Top 7 melhores longas de animação da Disney

E ai vai meu top 7 desenhos favoritos da Disney, lembrando que filmes 3D da Pixar não entram na competição.

1. O rei Leão: Forever o melhor filme da Disney. Nossa, chorei 5034323049820938 milhões de vezes com esse filme. Início grandioso, músicas maravilhosas, drama, tensão, alegria, tudo num filme só. Passa pela regra dos 15 anos fácil. Arrepio assistindo sempre!!! Música favorita: I just can’t wait to be king (O que eu quero mais é ser rei), uma das poucas que prefiro em português.

2. A Bela e a Fera: Uma linda história de amor que se passa na França, mas claro, também com partes de tensão, especialmente quando a Bela é confinada no castelo. Música favorita: Tale as old as time (não sei o título em português).

3. Aladdin: O gênio é o melhor personagem certoooo. Música favorita: A whole new World (Um mundo ideal).

4. Mogli, o menino lobo: filme meio esquecido pela galera mas ÓTIMO. Música favorita: Bare necessities (Somente o necessário)

5. Mulan: um filme sobre coragem com uma cultura que eu acho super bonita. Música favorita: não tenho.

6. Pinóquio: o filme tem umas cenas bem darks e partes meio tristes, dizem que não tem nada a ver com a história original, mas é bom igual. Melhor personagem é claro que é o grilo falante. Música favorita: When you wish upon a star.

7. Tarzan: Eu nem gosto muito da história do Tarzan, mas o filme ficou tão bem feito, com umas cenas tão legais (quando o Tarzan surfa pelas árvores), partes tão engraçadinhas e tristes que entrou na lista. Música favorita: You’ll be in my heart.

Comer, Rezar, Amar

Quando eu ouvi falar pela primeira vez desse livro, eu pensei que se tratava (e meio que era vendido como) de um livro de auto ajuda, sobre uma mulher que resolveu mudar sua vida viajando por 3 países para aprender mais sobre si mesmo.

Mas aí aconteceu de eu ir pra Índia, e como um dos países que ela visitou era justamente esse, fiquei curiosa e dei uma folheadinha no livro. E não é que parecia bom? Então depois de muita enrolação, comprei.

O livro começa, obviamente pela parte de Comer. No caso, na Itália. Além de comer, ela também aprendeu italiano lá. Essa parte é bem legal, porque além de explicar como ela chegou até o ponto de ter coragem de largar tudo pra fazer uma viagem dessa magnitude, ela conta como foi chegar na Itália sem conhecer ninguém, como era o curso, como foram suas viagens pelo país da pizza, as coisas gostosas que ela comeu, enfim, praticamente um diário bem escrito de uma viajante. Coisa que eu adoro ler. Mas a melhor parte são as reflexões dela comparando a cultura e modo de pensar e agir americano em relação ao italiano. Dentre muitas coisas, ela tem uma teoria de sociologia (que eu concordo), melhor explicada no livro, que o americano (estadunidense) de modo geral, não se permite ao lazer tão facilmente como outros povos, embora ironicamente vivam no país que mais produz diversão no mundo.

Fora essas pequenas análises, admiro ler sobre pessoas que tem coragem de procurar sua felicidade a qualquer custo, como é o caso da autora, ainda mais quando isso exige quebrar barreiras impostas pela sociedade.

Infelizmente o livro não segue nessa linha depois. O problema já começa quando chega na parte da Índia. Óbvio que eu esperava uma parte espiritual e mística, principalmente pelo fato de essa ser a parte do ‘rezar’ do título, mas além dela eu esperava algumas viagenzinhas pela Índia e acimade tudo, uma análise da cultura indiana similar ao que ela fez com a italiana. Como eu fiquei 5 meses na Índia e viajei muitttoooo por lá, estava ansiosa e esperava poder ver as impressões dela de um país tão, mas tão diferente, o que ela achou de cada lugar, da comida, das roupas, da cultura, comportamento, de tudo. O problema é que ela chegou na Índia e ficou o tempo TODO no Ashram (um lugar de meditação) rezando e praticando yoga. Essa parte é praticamente só explicações sobre religião e opiniões dela sobre o assunto.

Na terceira parte, a parte de amar do título, ela passou em Bali, na Indonésia. Então, as partes de amar, eram legais, ela falava sobre o tempo que passou com o Brasileiro que ela conheceu, o Felipe (cara que no fim ela casou!). O problema é que tinha ainda uma considerável parte de meditação já que esse tempo ela passou com um xamã. Melhor que a parte da Índia, mas ainda chato na minha opinião (embora muita gente tenha curtido).


