Os dois episódios de Pokemon mais tristes

Depois do sucesso do post E o anime de Pokemon vai rumo aos 700 episódios (zero comentários, update: teve um comentário que eu tinha esquecido), mais um postzinho pokemon. Êêêê.

Hoje vamos falar dos dois episódios de pokemon mais tristes, aqueles em que seu coração ficou apertado, a voz embargada, os olhos lacrimejantes. O primeiro desses episódios é episódio 21, Adeus Butterfree.


Butterfree com seu cachecol sua echarpe e a Butterfree rosinha

Nesses episódio, o pokemon borboletinha roxo de Ash mostra que é macho e se apaixona por uma butterfree rosinha. Para tentar chamar a atenção da fêmea, ele utiliza todos os tipos de artíficios, inclusive uma echarpe amarela fashion. No final, Butterfree decide deixar Ash para transar crescer e virar adulta.


A despedida


ounnnnnnnnnnnnn

Esse episódio triste é brilhantemente retratado por essa imagem, entretanto não posso dizer que o episódio é trauma de infância para mim porque eu já era crescidinha, meu trauma de infância fica por conta do cavalo do filme A história sem fim.

Um adendo para esse episódio: quem já jogou Pokemon Red, Blue ou Yellow sabe que deixar uma Butterfree ir embora pra fazer sexo é uma decisão imensamente errada já que para obter uma Butterfree, é necessário evoluir um pokemonzinho chamado Metapod. Metapod é um pokemon sem golpes no qual para evoluir é preciso uma paciência do tamanho de um Snorlax. Imagina um esforço desses jogado por água abaixo porque seu pokemonzinho quer sem vergonhice sair por aí. Mas isso não vem ao caso. Vamos seguir para o próximo episódio triste de Pokemon.

O próximo é O adeus de Pikachu. Nesse Ash encontra um vale onde vários pikachus comunistas vivem felizes, dividindo tarefas, se divertindo muito e aprontando altas confusões. Pikachu fica muito tentado a continuar na vila, já que ali ele é feliz, Ash aceita, mas no final Pikachu decidi seguir com Ash e tudo na realidade não passou de um blefe do ratinho elétrico amarelo.

A parte triste fica por conta do momento em que Ash sai correndo e relembra seus bons momentos com uma musiquinha triste tocando ao fundo.

Na real, pra mim foi muito mais triste o episódio que o Charmander evoluia pra Charmeleon e depois praquele Charizard chato desobediente, ele era tão mais bonitinho e cute cute como Charmander *_*

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Personagens coadjuvantes do Tokusatsu que marcaram nossas vidas: Miya

Meio que copiando a Tati do Respeite meus Mullets, estou lançando posts temáticos no meu blog, mas claro, tudo com o meu jeitinho. A série de posts se chama ‘personagens coadjuvantes de tokusatsu que marcaram nossas vidas’. O personagem de hoje é a Miya, aquele bichinho meigo de Jaspion, que desperta reações que vão do amor ao ódio, passando pelo desprezo e compaixão.

A Miya era um ser galáctico (adoro essa palavra) que foi adotado por Jaspion no primeiro ou segundo episódio. Seu nome provem do latim Miya que significa ser que … sério agora, seu nome vem do fato que a criaturinha só fala Miya. Isso me leva a crer que Miya é a tatatatatatataravó (faltaram 14 tatas) dos Pokémons visto que eles sofrem da mesma síndrome de só conseguir repetir o nome (exceto pelo Meowth, é isso aí).

A Mia servia pra fazer a parte cômica junto com a Anri. E também pra virar aquelas reféns fáceis do Satan Goss e seus servos capturarem. Nunca morri de amores por esse personagem, mas também não nutro um ódio que vários fãs sentem só por ela ser meio chatinha e inútil. Mas o fato é que é um personagem marcante. Na época em que assisti Jaspion pela primeira vez, eu tinha usn 4 anos e achava a Miya bastante meiga, mas reassistindo aos DVDs lançados pela Focus filmes percebi que na realidade ela era meio feinha coitada.

