Os dois episódios de Pokemon mais tristes

Depois do sucesso do post E o anime de Pokemon vai rumo aos 700 episódios (zero comentários, update: teve um comentário que eu tinha esquecido), mais um postzinho pokemon. Êêêê.

Hoje vamos falar dos dois episódios de pokemon mais tristes, aqueles em que seu coração ficou apertado, a voz embargada, os olhos lacrimejantes. O primeiro desses episódios é episódio 21, Adeus Butterfree.


Butterfree com seu cachecol sua echarpe e a Butterfree rosinha

Nesses episódio, o pokemon borboletinha roxo de Ash mostra que é macho e se apaixona por uma butterfree rosinha. Para tentar chamar a atenção da fêmea, ele utiliza todos os tipos de artíficios, inclusive uma echarpe amarela fashion. No final, Butterfree decide deixar Ash para transar crescer e virar adulta.


A despedida


ounnnnnnnnnnnnn

Esse episódio triste é brilhantemente retratado por essa imagem, entretanto não posso dizer que o episódio é trauma de infância para mim porque eu já era crescidinha, meu trauma de infância fica por conta do cavalo do filme A história sem fim.

Um adendo para esse episódio: quem já jogou Pokemon Red, Blue ou Yellow sabe que deixar uma Butterfree ir embora pra fazer sexo é uma decisão imensamente errada já que para obter uma Butterfree, é necessário evoluir um pokemonzinho chamado Metapod. Metapod é um pokemon sem golpes no qual para evoluir é preciso uma paciência do tamanho de um Snorlax. Imagina um esforço desses jogado por água abaixo porque seu pokemonzinho quer sem vergonhice sair por aí. Mas isso não vem ao caso. Vamos seguir para o próximo episódio triste de Pokemon.

O próximo é O adeus de Pikachu. Nesse Ash encontra um vale onde vários pikachus comunistas vivem felizes, dividindo tarefas, se divertindo muito e aprontando altas confusões. Pikachu fica muito tentado a continuar na vila, já que ali ele é feliz, Ash aceita, mas no final Pikachu decidi seguir com Ash e tudo na realidade não passou de um blefe do ratinho elétrico amarelo.

A parte triste fica por conta do momento em que Ash sai correndo e relembra seus bons momentos com uma musiquinha triste tocando ao fundo.

Na real, pra mim foi muito mais triste o episódio que o Charmander evoluia pra Charmeleon e depois praquele Charizard chato desobediente, ele era tão mais bonitinho e cute cute como Charmander *_*

E o anime de Pokemon vai rumo aos 700 episódios … e eu com isso?

Antes de iniciar o post, assista esse vídeo SENSACIONAL para entrar no clima de pokemon. Mostra aquilo que você sempre quis saber! Mostra o que acontece dentro da Pokebola. Aproveite e tente descobrir o erro do video.

Caro pokefã, o erro é óbvio, o Pikachu não gosta de entrar na pokebola, se houvesse aquela festinha marota ali dentro vocês acham que ele não ia gostar? Aquele safadinho amarelo? : P

Ainda me lembro quando o anime estreou no Brasil e iniciou a febre Pokemon. Pokemon é daqueles animes que começaram legais. Garoto de 10 anos sai em busca de 8 insígnias para poder ter acesso ao torneio mundial, para assim poder virar um mestre Pokemon. Para ganhar cada insígnia, ele deveria derrotar o mestre de um ginásio, e esses ginásios estavam espalhados pelo mundo.

O legal era isso, cada vez que Ash conquistava uma insignia, o final ficava mais próximo. Os episódios fillers (encheção de morcilha) nem incomodavam tanto. Ai o Ash finalmente conquista as 8 e se prepara pro torneio. Episódios todos muito legais. Adorei quando ele perde, deu aquele drama pra série. Mostrou pro Ash que a vida não é sempre um moranguinho. Curto isso em animes. Ai ele voltou pra casa e eu pensava com meus botões: e agora, o que vai ser do seriado? Os roteiristas sabiam, criaram uma nova liga, a liga laranja. Pra vence-la, você deveria conquistar não sei quantas insígnias num outro continente novo. Assisti e tal, apesar de os episódios estarem mais chatos. Aí o Ash ganha a liga laranja e guess what, ele vai pra uma terceira liga. Tudo que muda é a roupa dele. E os persongens coadjuvantes que o seguem na jornada. E depois o que acontece? Uma outra liga, e outra, e outra. Nem sei mais o que é necessário pra ser considerado mestre pokemon. Ganhar 3 ligas? Todas? Uma?