Autora

Comer, amar e Rezar pode ser descrito como 3 livros em 1 visto que cada parte é tão diferente da outra, mas mesmo o livro valendo pra mim só pela primeira parte, recomendo (isso se você gosta de bestsellers em geral). E se você tem um lado espiritual muito forte, é leitura obrigatória então. Não vejo a hora de ver o filme que está já prontinho pra ser lançado, filme esse com a Julia Roberts interpretando a Elizabeth Gilbert (autora do livro). Tô bem curiosa pra ver como um livro de memórias vai virar um filme. Não é fácil adaptar esse tipo de literatura. Pelo menos o trailer parece que vai ser um longa legal. Embora trailers às vezes enganem, vou estar na estréia certo.

Depois desse livro, tô afim de ler ‘Beber, Jogar, F#$@’, em que o autor passa um tempo na Irlanda, Las Vegas e Tailândia, respectivamente, embora o livro esteja com uma cara de paródia mal feita e sem graça.

Pokemon é cultura, sempre

Um ‘bordão’ famoso do cinema é o ‘idem’ do filme Ghost – do outro lado da vida. Quem não lembra do Sam (Patrick Swayze) falando para a Molly (Demi Moore) idem após um ‘eu te amo’ ?

Ghost é daqueles filmes que eu já vi cem mil vezes, mas sempre na Rede Globo. Ou seja, sempre dublado. Portanto, não é de se espantar que eu tenha me chocado ao ler esse bordão famoso em inglês. ‘Idem’, diferentemente do que o leitor letrado em inglês deve esperar, não foi traduzido a partir da palavra ‘equal’ ou ‘same’. Vou transcrever algumas falas do filme no original pra vocês:

Molly Jensen: I love you.
Sam Wheat: Ditto.

Aqui outro diálogo bem diferente:

Molly Jensen: I love you. I really love you.
Sam Wheat: Ditto.

Sim, vocé leu bem, o ‘idem’ foi traduzido da palavra ‘ditto’ em inglês.

Graças ao jogo e anime pokemon, eu não preciso gastar preciosos minutos conferindo no dicionário se ‘ditto’ é realmente ‘idem’ para fazer a comprovação científica. Basta relembrar de Ditto, uma gosminha rosa e meiga do tipo normal de número 132 na pokeagenda cujo poder é se transformar no seu adversário, emulando todos os seus golpes.

Pokemons e seus nomes mega criativos.

PS: O que mais você esperava de um post com o título ‘Pokemon é cultura, sempre’ ?

Mais filmes comentados

Ando numa fase de assistir muitos filmes, provavelmente porque dei uma diminuida no número de seriados que eu estava assistindo (tô vendo The Big Bang Theory, Desperate Housewives e How I met your mother, e quando tiver mais episódios lançados começo a ver Dexter). Portanto vou falar de mais alguns que eu assisti nesses últimos dias.

Vamos começar falando de Kung Fu Panda. Embora eu dificilmente veja animações 3D não-pixar (nunca vi Era do gelo nem Madagascar), fiquei afim de ver esse. Legal que se passa numa China habitada por animais falantes. Tipo, tudo igual a China, só que ao invés de humanos tem animais, todos muito fãs de Kung Fu. Legal o filme, mas também não passa de divertidinho.


Adoro pandas

Como eu disse no post anterior, eu adorei Falando Grego e não via a hora de ver outro filme com a Nia Vardalos. Mas ao invés de ver Casamento Grego que eu não vi ainda, fui ver Eu odeio o dia dos namorados, que ela não apenas atua, mas também dirige. E faz par romântico com o mesmo cara do Casamento Grego, mas pra mim ele é o Aidan de Sex and the City, o namorado mais legal da Carrie, mas que ela por gostar de sofrer dispensou. O filme é uma joça, mais uma daquelas comédias românticas que simplesmente não funcionam e ninguém gosta. A Nia Vardalos tá péssima, nem parece a mesma pessoa de Falando Grego.


Eu odeio é esse filme, não o dia dos namorados : P

Outra que eu não curti, mas pelo é levemente melhor que Eu odeio o dia dos namorados é Sem reservas, filme com a Catherine Zeta-Jones. Adoro essa atriz, mas graças a esse filme meia boca, em que ela é uma cozinheira chatona que vira legal depois de morar com a Abigail Breslin e conhecer o Aaron Eckhart, agora tô com menos esperanças que o próximo filme dela, Novidades no amor, seja legal.