No entanto, a pergunta que sempe ficou é: Qual o sexo de Miya. É um personagem homem ou mulher. Quer dizer, macho ou fêmea ? Ou será que criaturas espaciais que iniciaram a linhagem dos pokémons não tem sexo ? Seria Miya Hermafrodita como supostamente é Lady Gaga ? Só o tempo nos respoderá.

Ou o pássaro dourado.

Pokemon é cultura, sempre

Um ‘bordão’ famoso do cinema é o ‘idem’ do filme Ghost – do outro lado da vida. Quem não lembra do Sam (Patrick Swayze) falando para a Molly (Demi Moore) idem após um ‘eu te amo’ ?

Ghost é daqueles filmes que eu já vi cem mil vezes, mas sempre na Rede Globo. Ou seja, sempre dublado. Portanto, não é de se espantar que eu tenha me chocado ao ler esse bordão famoso em inglês. ‘Idem’, diferentemente do que o leitor letrado em inglês deve esperar, não foi traduzido a partir da palavra ‘equal’ ou ‘same’. Vou transcrever algumas falas do filme no original pra vocês:

Molly Jensen: I love you.
Sam Wheat: Ditto.

Aqui outro diálogo bem diferente:

Molly Jensen: I love you. I really love you.
Sam Wheat: Ditto.

Sim, vocé leu bem, o ‘idem’ foi traduzido da palavra ‘ditto’ em inglês.

Graças ao jogo e anime pokemon, eu não preciso gastar preciosos minutos conferindo no dicionário se ‘ditto’ é realmente ‘idem’ para fazer a comprovação científica. Basta relembrar de Ditto, uma gosminha rosa e meiga do tipo normal de número 132 na pokeagenda cujo poder é se transformar no seu adversário, emulando todos os seus golpes.

Pokemons e seus nomes mega criativos.

PS: O que mais você esperava de um post com o título ‘Pokemon é cultura, sempre’ ?

Top 7 séries de tokusatsu

Na onda do Alexandre Nagado e do Ricardo Cruz, resolvi fazer o meu top séries de tokusatsu favoritas. Eles fizeram top 10, mas no meu blog é sempre top 7.

Cybercops
-> Uma série que eu tive a chance de baixar recentemente e assistir toda de novo, e dessa vez, com final !!! Me empolguei tanto que fiz o mais completo guia de episódios em português da série.

Winspector -> Lembra um pouco Cybercops (ou seria o contrário?), mas com seu charme próprio.

Flashman -> Aquele final apoteótico, em que eles tinham poucos dias pra destruir todos os do mal era de arrepiar. Considero melhor que Changeman, embora o Gyodai fosse o máximo também : D

Jiraya -> Um tokusatsu tratando de ninjas ! O mistério sobre o que era Pako permaneceu até quase o final do seriado ! E o melhor é que eu conheci o Jiraya!

Patrine -> Os episódios eram tão absurdos que em um deles, um dos vilões roubava os lápis das crianças na escola (!) , mas quem liga? Patrine e pequena Patrine são minhas ídolas!

Metalder -> Os melhores inimigos de todos os Tokusatus !!! Eram 5 tropas com diferentes tipos de inimigos.

Jaspion -> A busca pelo passáro dourado, a Kiuza e o Macgaren são inesquecíveis. E vão lançar o DVD no Brasil em breve!!!

Aproveitando o tema, aqui o top 5 mulheres de tokusatsu (nesse tempo ainda não era top 7 : D)

Discussão sobre o final do mangá Chobits

Como não encontrei na Internet nenhum post falando sobre o final de Chobits, só resenhas superficiais e idiotas, resolvi discutir aqui. Pra quem não sabe, Chobits é uma famosa obra do Clamp, um grupo de roteristas/desenhistas de mangá do Japão. Então, se você pretende assistir o anime ou ler o mangá, saia fora desse post imediatamente.


Chii

A obra se ambienta num futuro não muito distante, no qual robôs com aparência humana chamados de persocons convivem com os seres humanos. Esses robôs são construídos sem nenhuma finalidade além de divertir o seu compradores. Uma espécie de bicho de estimação robótico na forma de humano. Algumas pessoas claro, acabam utilizando o brinquedinho para saciar seus desejos sexuais.

