Nostalgia Gamezistica – Como passar de uma fase difícil sem Internet

Lendo este brilhante texto onde rolou uma identificação total, relembrei de como era difícil jogar video game nos tempos de infância. Como tudo é fácil no seu Playstation3, Xbox 360 ou Nintendo Wii.

Pra quem não leu o texto e não está a fim de ler, trata sobre o fato de na maior parte dos jogos das eras 8 e 16 bits não terem possibilidade de salvar o progresso, o conceito desaparecido de última vida, a internet ajudando você sempre que trava numa fase, etc.

Isso me lembrou de quando eu travei numa fase do jogo Quackshot.

O jogo Quackshot é simplesmente um dos meu jogos favoritos. Uma espécie de Indiana Jones com o Pato Donald como personagem principal. No plot, Donald, com ajuda de seus três sobrinhos escoteiros, deve viajar pelo mundo em busca de um tesouro mítico que possivelmente o fará rico. Suas armas: pistola de desentupidores de pia, bolas de chiclé e milho. Óbvio que Bafo de Onça não deixará que a busca seja fácil.

O que me encanta nesse jogo além de sua jogabilidade e gráficos sensacionais pra época é o fato de você ter que viajar pra vários lugares, numa ordem certa (que você sozinho deve descobrir a partir das dicas dos personagens).

Uma dessas fases, chamada de Maharajah, se passa na Índia. Existe um momento em que você deve encontrar um tigre, o problema é que para chegar nele, tem um labirinto de portas.


Essa foto não é do tal labirinto, é de outra fase, não achei uma decente do labirinto.

Eu TOTALMENTE travei nesse labirinto. Por algum acaso das coincidências, eu NUNCA conseguia fazer a sequência certa de portas. Meu irmão, gamer na época, tampouco.

O que fazer nesse caso? Não havia Internet ou amiguinho que soubesse como passar.

O que você faria?

Normalmente eu simplesmente desistiria mas num jogo como esse eu não poderia. Então decidimos apelar para o HotLine.

Diferentemente do que o nome pode sugerir, o HotLine não era tele-sexo. Era um telefone, não sei bem financiado por quem, no qual gamers de todo o Brasil podiam ligar e pedir por dicas. O problema é que na época eu era extremamente tímida. Do tipo que tinha vergonha de ligar pra pedir uma pizza. Além do fato da minha imaginação Fantástico Mundo de Bob me levar a imaginar que ligar para lá conduziria a conversas como essa:

Conversa com a HotLine, versão minha imaginação

– HotLine, boa tarde, como possoa ajuda-la
– Oi, olha só, eu to jogando um jogo de video game, do mega drive, o quackshot…
– O que tu tá falando sua louca?
– Ahhh, er, é um jogo com o Pato Donald que ele viaja …
– Hahahahha, não sei do que você está falando, deixa eu perguntar aqui … Ah, tá, já sei qual o jogo, que jogo idiota. Tá, qual a dúvida que eu não tenho o dia todo?
– Tem uma fase, a Maharajah, onde tem um labirinto de portas, eu não sei a ordem certa …
– O quê ? Maharajah ? HAHAHAHA, você na sabe falar? que pronúncia tosca, hahahah, que mula HAHAHAHAHA. Ordem de portas? Como assim?
– É, tipo, tem que entrar nas portas certas pra passar…
– Olha, aqui é só pra jogo famoso, tipo Street Fighter, como fazer Hadouken, essas coisas, tá? Quando tu tiver uma dúvida normal tu liga, tá queridinha?

Mas a vontade de passar da tal fase era muito forte, e então meu irmão num ato de coragem resolveu finalmente ligar. Eu nunca soube exatamente como foi a conversa. Mas pelo o que eu ouvi e ele contou foi mais ou menos assim:

Conversa com a HotLine, versão real

– HotLine, boa tarde, como posso ajuda-lo
– Oi, olha só, eu to jogando um jogo de video game, do mega drive, o Quackshot…
– Ok, qual a dúvida?
– Tem uma fase, a Maharajah, onde tem um labirinto de portas, eu não sei a ordem certa …
– Ok, um minutinho que eu vou ver se tem alguma dica sobre esse jogo.