O que me irritou e fez eu parar de ver foi o fato a tal jornada pokemon virou algo sem sentido. Você nem liga mais se ele está conquistando mais insígnias, já que vencer o tal campeonato não vai fazer dele o mestre pokemon, vai só fazer ter outra jornada em algum continente novo que vão inventar, este claro, com novos pokemons.

Além disso, incomoda o fato do Ash não amadurecer na jornada. Vejam bem, Goku amadureceu na jornada dele, Harry Potter amadureceu, até o Naruto !!! mas o Ash, continua o mesmo molequinho de 10 ou 11 anos. Depois de mais de 10 anos do anime passando na TV, o público todo que assistia cresceu, era dever o personagem crescer junto. Eu sei que é um anime direcionado pra crianças e eu não devia estar ligando pra isso, mas Dragon Ball e Naruto também não são ???

Alguns podem dizer que eu deixei de ver e gostar simplesmente porque cresci (ao contrário do Ash), mas acho que não, já era adulta quando comecei a ver ; P

Pokemon serious business.

OBS 1: Nunca se esqueçam, Pokemon é cultura.

OBS 2: Não dá pra fazer um post de pokemon sem postar esse trailer falso feito por fãs. Se não viu ainda, assista, você sabe que eu só posto vídeo bom. E se já viu, vê de novo, você já sabe que é o melhor trailer falso feitos por fãs já criado.

OBS 3: Pokemon vai aos 700 episódios, e esse blog vai aos 400 posts, esse é o post número 400 ! Que bom que ao diferentemente de Pokemon, meu blog amadurece … será? : P

Dublagem de Dragon Ball Kai sem a voz do Goku: bastidores

Foi anunciado na Henshin que Wendel Bezerra, o dublador do Goku, não está no elenco de Dragon Ball Kai, anime já resenhado pelo bitpop aqui.

Segundo o Dublador, a BKS é uma empresa que não prestigia o seu trabalho, nunca chama ele, e blá blá blá.

Nas suas palavras:

Se fosse uma série nova, certamente eles não me chamariam. E quem não me prestigia, eu não sinto vontade de prestigiar.

Puxa, na hora de ir em evento de anime, Nerdcast, e tudo mais, ele (o Wendel) vai, diz que ama o carinho dos fãs, e tudo mais, não seria essa exatamente a hora de retribuir o tal carinho? De fazer um esforço pra que a série não fique com uma dublagem bosta? Porque quem mais sai perdendo com essa briga é o fã né? Convenhamos, por melhor que seja a dublagem, a voz do Goku sempre será do Wendel. Será que o Wendel não podia ter deixado a briga de lado só dessa vez? Ter feito um esforço pelos fãs?

Mas bom, aí eu lembrei que não é a primeira vez que isso acontece. Isso aconteceu outra vez, dessa vez com quase todo o elenco original de Sailor Moon, que foi trocado, incluindo a dubladora da Serena, a Marli Bortoletto, isso quando Sailor Moon foi passado para a BKS tomar conta.

E lembrei de outra coisa, CardCaptor Sakura foi todo dublado na BKS, mas quando o segundo filme de CardCaptor Sakura foi dublado, o estúdio escolhido foi a Álamo, no qual o Wendel trabalha. Adivinhem o que aconteceu? A Daniela Piquet, filha da dona da BKS e dubladora da Sakura, não a dublou.

Fica óbvio que:

Uma penca de dublador tem algum problema com a Daniela Piquet e/ou BKS. Por penca de dublador entenda pelo menos com vários dubladores de Sailor Moon e o Wendel.

Aí eu penso, puxa vida, a BKS deve ser uma bosta de empresa de dublagem. Não que os trabalhos sejam ruins, porque são todos bem dublados lá, mas ruim porque é incrível como eles conseguem causar tanta repúdio em tanto dublador diferente. O fato é, se um anime que tinha uma dublagem anterior for pra lá, as chances de ele mudar de dublagem são bem altas.