O protagonista da série, Hideki Motosuwa, mais um daqueles japoneses losers que são timidos demais pra chegar numa mulher. Por isso, o sonho dele é ter um persocon só pra poder transar com ela. O problema é que persocons são caros e ele é um relés estudante de cursinho. Uma observação: os tais robôs se chamam persocons ao invés de robô porque o criador não queriam que eles seguissem as tradicionais 3 leis da robótica de Isaac Asimov.


Hideki e Chii

O que acaba acontecendo logo no início da série, é que Hideki encontra uma persocon no lixo. Claro que ele pega pra ele, e a nomeia de Chii. Ai que os mistérios começam a surgir, e só são resolvidos nos últimos momentos do seriado. Os mistérios surgem quando os amigos mais entendidos de persocon de Hideki percebem que Chii pode ser um Chobits. Chobits é um série especial de persocons que podem desenvolver sentimentos própios (persocons tradicionais devem ser programados).

O que eu acho interessante nas obras do Clamp é que elas sempre têm dois níveis que podem ser acompanhados. Um raso e um outro mais profundo. Explicarei melhor. No caso de Chobits, a história é cheia de piadinhas, com algumas partes meio hentais/ecchi, explorando especialmente a ingenuidade da Chii e do Hideki. Tirando o fato de ter uma leve pornografia, uma criança poderia acompanhar e gostar, porque é tudo muito fofinho, kawaii, engraçadinho. Mas a história na realidade não é superficial assim, pois ela tem uma outra camada que pode ser acompanhada. No caso, é todo o dilema sobre se é possível, e principalmente, se é certo se apaixonar por um ser artificial. E o Clamp coloca isso de forma homeopática sem parecer forçado: são contadas várias histórias explorando esse tema, como a história da mulher que o marido trocou pra ficar com uma persocon, o carinha que construi um persocon pra substituir sua irmã, etc.


Sumomo, a pocket persocon de Shinbo

No final de Chobits, descobre-se finalmente que de fato Chii é um chobits, e ela foi criada pelo Ichan (sim, o mesmo de Angelic Layer, o Clamp adora brincar com crossovers) para ser sua filha. Não fica bem claro porque, mas logo no inicio dá série, descobrimos que o botão de ligar/resetar a Chii fica lá naquele lugar tapado pela calcinha. Justamente por isso, sempre que alguém tentar tirar a virgindade da Chii, ela é resetada, e esquece tudo o que aconteceu. Portanto, ela procura alguém que a ame pelo o que ela é, não alguém que a veja como um mero objeto sexual. Na minha interpretação, Chii é meio que uma experiência do criador, para ver se é possível um ser humano se apaixonar por uma persocon mesmo sem a possibilidade de sexo.


Abertura do anime

Hideki mesmo sabendo disso, acaba ficando com a Chii, e o mangá termina num tenro abraço entre os dois. Inicialmente, eu achei esse final totalmente brochante (nos dois sentidos : P). Mas depois, eu acabei achando bonito, e muito condizente com os demais mangás do Clamp. Quem acompanha os mangás delas, nota que elas sempre mostram o amor como algo puro, o amor pelo amor, livre de qualquer preconceito. Tanto que existe vários casais homossexuais, e até amor (puro) entre crianças (Sakura e Shoran em CardCaptor Sakura).

É por essas e outras que embora elas produzam mangás fracos às vezes, como Angelic Layer, eu admiro demais e sou fã do trabalho do Clamp. E é por isso que elas fazem tanto sucesso, já que conseguem agradar tanto aqueles que só buscam uma obra bonitinha, como aquele público mais exigente, que quer uma história com algo a mais.

PS: Parece que no anime,tudo é bem mais conservador, no final, por exemplo, não deixam explicito várias coisas, como por exemplo, que a Chii nunca poderá ter coito (acho essa palavra engraçada : P) com Hideki, portanto, mesmo com o anime tendo uma linda animação da Mad House, músicas boas e tudo mais, leia o mangá, que foi publicado no Brasil pela JBC.

