de massas, óbvio que vou passar mal, e se eu for todos os dias numa churrascaria, também vou passar mal.

Na boa, se eu não tivesse mais nada pra fazer, eu fazia uma nova versão de Super Size Me onde eu só comeria salada de tomate, rúcula e alfafa, e mostraria todos os malefícios que isso causaria, como a falta de um monte de vitaminas essenciais.


Sim, se eu comer SÓ isso um mês inteiro, eu vou passar mal


E se eu comer só isso também. Que tal processar todas as churrascarias do mundo?

Outra coisa meio tosca do documentário, é que o Spurlock come mais do que ele usualmente come. Tipo, na primeira vez que ele vai no MC Donald’d, oferecem pra ele o tamanho gigante, e ele aceita. Chega um momento que ele não aguenta mais comer, mas mesmo assim se força, até que ele vomita. Novamente: qualquer comida que a pessoa comer se forçando desse jeito vai fazer mal, independente se é Mc Donald’s ou algo saudável.

Ainda assim, o filme tem duas coisas que eu achei bastante interessantes. A primeira, é que ele mostra como uma má alimentação pode degradar o corpo humano. Ok, isso talvez fosse óbvio, mas eu não imaginei que em apenas um mês se alimentando MUITO mal, alguém pudesse chegar a ter um diagnóstico tão ruim quanto o de Spurlock: segundo os médicos, o fígado dele estava em frangalhos.


Spurlock e o Big Mac. Melhor sanduíche ever.

A segunda coisa interessante, e principalmente, verídica, é que o filme acusa o Mc Donald’s (e por tabela outras empresas) de seduzir as crianças a comerem mal. Notem que em quase todos os Mc Donald’s você encontra aqueles parquinhos para crianças se divertirem. Além disso, tem a possibilidade de fazer aniversário lá e ter agradáveis momentos. Também tem o famigerado Mc Lanche Feliz que com sua surpresa induz as crianças a quererem consumir fast food por causa do brinquedinho. E por fim, o símbolo máximo da companhia é um personagem com apelo infantil: o palhaço Ronald.


Prendam esse palhaço!!!

Eu gosto de Mc Donald’s e eventualmente vou lá. Também acho um bobagem pessoas processarem a empresa, mas ao mesmo tempo acho uma sacanagem essa propaganda em massa tentando conquistar crianças. Crianças (de fato nem adultos, mas principalmente crianças) não têm maturidade suficiente para saber que certo tipo de alimentação vai ou não causar grandes malefícios no futuro se consumida em grandes quantidades. Parece que justamente por isso, essas empresas se aproveitam e tentam conquistar justamente as crianças, de forma que quando cresçam, terão tão boas lembranças do Mc Donald’s que mesmo que saibam que aquilo faz muito mal em excesso, já estarão “viciadas” e “fidelizadas”, por assim dizer.

Eu não acho que esse tipo de alimentação deva ser proibido de ser vendido para crianças até porque isso seria uma babaquice, mas acho que talvez devesse haver algum tipo de restrição quanto a comerciais que incentivem especificamente crianças a comer mal, de forma similar (mas não tão incisiva) a como é feito com bebidas e tabaco.

Hannah Montana é o máximo !

Hannah Montana é uma típica sitcom. E acreditem, é legal mesmo que você não seja uma criança ou não goste de palíndromos!

Sendo uma sitcom, o que você vai ver, basicamente, são episódios que podem ser assistidos fora de ordem embora exista uma certa continuidade neles, tipo Friends ou Two and a Half man, várias piadinhas rápidas, com risadas no fundo e duração de 22 minutos.


Hannah e Miley

No seriado, Miley Stewart é uma garota de 14 anos que tem uma vida dupla: quando ela se disfarça (apenas colocando uma peruca loira), ela vira Hannah Montana, uma cantora de sucesso. Esse nome meio country vem do fato da família dela ser do interiorzão dos EUA, mas o seriado já começa com eles morando na Califórnia. Os episódios giram em torno da vida familiar de Miley, conflitos na escola, com os amigos, a dificuldade de viver uma vida dupla, etc.


Viu como um óculos e um gelzinho podem disfarçar bem? Pois é, perucas loiras também funcionam.

O seriado me lembrou um pouco Punky, a levada da breca, ou mesmo Blossom. Claro, eu prefiro Punky e Blossom, mas Hannah Montana é bem divertidinho. Digamos que Hannah Montana seja uma versão mais crescidinha da Punky ou mais criança que a Blossom.


Minha ídola


Você sabia que atriz que faz a Blossom tem doutorado?

E se você viu High School Musical, achou uma droga, e acha que Hannah Montana é igual, tudo farinha do mesmo saco (especialmente porque ambos são da Disney), não se engane! Hannah Montana está anos luz dessa trilogia tosca do Troy e da Gabriella, a qual eu só tive saco de ver o primeiro filme.


Músicas a cada dois segundos, um dia eu faço um post falando mal

Algumas piadas de Hannah Montana são notavelmente infantis, mas grande parte diverte qualquer pessoa de qualquer idade. Claro que por causa do público alvo, você não vai ver piadas de cunho sexual, ou cenas de nudez, ou qualquer coisa do tipo. Muito menos palavrões. E claro que você tem que aceitar alguns absurdos do tipo, no mundo real, os papparazzi em dois minutos descobririam que Miley é a cantora, mas no seriado não, mas isso não tira a graça da sitcom.

As músicas são bobinhas, mas eu me divirto bastante com a abertura, Best of Both Worlds. Mas o melhor é que tem no máximo uma por episódio (e em geral é só um trecho e não a música inteira), e as vezes nem tem.

Assisti a primeira temporada inteira (o seriado está na terceira, e deve ir até uma quarta, máximo quinta), e a Miley é muito simpática. Logo me apeguei a ela, e a amiga dela, Lilly, uma espécie de Six ou Cyntia (Cherrie). Não curto muito o irmão da Miley, que é aqueles persongens que tem a função de ser cômicos mas que acabam não conseguindo.


Lilly, Oliver e Miley

Uma curiosidade interessante é que a atriz que interpreta Miley Stewart se chama Miley Cyrus. E o cara que interpreta o pai dela no seriado, é de fato pai dela na vida real. E Miley Cyrus namorou um carinha feinho do Jonas Brothers na vida real, mas eles já terminaram.

Miley Cyrus é daquelas personalidades bem recatadas na dela, mas a imprensa faz de tudo pra achar um escândalo de cunho sexual com ela. Tadinha. Essas fotos aqui, ao que parece, foram tiradas por ela mesma num celular e acabaram vazando na Internet, assim, como o tal banho dela com suas amigas.

Pelo visto, é a coisa mais pelada que vão conseguir ver dela.