Claro que eu entendo o lado dos dubladores que não trabalham lá, ninguém quer trabalhar numa empresa que faz panelinha e tal. Mas ai vem o ato nobre da BKS: Mesmo sendo uma empresa que aparentemente semeia discórdia e não gosta do Wendel porque nunca o chama, eles o chamaram e fizeram aparentemente de tudo pra que ele fizesse a dublagem. Nas palavras da BKS:

“Sabemos que o Wendel e o Wellington atuam como diretores de dublagem na Álamo, por isso decidimos até estender nosso horário de trabalho, que se encerra as 18h30, até as 22h para que os dois pudessem vir dublar aqui”

Tudo bem que a BKS tinha interesse que ele participasse, pra dublagem que a BKS está fazendo não seja criticada pelos fãs, mas mesmo assim, a BKS deixou pelo menos dessa vez a briguinha de lado, fizeram digamos um cessar fogo, e chamaram o cara, e ainda por cima, fizeram regalia pra ele poder ir extendendo o horário de funcionamento.

O Wendel não quis assim mesmo. Não pode esquecer a briga nem nesse caso.

Claro que talvez tenha mais coisas que a gente não sabe, mas esses são os fatos conhecidos.

E aí, o que vocês acham?

Personagens coadjuvantes do Tokusatsu que marcaram nossas vidas: Miya

Meio que copiando a Tati do Respeite meus Mullets, estou lançando posts temáticos no meu blog, mas claro, tudo com o meu jeitinho. A série de posts se chama ‘personagens coadjuvantes de tokusatsu que marcaram nossas vidas’. O personagem de hoje é a Miya, aquele bichinho meigo de Jaspion, que desperta reações que vão do amor ao ódio, passando pelo desprezo e compaixão.

A Miya era um ser galáctico (adoro essa palavra) que foi adotado por Jaspion no primeiro ou segundo episódio. Seu nome provem do latim Miya que significa ser que … sério agora, seu nome vem do fato que a criaturinha só fala Miya. Isso me leva a crer que Miya é a tatatatatatataravó (faltaram 14 tatas) dos Pokémons visto que eles sofrem da mesma síndrome de só conseguir repetir o nome (exceto pelo Meowth, é isso aí).

A Mia servia pra fazer a parte cômica junto com a Anri. E também pra virar aquelas reféns fáceis do Satan Goss e seus servos capturarem. Nunca morri de amores por esse personagem, mas também não nutro um ódio que vários fãs sentem só por ela ser meio chatinha e inútil. Mas o fato é que é um personagem marcante. Na época em que assisti Jaspion pela primeira vez, eu tinha usn 4 anos e achava a Miya bastante meiga, mas reassistindo aos DVDs lançados pela Focus filmes percebi que na realidade ela era meio feinha coitada.

No entanto, a pergunta que sempe ficou é: Qual o sexo de Miya. É um personagem homem ou mulher. Quer dizer, macho ou fêmea ? Ou será que criaturas espaciais que iniciaram a linhagem dos pokémons não tem sexo ? Seria Miya Hermafrodita como supostamente é Lady Gaga ? Só o tempo nos respoderá.

Ou o pássaro dourado.

Pokemon é cultura, sempre

Um ‘bordão’ famoso do cinema é o ‘idem’ do filme Ghost – do outro lado da vida. Quem não lembra do Sam (Patrick Swayze) falando para a Molly (Demi Moore) idem após um ‘eu te amo’ ?

Ghost é daqueles filmes que eu já vi cem mil vezes, mas sempre na Rede Globo. Ou seja, sempre dublado. Portanto, não é de se espantar que eu tenha me chocado ao ler esse bordão famoso em inglês. ‘Idem’, diferentemente do que o leitor letrado em inglês deve esperar, não foi traduzido a partir da palavra ‘equal’ ou ‘same’. Vou transcrever algumas falas do filme no original pra vocês:

Molly Jensen: I love you.
Sam Wheat: Ditto.

Aqui outro diálogo bem diferente:

Molly Jensen: I love you. I really love you.
Sam Wheat: Ditto.

Sim, vocé leu bem, o ‘idem’ foi traduzido da palavra ‘ditto’ em inglês.

Graças ao jogo e anime pokemon, eu não preciso gastar preciosos minutos conferindo no dicionário se ‘ditto’ é realmente ‘idem’ para fazer a comprovação científica. Basta relembrar de Ditto, uma gosminha rosa e meiga do tipo normal de número 132 na pokeagenda cujo poder é se transformar no seu adversário, emulando todos os seus golpes.

Pokemons e seus nomes mega criativos.

PS: O que mais você esperava de um post com o título ‘Pokemon é cultura, sempre’ ?