Top 5 mulheres do Tokusatsu

Esse post serve pra matar dois coelhos de uma vez: primeiro, fotos de japonesas (especialmente as peladas, sem calcinha ou com pouca roupa) sempre ajudam a aumentar os rendimentos de um blog. Segundo, e principalmente, eu sempre fui fã incondicional dos seriados japoneses de super herói, e fazer um post sobre eles, é sempre algo agradável de escrever para mim.

OBS: as fotos estão uma porcaria, mas eu não achei melhores.

1. Reiha, a ninja de Jiraya de olhos brilhantes.
A mais bela de longe, mas também, quem não se encantaria por uma mulher misteriosa vestida de pseudo ninja que trabalha para o serviço secreto do Japão e que ainda por cima tem um par de olhos brilhantes (literalmente).

2. Patrine
A estrela fascinante Patrine é pra quem gosta de colegiais heroínas japonesas, estilo Sailor Moon. Yuko Hanashima é a atriz que interpreta.


Patrine transformada


Patrine destransformada e mais velha

3. Tomoko
A unica representante feminina dos Cybercops. E uma das minhas ídolas. Policial habilidosa, tímida, mexe com computadores e brincalhona.


Tomoko no seriado


Parece que é a Tomoko nessa foto uns anos depois do seriado

4. Nefer
Pra quem gosta das meninas más, do estilo oncinha, e não se importa com cabelos pintados de branco, Nefer é a escolha certa. Ainda por cima, o chicotinho acompanha. Ela era chefe de outras duas mulheres que se vestiam como gatinhas, Urk e Kitty. Mas elas eram meio feias. Se você achou a Nefer uma má opção, fiquem com a Sara, a Yellow Flash. A única que conseguiu encontrar seus pais verdadeiros no final de Flashman.


Urk, Nefer e Kitty, guerreiras do mal. Mas no fim do seriado parece que a Nefer vira do bem.


Sara, a yellowflash.

5. Aracnin Morgana
Na realidade ela não é bonita (ok, ela é horrorosa), mas ela é tão petulante, que pode conquistar. De fato, ela ja conquistou. Num dos episódios de Jiraya, ela deixa bem claro que já teve um caso com Dokusai (deve ser dai que veio os chifres). Dokusai é o chefe da familia dos feiticeiros e rival da família de Jiraya. Inclusive, nesse episódio, Morgana passa a mão na bunda do Dokusai na maior cara de pau!


Morgana, eu avisei que ela não era bonita


A família dos feiticeiros: Dokusai é o de chifres

Ócio criativo e Cybercops

Pra quem ainda não sabe, me formei em ciência da computação pela UFRGS (clap clap pra mim, obrigada, formatura em meados de Agosto). Como eu não estava estagiando, nem trabalhando, desde o dia 10 de Julho me encontro no mais puro ócio. E como era de se esperar, estou adorando : P

Uma das muitas coisas que tive chance de fazer nesse ócio foi assistir Cybercops inteirinho de novo, só que dessa vez, tive a chance de ver o final (que é muito legal e meio triste até), já que na primeira vez que assisti, há uns 15 anos na rede Manchete, os últimos 4 episódios de um total de 34 não foram exibidos.

Por isso, aproveitei e escrevi um guia de episódios completinho, coisa que eu não encontrei na Internet inteira. Se algum site de tokusatsu por exemplo quiser copiar, dê os créditos para meu blog por favor.


Os atores do seriado atualmente. No canto superior esquerdo, a Tomoko, que nitidamente baranguiou total

1 – A chegada de Júpiter: A cena inicial são os 3 cybercops destransformados mais Tomoko tocando numa casa de shows. Até que surge um chamado para prender criminosos. As armaduras e armas são apresentadas. Depois surge a Destrap (a organização inimiga). Os Cybercops não conseguem dar conta, mas surge um policial com amnésia chamado Shinya Takeda. Ele meio que sem saber porque, entra na cabine de transformação e se torna Júpiter, o cybercop mais poderoso. A cyber Força dele é apresentada e o inimigo derrotado.

# 2 – A cidade do futuro: Takeda entra no ZAC (polícia responsável pelos Cybercops) e começa a treinar. Nos restos de uma cidade aparentemente do futuro, um inimigo surge. Os cybercops detém ele.