Cozinhando assim é fácil

Também assisti Um corpo que cai, clássico do Hitchcock. O filme começa meio paradinho, uma investigação que parece que não vai chegar a lugar algum, mas dai dá um plot twist totalmente inesperado, tipo mega inesperado. Curti. Mas faltou uma música Psicose style : P


James Stewart: “Assim que eu gosto de você, de cabelo loiro platinado com um coque”

Depois foi a vez de Mandando Bala, com o Clive Owen. Eu sabia que ia ser um filme surreal e tal, mas acho que a idéia não foi executada de uma maneira legal. A história é chata, faltou um misteriozinho, uma aproximação, empatia com os personagens. Tipo, eu não tava nem aí se o Clive Owen fosse morrer ou não, até a prostituta era mais legal que ele. Pelo menos aprendi que cenouras podem ser realmente úteis: P Querem um filme surreal legal, vejam Procurados com a Angelina Jolie.


Cenouras: 1001 utilidades, nem Bombril tem tantas

Últimos filmes que vi no cinema

Vi um monte de filmes no cinema esse mês, como não vou fazer um post pra cada um, ai vai minha opinião em poucas palavras sobre eles.

Se beber não case: Mesmo não sendo meu tipo de filme, me diverti um monte, é muito engraçado. A narrativa não linear e o mistério sobre o ocorrido aliado a ótimas piadas deu num resultado muito legal. Dá uma decaida no final, mas se recupera nos créditos finais.

Uma prova de amor: É filme pra quem gosta de DRAMA (com letras maiúsculas mesmo). Tipo, se você gosta de filmes O óleo de Lorenzo style, vai adorar esse daqui, embora não seja tão bom quanto. O filme tem umas partes meio desnecessárias, como o drama do irmão da menina doente, mas mesmo assim ele nunca fica arrastado. E você fica realmente curioso pra saber se a Abigail vai ganhar o caso ou não. Além disso, a Cameron Diaz tá ótima. Mais uma vez provando que é uma boa atriz num papel bem difícil. E Abigail Breslin ? Nunca vi Pequena Miss Sunshine, mas já me apaixonei por ela, muito meiga. Pena que cresce.

A verdade nua e crua: Eu amo comédia romântica, e esse filme tinha tudo pra ser bom, mas é uma bomba. A protagonista feminina não tem um pingo de simpatia, e as cenas são forçadas até pra uma comédia romântica. Claro que com tanta ‘forçação’, acaba eventualmente acontecendo umas situações engraçadas, mas a maior parte é só constrangedora mesmo, como a cena que ela fica pelada pendurada na árvore. O final no balão é de dar pena. Tão ruim quanto “Como perder um homem em 10 dias”. Pelo menos tem o Gerard Butler.

Up – altas aventuras: O filme tem a introdução mais bonita de todos os filmes da Pixar, sendo que a introdução é quase sem diálogos. É tão bonita que te faz quase chorar sem ser apelativa em nenhum momento. Só que depois o roteiro não se segura e acaba virando um filme com caretinhas e piadinhas bobas. Mas ainda assim o resultado final é bastante satisfatório.

Falando Grego: Filme que fui ver sem expectativa nenhuma e acabou se demostrando ótimo. Eu imaginava que ia ser só uma comédia romântica boba na Grécia, mas na realidade é uma grande e muito bem feita sátira as excursões de turismo. Como todo mundo já viajou em algumas excursão, não tem como não achar engraçado. Virei fã da Nia Vardalos, preciso ver Casamento Grego de uma vez.

E vocês, viram os filmes ? Curtiram ?

A proposta

Aqui vai eu comentando novamente sobre comédias românticas. Mas eu adoro né? Fazer o que? O filme em questão é A proposta, o novo longa de Sandra Bullock, que estreou sexta passada mas na real eu já tinha visto ele faz um tempinho, na pré-estréia (fã é fã né?).

Sandra Bullock é digamos uma Meg Ryan morena. Mulher de bom coração, desastrada e sempre se dá bem no final, mas claro, tendo vários problemas no meio. Esse A proposta foge um pouquinho desse estilo (mas bem pouquinho), porque dessa vez a Sandra Bullock é evil ! Ela interpreta Margaret, personagem que só pensa na carreira e pisa em todo mundo que vê pela frente.


Who’s bad?

O problema é ela precisa de um visto pois o seu está vencendo (ela é canadense) e pra resolver o conflito decide casar com o seu assistente, Andrew, o personagem de Ryan Reynolds, que a despreza justamente por ela ser evil. Mas a mulher é o chefe né, então ele casa, até porque em troca seria promovido.

Aí eles partem numa viagem pro Alaska para ela conhecer a família do noivo e deixar tudo mais real, para assim, o departamento de imigração norte-americano não desconfiar. E nessa viagem, guess what ? A gente descobre que a Margaret tem um bom coração e se apaixona pelo Andrew.


Casalzinho adorável

Claro que tudo isso acontece de uma maneira “comédia romântica de ser” que deixa tudo divertido e engraçado. O problema é que tem um monte de cenas meio forçadas demais, tipo a cena que a avó do Andrew tá dançando na floresta, ou toda a sequência de eventos que levam a cena que o Andrew e a Margaret se encontrarem nus “acidentalmente”.