Dragon Ball Kai = Dragon_Ball_Z.zip

Já teve tanto rumor de uma nova versão de Dragon Ball, mas tanto rumor falso, tipo Dragon Ball AF, que quando ouvi fala do Dragon Ball Kai nem dei bola, achei que era só mais um hoax qualquer. Mas não é que o negócio é de verdade mesmo?

Não são novos episódios, mas um remake de Dragon Ball Z com o diferencial de não ter toda a enrolação. Uma espécie de “director’s cut” Como assim?

Bom, no Japão, os animes começam a ser produzidos logo que um mangá começa a fazer sucesso. O problema é que mesmo com só um episódio transmitido por semana, logo o anime alcança a parte da história que o mangá está. Claro que para adiar isso ao máximo, muitas produtoras de anime tentam deixar o ritmo da história bem mais lento, mesmo que isso não seja a intenção original do autor da história. Além disso, existe a grande inclusão de fillers, isto é, histórias criadas especialmente para o anime não existentes no mangá, apenas pra dar tempo do mangaka (autor de mangá) de criar mais histórias.

Embora seja comum os fillers nos animes, Dragon Ball Z é um dos destaques nesse quesito: ele é amplamente reconhecido pelo seu fator enrolation: as 4 sagas do mangá viraram nada menos que 291 episódios, o que é um número formidável mesmo em se tratando de animes longos, nem Naruto tem tanto. O único que eu me recordo que tem mais episódios do que isso é One Piece (que já passa dos 400). O objetivo de Dragon Ball Kai é recontar a mesmíssima história de Dragon Ball Z em enxutos 100 episódios, vejam bem, em pouco mais de 33% do tempo do anime original, ficando com um ritmo mais parecido com o do mangá, sem os fillers e a enrolation não intencional do autor.

Mas Dragon Ball Kai não é “só” um Dragon Ball Z com menos episódios, ele também tem toda uma trilha sonora nova. E isso inclui abertura, encerramento e as músicas de fundo. E nesse quesito DBKai perde feio. A abertura e encerramento são bons, o que eu não entendo é porque não criaram uma música nova em que o Hironobu Kageyama fosse o cantor. Kageyama cantou quase todas as músicas de DBZ, inclusive a inesquecível Chala head Chala, ele é a voz do anime, e tira-lo de Kai pra mim foi um erro, mesmo com a justificativa dos produtores quererem fazer algo novo, acho que o Kageyama podia muito bem ser mantido com novas canções, afinal, o cantor está na ativa, e frequentemente participa de convenções otaku. Mas o pior mesmo é as músicas de fundo. As de DBZ são muito boas e por enquanto, DBKai não marcou nesse aspecto.

Mas vamos logo comentar a a questão principal, o número de episódios. Não que DBZ seja legal por causa da enrolação, mas cortes demais também é ruim, e DBKai parece que exagera nisso. Por exemplo, em DBKai, o Goku anda pelo caminho da Serpente durante dois episódios! Eu disse dois! Uma serpente que tem 1 milhão de quilometros é percorrida em 2 episódios ao passo que em DBZ o percorrimento dela leva mais de 10 epis chutando por baixo! O mesmo pode ser dito do treinamento do Gohan feito pelo Piccolo. Em DBZ aparece todo o desenvolvimento dele de garoto chorão para guerreiro, já em Dragon Ball Kai, ele logo desce daquela montanha e começa a lutar! A parte que ele ganha a roupa igual a do Piccolo nem é mostrada também.

Falta um desenvolvimento melhor da história nessa versão resumida. As coisas acontecem rápido demais. Claro, essa nova versão elimina muita coisa chata, como as mulheres serpentes que o Goku conhece e o amiguinho robô do Gohan só pra citar alguns exemplos. Mas tem corte demais. Acho que de repente 150 ou 170 episódios teria sido um número mais adequado. De repente na Saga Freeza eles consigam achar um ritmo melhor (se é que é possível em 100 episódios), mas pelo menos a Saga dos Sayajins (primeira saga) tá rápida demais.