# 3 – O combate ao tanque Cyborg: Um tanque supostamente mais poderoso que a equipe do ZAC é construído para substituir os Cybercops. Mas mais tarde o tanque sai do controle e começa a atacar todo mundo.

4 – Pânico na cidade! A ameaça do computador: Uma super programadora que só acredita nos computadores e não nos humanos é visada pela Destrap já que ela poderia fazer vírus e enlouquecer os computadores de Tóquio. Obviamente ela é detida.

# 5 – Um príncipe em apuros: Um príncipe mimado de um país não revelado chega ao Japão. Pelas estimativas da Destrap ele será o lider mundialno futuro, por isso ele deve ser morto, mas novamente os Cybercops entram em ação para impedir.

6 – O rapto de Oda: Oda, o chefe dos Cybercops vai flertar uma mulher mas cai numa armadilha e é raptado pela Destrap. Nesse episódio descobrimos que Marte foi adotado por Oda.

7 – Avião de combate ataca a metrópole: Esse episódio tem uma cena muito legal: a armadura do Marte é semi-destruída, e por isso, ele arranca o capacete. Adoro essas cenas em que destroem a armadura. No episódio a Destrap usa uns aviões estilo caça pra destruir Tóquio.

# 8 – A usina de energia por um triz: Uma usina de energia é atacada, a mãe de mercúrio tenta convencer ele a sair da polícia, mas ele não sai. Conhecemos um pouquinho do passado do mercúrio.

9 – Segurança em risco. Corra Blade-Liner: A Destrap quer destruir a base dos Cybercops, mas ela fica no subsolo, por isso, nem uma bomba atômica poderia destruir. O plano deles então é roubar um cybercard para entrar na base da polícia pela tubulação por onde saem as cyber armas (que plano mirabolante). O cybercard é roubado de Saturno por uma garota que o distrai dando um beijo nele (podemos notar que garotas conseguem facilmente ludibriar os policiais japoneses, ver episódio 6). Nesse episódio aparece a moto do Júpiter, que parece a moto do Kaneda do filme Akira.

10 – Arrepios no hotel mal-assombrado: No início desse episódio deu até pena da Miho: levou um fora do feioso do Takeda (e depois rola um super ciúmes da Tomoko hahaha). Bom, como consta no título, o episódio é sobre um hotel mal-assombrado. A cena com o Saturno com medo de entrar no hotel é ótima. E nesse episódio, um dos radares da armadura dele é destruído!

# 11 – Ameaça na auto-estrada! Surge um tanque aéreo: A Destrap faz um tanque do mal, uma motoqueira ajuda o Takeda porque ele dirige motos bem.

# 12 – O menino e o dragão: É natal. Um menino tem um dragão de estimação que ataca a cidade. Nesse episódio.

# 13 – Satélite ameaça destruir Tóquio: Satélite do mal ameaça destruir Tóquio, mas o Júpiter impede. Acontece um draminha no qual parece que o Takeda morreu, mas óbvio que isso não acontece.

14 – O segredo de Takeda: A partir daqui vem uma leva de excelentes episódios. No início do episódio já quase rola um beijo entre Takeda e Tomoko. Depois, um jogo de video game feito pela Destrap é vendido para a Miho. Só que este jogo é capaz de controlar a mente dos Cybercops e faze-los lutar entre si. Nesse episódio acontece o combate mais esperado pelos fãs até então: a luta entre Júpiter e Marte. Informações sobre o passado (ou futuro) de Takeda são finalmente reveladas. Barão Kageyama conta que no futuro, existe uma grande guerra: de um lado as pessoas que querem que o mundo seja comandado por um computador (os siliconióides), do outro lado, os opositores a idéia. Barão Kageyama é do primeiro grupo, e tenta convencer que Takeda era seu amigo (além de um assassino). A partir desse episódio, muda o encerramento. Prefiria quando era a bandinha.

15 – Júpiter, a esperança do futuro: Tomoko encontra Takeda (que tinha fugido da base, confuso). Um vírus, P4B2 deve ser impedido de se espalhar pela cidade. Júpiter por ser do futuro, aparentemente é imune ao vírus. Esse episódio tem um erro de continuidade, quando Júpiter vai se transformar, a roupa dele é uma, mas minutos antes era outra.