Alguns minutos depois

– Olha, não tem, desculpa.
– Ah tá, imagina, obrigado, tchau.

Apesar da conversa não ter sido tão ruim como na minha imaginação, a frustração foi total. Aparentemente, eu estava fadada a jamais passar dessa parte.

Mas eis que num golpe de sorte, eu meu irmão acertamos a combinação de porta e passamos da fase! Depois vieram outros labirintos piores, mas felizmente nenhum nos deixou tanto tempo travado como esse.


Foto super winner minha tirada faz 3 anos num inverno frio, pouco depois de ter terminado o jogo pela milionésima vez da minha vida, numa das minhas (re)jogadas … não disse que eu gostava desse jogo?

Meses depois, numa revista Ação Games apareceu como passar dessa fase. Me pergunto até hoje se a Ação Games não resolveu essa dúvida porque ela foi perguntada por meu irmão na HotLine.

PS: Se esse jogo tivesse sido lançado hoje em dia, pra sair dessa fase bastava acessar esse video do YouTube … a vida gamer está ficando fácil demais.

Os dois episódios de Pokemon mais tristes

Depois do sucesso do post E o anime de Pokemon vai rumo aos 700 episódios (zero comentários, update: teve um comentário que eu tinha esquecido), mais um postzinho pokemon. Êêêê.

Hoje vamos falar dos dois episódios de pokemon mais tristes, aqueles em que seu coração ficou apertado, a voz embargada, os olhos lacrimejantes. O primeiro desses episódios é episódio 21, Adeus Butterfree.


Butterfree com seu cachecol sua echarpe e a Butterfree rosinha

Nesses episódio, o pokemon borboletinha roxo de Ash mostra que é macho e se apaixona por uma butterfree rosinha. Para tentar chamar a atenção da fêmea, ele utiliza todos os tipos de artíficios, inclusive uma echarpe amarela fashion. No final, Butterfree decide deixar Ash para transar crescer e virar adulta.


A despedida


ounnnnnnnnnnnnn

Esse episódio triste é brilhantemente retratado por essa imagem, entretanto não posso dizer que o episódio é trauma de infância para mim porque eu já era crescidinha, meu trauma de infância fica por conta do cavalo do filme A história sem fim.

Um adendo para esse episódio: quem já jogou Pokemon Red, Blue ou Yellow sabe que deixar uma Butterfree ir embora pra fazer sexo é uma decisão imensamente errada já que para obter uma Butterfree, é necessário evoluir um pokemonzinho chamado Metapod. Metapod é um pokemon sem golpes no qual para evoluir é preciso uma paciência do tamanho de um Snorlax. Imagina um esforço desses jogado por água abaixo porque seu pokemonzinho quer sem vergonhice sair por aí. Mas isso não vem ao caso. Vamos seguir para o próximo episódio triste de Pokemon.

O próximo é O adeus de Pikachu. Nesse Ash encontra um vale onde vários pikachus comunistas vivem felizes, dividindo tarefas, se divertindo muito e aprontando altas confusões. Pikachu fica muito tentado a continuar na vila, já que ali ele é feliz, Ash aceita, mas no final Pikachu decidi seguir com Ash e tudo na realidade não passou de um blefe do ratinho elétrico amarelo.

A parte triste fica por conta do momento em que Ash sai correndo e relembra seus bons momentos com uma musiquinha triste tocando ao fundo.

Na real, pra mim foi muito mais triste o episódio que o Charmander evoluia pra Charmeleon e depois praquele Charizard chato desobediente, ele era tão mais bonitinho e cute cute como Charmander *_*

Livros da coleção Aventuras Fantásticas

Quando eu tinha sei lá, uns 11 anos, meados da década de 90, meu irmão trouxe para casa esse livrinho aqui, o qual ficou dias e mais dias na estante.

Curiosa como sou, resolvi um dia perguntar qual era daquele livro. Disse ele que um amigo tinha emprestado mas que era chato.

Não sei bem se foi na curiosidade ou na falta do que fazer (provavelmente ambos, não havia Internet), mas resolvi ler.

E o vício começou. Tanto que depois meu irmão se viciou também. Nunca conheci esse amigo do meu irmão e ele sequer lembra quem era, mas fica o agradecimento: obrigada de coração por forçar meu irmão a levar o livro pra casa.