Ela tem 45 anos e tá com tudo!

Ou ainda aquele departamento de imigração que é impossível de se levar a sério. Será que custava os roteiristas se esforçarem mais um pouquinho pra gerar as confusões e conflitos que esse tipo de filme requer de uma maneira um pouquinho menos forçada e mais natural ?


A vovó

Embora existam cenas forçadas, todos os atores estão bem e simpaticíssimos. A Sandra Bullock nunca decepciona e Ryan Reynolds está provando ser um ótimo ator do gênero (vejam Três vezes amor). Outra personagem legal é a avó do personagem de Reynolds e principalmente o Ramone, um personagem que embora seja forçado como quase todo o filme, é engraçado pela repetição. O cara aparece em situações tão inesperadas, que fica divertido.


Umas das cenas de Ramone

Mesmo com os contras, vários momentos do filme são muito bons e divertem bastante. Se você gosta do gênero ou da Sandra Bullock, assista que não vai se arrepender.

Diretores que todo mundo gosta mas eu nem tanto

Embora eu não seja uma grande fã de Seinfeld, esse seriado possui um dos melhores episódios de sitcom de todo os tempos. Nesse episódio da oitava temporada, já clássico, Elaine assiste ao filme O paciente Inglês, e por não gostar, é destratada por todos. Nesse processo ela praticamente torna-se um pária social, levando um fora do namorado (que claro gosta do filme) e tendo que até mesmo começar a mentir que nunca assistiu a produção para evitar os constantes olhares de indignação que atrai por ter uma opinião diferente.


Episódio perfeito. Elaine não consegue aceitar que os outros gostem daquilo que ela considera uma porcaria, ela até tenta reassistir o filme pra ver se tem algum problema com ela : P

Pois então, esse episódio é genial para mim justamente porque isso acontece com todo mundo: todos têm algum filme super elogiado pela critíca e público que não suporta ou simplesmente não acha tudo isso. E a maior parte dessas pessoas, assim como Elaine, evita falar no assunto para evitar as críticas.

Obviamente, eu também tenho alguns filmes que entrariam nessa lista de todo mundo gosta menos eu. Mas não é dele que eu vou falar, vou falar é dos diretores que todo mundo gosta mas não eu.

Antes de tudo, eu juro que tentei gostar deles, mas aparentemente não rolou a química necessária.

Paul Thomas Anderson: Tá, o cara fez Magnólia que é bom e talvez até fosse suficiente pra tira-lo dessa lista, mas ele fez também tanto filme que todo mundo adora que eu não curti que sempre que dizem que tem um filme novo dele, eu fico com um pés atrás.


Mr. Anderson e Adam Sandler.

O que é dele que eu não gostei: Sangue Negro, Boogie Nights.
O que é dele que eu gostei: Magnólia (mas pra mim não é uma obra prima como a crítica diz)
O que tenho que assistir antes de realmente dizer que não gosto do trabalho dele: Embriagado de amor

Martin Scorcese: Eu sempre assisti a filmes dele por causa da constante presença de Leonardo DiCaprio, meu ator ídolo na adolescência. Apesar de não ter visto dois de seus filmes considerados obras primas, Touro Indomável e Os bons companheiros, eu vi outros que não gostei e por isso ele entra na lista de diretores que não gosto.

Filmes dele que eu não gostei: Taxi Driver, O aviador, gangues de Nova York, Os infiltrados.
O que é dele que eu gostei: nada.
O que tenho que assistir antes de realmente dizer que não gosto do trabalho dele: Touro indomável (que acho possível que eu goste) e Os bons companheiros (provável que eu não goste).

Hayao Miyazaki: Eu adoro anime. Considero, por exemplo, Rurouni Kenshin, Karekano, Evangelion obras primas. Aí aparece um diretor de anime que lança longas metragens que são quase sempre indicados ao Oscar de animação. Primeiro pensamento: óbvio que vou gostar. Estava enganada. Eu vi e não achei grande coisa os seguintes: A viagem de Chihiro, O castelo Animado e Porco Rosso, embora ainda valha a pena assistir seus filmes só pela animação que sempre é impecável e sensacionalmente linda.
Ainda quero dar uma chance pro Miyazaki com Princesa Mononoke, sua obra máxima.


O castelo animado: animação e design tão lindo que virou meu papel de parede.

Filmes dele que eu não gostei: A viagem de Chihiro, O castelo Animado e Porco Rosso
O que é dele que eu gostei: nada.
O que tenho que assistir antes de realmente dizer que não gosto do trabalho dele: Princesa Mononoke.

Se eu lembrar de mais alguns atualizo a lista. E vocês ? Confessem aí nos comentários (ou em seus blogs com posts).