16 – Lúcifer, o emissário do demónio: Outro episódio sensacional. Um dos personagens mais legais surge, Lúcifer. Os Cybercops vão para uma vila de pessoas que são contra o uso da tecnologia (uma espécie de velho oeste japonês). Lá, Lúcifer ataca. Lúcifer, assim como Takeda, veio do futuro e perdeu a memória. Lúcifer é o mais poderoso, bonito e arrogante de todos: “Só quem tem a força pode praticar a justiça”. A armadura dele é o máximo também. As razões de Lúcifer para lutar não são reveladas. Lúcifer leva uma cyber força, mas como ele é poderosão, não morre. A partir desse episódio, a abertura muda um pouco, para Lúcifer aparecer.

17 – O desafio de Lúcifer: Takeda dá nos dedos do Ryouti, chamando ele de fanfarrão porque ele só pensa em mulheres e na banda. Ainda por cima o chama de covarde na hora da luta. Dai o Ryouti se revolta e vai lutar contra o Lúcifer secretamente. Óbvio que leva um pau daqueles. Dai Saturno entrega um disquete com dados da luta para o Marte entregar para o Takeda. Só que o Marte olha o disquete e vai lá enfrentar Lúcifer sozinho. Adivinha o que acontece ? Apanha nas fuças. Dai Mercúrio e Júpiter chegam. Júpiter luta contra Lúcifer e adivinhem ? Apanha !!! O Lúcifer é muito irônico: “preparei um caixão pra você”. Mas ai a Tomoko chega e se abraça no Júpiter. Lúcifer vai embora porque não quer mata-la.

18 – Cristalo! A força dominadora: Mercúrio, Marte e Saturno decidem fazer um treinamento especial para não precisar mais depender de Júpiter. A Destrap está por destruir Júpiter, mas Lúcifer impede pois quer destruir Takeda com suas próprias mãos. A Destrap apresenta o Cristalo, uma arma que impede que o Júpiter usa a cyberforça.

19 – A revolta de Tomoko: Tomoko fica decepcionada porque não ganha uma unidade cyber pra ela. Depois ela é escolhida para ser instrutora da polícia feminina. Lá, um clone assume seu lugar, causando vários problemas. Os Cybercops devem se vestir de mulher para investigar o departamento feminino.

20 – O segredo dos Cybercops: Uma fotográfa entra no ZAC para fazer uma reportagem. Lúcifer conta que Takeda no futuro explodiu a torre Babylon, traindo seus companheiros do bem (ou seja, no futuro, Takeda e Lúcifer lutavam no mesmo grupo, contra os siliconióides). Lúcifer não acredita que Takeda possa ser do bem mesmo com os demais cybercops afirmando. Lúcifer diz que vai esperar Júpiter recuperar a memória, e até lá, não se aliará a ninguém.

21 – A hora da verdade: Uma experiência com o cérebro de Takeda funciona, e as lembranças de Takeda são colocadas num disquete. Mas antes que os Cybercops possam assistir, Barão Kageyama rouba o disquete. O espectador (mas não os Cybercops) finalmente fica sabendo do que houve: Kageyama botou uma bomba na torre Babylon, Júpiter chega, pega a bomba, e nesse instante Lúcifer chega, achando que o culpado era Júpiter. Nesse momento a bomba explode (matando vários amigos de Júpiter e Lúcifer) e abre um porta dimensional que leva os três para o passado. Entretanto, apenas Takeda perde a memória. No final desse episódio uma luta muito disputada entre Júpiter e Lúcifer, que faz Júpiter finalmente lembrar de tudo.

22 – Os falsos Cybercops: A Destrap cria uns cybercops do mal (até com cyberorça fake), que dão um pau nos verdadeiros. Dai chamam o exército, mas também não adianta. Dai a Tomoko descobre que o problema é a falta de trabalho em equipe. Aí tem uma hora que a Tomoko ajuda, e por causa dela (e do trabalho em equipe) os verdadeiros Cybercops vencem !