Mas não deixo de imaginar o que eu pensaria se eu tivesse visto Dragon Ball Kai antes de DBZ, talvez que DBZ é enroladaço e Dragon Ball Kai tem o balanço perfeito : P

Mesmo com esses contras, tá sendo MUITO legal ver o Dragon Ball Kai. Não tenho tempo/saco pra rever quase 300 episódios de novo mas rever a mesma série em só 100, e ainda por cima com uma animação bem melhorada está sendo ótimo. Falando na animação, a de DBZ por ser antiga, era bem ruim, e agora tá OK, refeita em widescreen e mantendo o character design original. Sobre isso, baixe o anime em alta qualidade pra poder aproveitar bem esse ponto. Pena que tá havendo uma pequena censura em relação a presença de sangue em comparação a versão Z. Não que sangue seja o importante na história, não acho que DBZ seja legal pela violência, mas pra que amaciar essa versão nova? Qual o objetivo? Ser mais comercializavel nos exterior pela TOEI?

Mesmo com os contras, recomendado, tanto para fãs como não fãs! Tô super ansiosa pra ver a minha saga favorita, a saga Cell em DBKai.

Logo a série deve chegar no Brasil, dublada, já que Dragon Ball é um anime de muito sucesso e apelo, mas como vai demorar, o jeito é procurar por sites de download e ver a versão em japonês legendada.

Review do box de dvds dos Changeman

A qualidade da caixinha e dos dvds é maravilhosa e mesmo a imagem não tendo sido remasterizada ainda tá bastante aceitável. E ter a mesma dublagem em português dos tempos da Rede Manchete e ainda o original em japonês faz a gente nem se incomodar tanto com o fato de não ter nenhum extra acompanhando.


Hayate dando uma surra na galera do mal

Changeman é um dos tokusatsus que eu menos gosto, por exemplo, nem está no meu top 7 definitivo mas ainda assim é legalzinho, embora tenha vários episódios chatinhos. A abertura cantada pelo Hironobu Kageyama, mesmo cantor da abertura de Dragon Ball Z, é uma das melhores de todos os tokusatsus.

Eu também gosto do clima militar da série, que dá um tom de realismo (pra um tokusatsu). Na série, meus personagens favoritos são o Hayate (Change Grifon), porque ele é o mais bonitinho e pegador (e o ator envelheceu bem), o sargento Ibuki porque ele é brabo, a Shima, porque ela (ou seria ele?) tem uma voz engraçada de quem comeu mamão com abacate.


Hayate levando flores pra peguete dele

Também curto o Sr. Bazoo, porque ele é azul e evil, e claro, o Gyoudai, mas ele é hours concour né, tem um olho dentro da boca, mãos em forma de bengala e já conseguiu até atacar personalidades como o Lasier Martins.

Todo bom seriado japonês tem sempre uns monstrinhos fracos que aparecem em todos os episódios só pra fazer os heróis lutarem com eles antes de lutar com o monstro da semana. No caso de Jiraya os tais soldados eram os corvos:


Corvos do Jiraya

No caso de Flashman, eram uns monstrinhos vermelhos parecidos com formigas. Em Changeman, são esses bichos azuis com cara maléfica.


Vou te pegar!!!

O interessante é que eu sempre escutei que o nome deles era soldados lider. Eu sei que não fazia muito sentido porque eles podiam ser tudo menos líderes, mas sempre achei que fosse esse o nome. Só que reassististindo Changeman 20 anos depois, eu comecei a notar que eles não pronunciavam bem isso. Prestando mais atenção, eu comecei a achar que era então soldados Hitler ! Já imaginaram o Hitler azul e loiro, ou esses bichos com bigodinho. Não faz sentido né, ai fiz o mais sensato: coloquei legendas pra ver como era escrito. E então finalmente percebi que eram soldados Hidler !

Outro detalhe pitoresco é os capacetes dos Changeman. Por exemplo, esse é o capacete da Change Mermaid.


Sereia dos mares

Como dá pra ver, o símbolo é uma sereia, o que faz sentido visto que mermaid é sereia em inglês. A Change fênix, como era de se esperar, tem o desenho de uma fênix (ohhh). O mesmo vale pro Change Pégasus e Chage Grifon.

Mas e o Change Dragon ? Eu achava muito estranho porque não parecia um dragão aquele alienzinho no capacete dele, mas graças aos DVDs, pude ver que era sim um dragão, e aqueles bracinhos não era bracinhos, eram o bigode do dragão.


Não achei imagem mais próxima e em boa definição

Bom, quem quiser um guia de episódios bacana desse seriado, recomendo esse. Não tá completo ainda, mas tem resumos bem bons dos episódios, imagens e muitas fotos.

E também recomendo esse video mostrando um brinquedo da Base Shuttle lançado só no Japão que é totalmente perfeita.