Esses livrinhos fazem parte de uma coleção chamada Aventuras Fantásticas. São livros nos quais você é um guerreiro e deve cumprir uma missão. Através de um dado normal de 6 faces, você calcula sua energia, sorte e habilidade, e, a cada parte do livro, você deve tomar decisões que o levam a caminhos diferentes, tipo um livro interativo, quase sempre ambientando num universo medieval mágico, tipo RPG mesmo.

O vício foi tanto que eu comecei a procurar por mais e mais livros, cheguei a pedir eles de aniversário pra vocês terem uma ideia do ponto que chegou meu vício. Vai dizer que não sou nerd depois dessa né?

O que eu gostava era que os livros eram muito bem escritos e imersivos. E não pensem que eram bem escritos porque eu tinha 11 anos, eles são bem escritos para qualquer idade, com um vocabulário que na época eu tinha que consultar o dicionário pra entender às vezes (você sabe o que é uma cimitarra?). Os autores (Steve Jackson e Ian Livingstone) criaram um universo inteiro para os livros a partir da mitologia típica do RPG e nórdica com elfos, dragões, magos, anões e tudo mais. As poucas ilustrações que cada livro tinha eram também belíssimas. O meu único porém é que os livros eram extremamente difíceis de serem terminados, em alguns deles, bastava tomar um caminho errado para ser impossível de concretizar a missão.

Acabei jogando mais de 10 livros da coleção entre os que comprei e peguei emprestado. Meu favorito é a A cidade dos ladrões mas tenho muita estima por Mares de Sangue e Templo do terror também.

Fico hoje pensando o que devia passar na cabeça dos meus pais vendo a filhinha de 11 anos lendo livros com esses títulos e com caveiras horríveis na capa.

PS: Quem tiver com vontade de experimentar também, descobri que a Jambô tá republicando a coleção, com umas capas diferentes que eu não curti (bonitas, mas não as originais).

Minha comida favorita do momento

Na revista Super Interessante desse mês saiu que ao contrário do que muitos podem pensar, de acordo com uma pesquisa, a comida favorita do brasileiro é a lasanha, seguida do arroz e macarrão. O nosso prato típico, a feijoada, aparece só lá em quarto lugar. E o churrasco em sexto.

Nossa, só de ver essa foto dá uma vontade de comer lasanha … mas seria essa minha comida favorita?

Fiquei pensando qual seria. Difícil dizer, é como perguntar meu filme favorito, impossível escolher entra tantas opções. Fora que metarmofose ambulante do jeito que sou, é algo que sempre muda. Adoro sorvete, sushi, lasanha … mas acho que se for pra escolher a comida favorita do momento, eu escolheria Ceviche (às vezes escrito Cebiche).

Ceviche é nada mais do que peixe branco cru extremamente marinado no limão que ‘assa’ graças ao ácido presente nessa fruta. Na maior parte das receitas é incluído cebola, pimentão, tomate e pimenta.É um prato de origem peruana que começa lentamente a ficar popular no Brasil.

Na minha concepção, é digamos um sashimi mais gostoso. Portanto, se você gosta de sashimi, totalmente recomendo que prove essa iguaria do sabor. Pena que ainda existam tão poucos restaurantes peruanos no Brasil.

Chá arco-íris da alegria

Eu comecei a gostar bastante de chá depois que eu voltei da Índia. Lá na empresa onde eu trabalhava, sempre vinha um mocinho nos dar chazinho ou café no meio do expediente. Eu era a única que pegava tanto o café quanto o chá. Tudo na mímica porque esses carinhas do chá na Índia (os Chai Wallah) são sempre bem pobrezinhos e não falam inglês. Por sinal, era a profissão do Jamal, carinha do filme Quem quer ser milionário (só que ele falava Inglês no filme).

O chá indiano que vendem nas ruas da Índia e que eu tomava era basicamente chá preto, água, um pouco de leite e muiiito açúcar. Muitoooo. Era bem gostoso. Algumas versões tem sementes de cardamomo dentro, uma espécie de pimenta bem gostosinha e que incrivelmente vai bem num chá doce. Algumas versões tinham canela e gengibre também, mas essas não são tão populares.