23 – O Homem de Honk Kong: Um andróide que sabe várias artes marciais do mundo e que veste uma roupa de palhaço ataca os Cybercops. Ao mesmo tempo, um cara da polícia de Honk Kong é enviado para o ZAC para treina-los. Júpiter desconfia que era o mesmo cara, mas não era. Juntos, eles destroem o andróide.

24 – O ataque dos mísseis: Um novo plano da Destrap consiste no lançamento de vários misseis. Tomoko é presa dentro da base da Destrap. Os cybercops chegam até lá para destruir os míssies e salvar Tomoko. Durante a luta, a base da Destrap é completamente destruida e Dr. Einstein é morto.

25 – A vingança de Luna: Luna, irmã de Einstein, e seus soldados prendem Tomoko e atacam os Cybercops.

# 26 – A fortaleza Inimiga: Uma aranha gigante ataca numa floresta. O plano de Luna é destruir um avião que tem a bordo Tomoko. Os Cybercops com ajuda de Lúcifer impedem.

# 27 – Falha na unidade Cyber: A Destrap faz ajustes na cabine de transfomação para causar falhas nas armaduras dos Cybercops. Os irmão de Ryouti aparecem pra rever o irmão.

# 28 – O Dirigível Bomba: Vários dirigíveis com bombas dentro são lançados pela Destrap para se chocarem na Torre de Tóquio.

29 – Tomoko na mira da Destrap: A Destrap pensa em atacar o ponto fraco dos Cybercops: a policial Tomoko. Enquanto isso Tomoko pensa em casar com um amor de infância com o qual ela troca correspondências. Ai o Marte dá a real pro Takeda e diz quea Tomoko gosta do Takeda e só tem pena do amor de infância. Takeda fica confuso. No fim Tomoko rejeita o amor de infância, e tem mais uma lutinha contra a Destrap.

# 30 – A carga da morte: Marte deve transportar um explosivo liquido que está sendo pesquisado. A Destrap tenta roubar.

31 – O roubo do Cyber Thunder Arm: A Destrap usa um monstro que usa técnicas de bilhar. O monstro consegue roubar o Cyber thunder arm de Takeda e usa-lo. Até o capitão Oda sai ferido. São tantos ataques que a imprensa começa a criticar os Cybercops. Tantos que Takeda até pede demissão por um momento. No fim o cyber thunder arm é recuperado.

32 – Ataque ao alojamento do Cybercops: O episódio começa com algumas lembranças dos melhores momentos da série (já preparando terreno para os dois episódios finais). O Akira acaba revelando onde é o esconderijo dos Cybercops para Luna disfarçada (e ela começa a se apaixonar por Marte).

33 – Proteção ao trem expresso: Nesse episódio descobrimos que todo mundo da Destrap, exceto barão Kageyama, são andróides programados com sentimentos humanos, inclusive Luna e Fuher (ou seja, Kageyama é um programador dos bons). Só que eles não sabem disso. O primeiro a ser destruído pelos Cybercops é o cientista Floyd. Nesse episódio Oda motra que tem um anel dos lanternas verdes : P e com ele mata a madame aquela de cabelo branco, que traiu Kageyama depois de descobrir que ela era um andróide. Kageyama pretende destruir o trem onde esta Tomoko e Akira.

34 – Neo Tokyo em perigo, a vitória final: A frase que todos queriam escutar acontece nesse episódio. Marte fala pra Tomoko o seguinte: Tomoko, se eu morrer, diga a Júpiter que ele não é mais um amador : ) Luna torna-se do bem. Kageyama obriga Fuher a se fundir com ele para ficar mais poderoso. Luna conta aos Cybercops onde fica a nova base secreta da Destrap. Luna morre os braços de Akira, numa cena bem legal. Barão Kageyama conta que quer que os computadores dominem a Terra para que a natureza não seja destruida (no século 23 os humanos já destruiram tudo). Mas os Cybercops não aceitam o argumento e vão batalhar. Lúcifer une as forças com Júpiter e conseguem destruir Barão Kageyama. Na batalha uma fenda para o futuro é aberta. Todos convencem Júpiter a ir para o futuro. Tomoko apaixonada decide ir junto. Um final não completamente feliz (uma vez que Júpiter e Tomoko ficaram separados do grupo), mas muito condizente com a série.