Relembrando Streets of Rage 2

Há quase um ano eu escrevi uma resenha maravilhosa sobre o jogo Streets of Rage, um jogo beat’em up pra mega drive sensacional. Como foi sucesso vou falar agora de Streets of Rage 2, a aguardada continuação.

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Assim como Golden Axe, Streets of Rage recebeu uma continuação que conseguiu ser superior ao jogo inicial, daquelas que dá vontade de jogar de novo sempre. Primeiro, os personagens cresceram. Não que eles tem amadurecido ou coisa assim, eles simplesmente ficaram maiores na tela, grandões mesmo, mas foi legal que deu uma cara de arcade pro jogo.

Além disso, tiraram o Adam que, convenhamos, era o mais sem graça e botaram 2 personagens legais. O Max, que é um cara trombolhoso, e o Sammy, um personagem que anda de Roller! Isso que nem tava ainda na modinha do Roller.

Ou seja, Streets of Rage 2 é vanguarda, dita moda e antecipa tendências.

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Além disso, eles tiraram aquela coisa divertida de chamar a polícia quando apertava o botão A. Mas não pensem que isso deixou triste os fãs, não porque dai eles colocaram umas magias super legais. O Axel por exemplo, tinha um soco do dragão e uma sequência de socos super massa. A Blaze, fazia uma espécie de soco laser e um golpe que lembra o chute aquele do Guile. O Max fazia uma corridinha assassina e um soco louco. E o Sammy fazia um parafuso do Dhalsim e um helicoptero da Chunli só que parado. Acho que os produtores se basearam um pouco em Street of Fighter e pra não ficar muito descarado não botaram Hadouken.

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Lembrei agora que tem até um inimigo cópia do Blanka. É, ficou descarado.

Mas o jogo é sensacional. Recomendado pra todos os nostálgicos do bom e velho 2D.

A probalidade de você ler esse post é de 100%

A má fama da matemática é notória. A pior média na maioria dos vestibulares do Brasil é sempre dela, disparado, inclusive fora do Brasil. Nos Estados Unidos a matemática é tão odiada que existe inclusive uma escritora, PhD pela UCLA, e autora de artigos científicos, que tenta desmistificar e ajudar no ensino da matéria nos EUA. Ela escreveu Math doesn`t suck no qual tenta incentivar estudantes a gostar dos números. Seu nome é Danica McKellar. Se você acha que já ouviu esse nome em algum lugar, não está enganado. Ela interpretou Winnie Cooper, a namoradinha do protagonista da série Anos Incríveis, sucesso nos anos 80 nos EUA e Brasil.


Matemática não é um saco


A guria é bonita, tem phd em matemática e foi atriz de sucesso. Sério, tem que ser chata pelo menos.

Mas eu dizia que a aritmética, voltando a matemática , o pior é que muito desse esforço pode ser ineficaz. Existe um professor que acha que o ensino de matemática no mundo está completamente errôneo. Seu nome é Professor Girafalez Arthur Benjamin, e ele afirma em uma palestra que todo o processo de ensino dessa matéria está focado com o objetivo final de ensinar cálculo aos estudantes. Segundo ele, poucas pessoas usarão esse conhecimento em suas vidas. Ao invés disso ele defende que os alunos, mesmo de ensino médio, deveriam estudar mais é probabilidade e estatística. Interpretar dados, analisar tendências, prever riscos é mais importante atualmente que saber as técnicas do cálculo. Ou seja, no dia-a-dia, saber estatística é mais útil que saber cálculo. Ele continua, explicando que em um mundo como o atual no qual existem mais incertezas que respostas absolutas o ensino da matemática deveria se atualizar também.


Se eu somar 3 maças com 3 laranjas, obtenho 6 bananas.

Com isso em mente lembrei de recente estudo de grande utilidade que comprova essa tese. Hoje em dia, quem sabe probabilidade e estatística, até na hora de ir para o auditório do programa Silvio Santos leva vantagem quando quer pegar alguns dos incríveis avioezinhos de dinheiro que o dono do baú distribui em seu programa.

Quem quer dinheiro?

PS: Colaborou com o post meu irmão