Copinhos de Chai

Lá dá Índia eu trouxe caixas e caixas de chá preto com o intuito de tomar chai (chai é o chá indiano) sempre que eu estivesse com saudade da minha vida indiana. A Índia é o maior produtor do mundo desse tipo de chá, e eu inclusive visitei lá uma plantação de chá, é bem bonito. Essa fica na cidade de Munnar. Fotinhos pra vocês:


A plantação se estendendo pelas montanhas


Eu numa vibe colheitadora

Embora eu ainda goste muito de chai, acabei acostumando com o sabor amargo do chá preto puro sem açúcar. E quase todo dia, lá vou eu ferver uma chaleira com água, colocar numa térmica, e ficar servindo na minha caneca com o saquinho de chá enquanto acesso Google Reader, escrevo posts e atualizo o Facebook : P

Como sou uma pessoa muito interessada na minha saúde, fui pesquisar se o tal do chá preto não continha malefícios científicos ocultos (cuidado com o espinafre, ele tem muitos, post sobre isso em breve). Minha pesquisa no Google demonstrou que não, o fato é que o negócio é extremamente bom para saúde, melhora a circulação e evita derrames, então fica a dica.

Eu acho engraçado o nome do chá preto ser preto já que a cor do chá pronto não é preta. Mas logo percebi que esse nome baseado em cores é meio sem sentido mesmo, já que na China o nome é chá vermelho. Vejam a classificação:

Todas as cores são feitas com fohas de Camellia sinensis.

1. Chá branco –> folhas jovens que não sofreram oxidação. Popular na China e o mais saudável.
2. Chá verde –> folhas que sofreram pouca oxidação. Popular no Japão.
3. Chá preto (ou vermelho) –> folhas que sofreram muita oxidação. Popular na Índia (e no Ocidente inteiro na real)

Ainda tem o Chá Oolong que é conhecido também por chá Azul. É um chá com uma maturação entre o Chá Verde e o Chá preto. Ooolong também é o nome de um personagem comunista de Dragon Ball, mas isso não vem ao caso.

E pra terminar o arco-íris de cores, tem o chá amarelo, que é um chá verde com uma fase de secagem diferente.

Isso que nem mencionei os chás que não tem cores no meio tipo chá de coca, de cogumelo, de camomila, etc…

O que me leva a pensar que chás são mais complicados que vinho.

E o anime de Pokemon vai rumo aos 700 episódios … e eu com isso?

Antes de iniciar o post, assista esse vídeo SENSACIONAL para entrar no clima de pokemon. Mostra aquilo que você sempre quis saber! Mostra o que acontece dentro da Pokebola. Aproveite e tente descobrir o erro do video.

Caro pokefã, o erro é óbvio, o Pikachu não gosta de entrar na pokebola, se houvesse aquela festinha marota ali dentro vocês acham que ele não ia gostar? Aquele safadinho amarelo? : P

Ainda me lembro quando o anime estreou no Brasil e iniciou a febre Pokemon. Pokemon é daqueles animes que começaram legais. Garoto de 10 anos sai em busca de 8 insígnias para poder ter acesso ao torneio mundial, para assim poder virar um mestre Pokemon. Para ganhar cada insígnia, ele deveria derrotar o mestre de um ginásio, e esses ginásios estavam espalhados pelo mundo.

O legal era isso, cada vez que Ash conquistava uma insignia, o final ficava mais próximo. Os episódios fillers (encheção de morcilha) nem incomodavam tanto. Ai o Ash finalmente conquista as 8 e se prepara pro torneio. Episódios todos muito legais. Adorei quando ele perde, deu aquele drama pra série. Mostrou pro Ash que a vida não é sempre um moranguinho. Curto isso em animes. Ai ele voltou pra casa e eu pensava com meus botões: e agora, o que vai ser do seriado? Os roteiristas sabiam, criaram uma nova liga, a liga laranja. Pra vence-la, você deveria conquistar não sei quantas insígnias num outro continente novo. Assisti e tal, apesar de os episódios estarem mais chatos. Aí o Ash ganha a liga laranja e guess what, ele vai pra uma terceira liga. Tudo que muda é a roupa dele. E os persongens coadjuvantes que o seguem na jornada. E depois o que acontece? Uma outra liga, e outra, e outra. Nem sei mais o que é necessário pra ser considerado mestre pokemon. Ganhar 3 ligas? Todas? Uma?

O que me irritou e fez eu parar de ver foi o fato a tal jornada pokemon virou algo sem sentido. Você nem liga mais se ele está conquistando mais insígnias, já que vencer o tal campeonato não vai fazer dele o mestre pokemon, vai só fazer ter outra jornada em algum continente novo que vão inventar, este claro, com novos pokemons.

Além disso, incomoda o fato do Ash não amadurecer na jornada. Vejam bem, Goku amadureceu na jornada dele, Harry Potter amadureceu, até o Naruto !!! mas o Ash, continua o mesmo molequinho de 10 ou 11 anos. Depois de mais de 10 anos do anime passando na TV, o público todo que assistia cresceu, era dever o personagem crescer junto. Eu sei que é um anime direcionado pra crianças e eu não devia estar ligando pra isso, mas Dragon Ball e Naruto também não são ???

Alguns podem dizer que eu deixei de ver e gostar simplesmente porque cresci (ao contrário do Ash), mas acho que não, já era adulta quando comecei a ver ; P

Pokemon serious business.

OBS 1: Nunca se esqueçam, Pokemon é cultura.

OBS 2: Não dá pra fazer um post de pokemon sem postar esse trailer falso feito por fãs. Se não viu ainda, assista, você sabe que eu só posto vídeo bom. E se já viu, vê de novo, você já sabe que é o melhor trailer falso feitos por fãs já criado.

OBS 3: Pokemon vai aos 700 episódios, e esse blog vai aos 400 posts, esse é o post número 400 ! Que bom que ao diferentemente de Pokemon, meu blog amadurece … será? : P

Top 7 atrações estilo Show mais legais de Orlando

Nos parques da Disney/Universal tem muita montanha russa e atração mais radical, mas tem muito show também, mas não pense que é show de mágica ou coisa podre, é show pra pessoa nenhuma botar defeito, e essa lista é pra os top 7 na minha opinião.

Observação: inclui na lista aquelas atrações que são filmes 3D também, até porque tá mais pra show que pra atração mesmo.

1. Fantasmic: torço pelo Mickey até o fim nesse show. O final é muito mágico.


Preciso assistir Fantasia de uma vez, só pelas músicas

2. Terminator 2 3D: Ver o exterminador do futuro, Sarah Connor e John Connor lutando contra a Skynet na tua frente, misturando efeitos 3D e atores reais não tem como não dar certo.


Auditório da Skynet onde rola o show

3. Indiana Jones Epic Stunt Spectacular: Um show mostrando como foram feitas algumas das cenas de Indiana Jones e os Caçadores da Arca perdida. Já perdi as contas de quantas vezes já assisti. Adoro as explosões, tiros e principalmente, o fato de ter o Indy em ação!


Essa cena não é exagero não, rola ao vivo no show.

4. Philharmagic: Filme 3D com várias das músicas mais legais de todos os filmes Disney como “I can’t just wait to be king” do Rei Leão, a “A whole new World” do Aladdin e “Under the sea” da Pequena Sereia.


Entrada do Philharmagic

5. Wishes: Show de fogos de artifício que rola no Magic Kingdom todas as noites. Tem gente que chora, se emociona muito. Eu acho lindo, mas sou muito mais o Fantasmic e demais.


Qualquer queima de fogos de artificio que você tenha visto não vai superar essa

6. The great movie Ride: É aquele passei de barco no Hollywood Studios passando por cenas de filmes clássico. é uma atração velha, os animatronics são meio podres (especialmente a parte do Tarzan, nossa que tosqueira), mas pra mim é impossível não sentir a magia do cinema com ele.

7. It’s a small world: é podre, a lista vai perder toda a credibilidade por causa dessa escolha, mas eu gosto, fazer o que : P


Sei que é ruim

Menção honrosa: o passeio de barco do piratas do Caribe é legalzinho também O safari do Animal Kingdom também mas não sou tão fã de animais assim.