A proposta

Aqui vai eu comentando novamente sobre comédias românticas. Mas eu adoro né? Fazer o que? O filme em questão é A proposta, o novo longa de Sandra Bullock, que estreou sexta passada mas na real eu já tinha visto ele faz um tempinho, na pré-estréia (fã é fã né?).

Sandra Bullock é digamos uma Meg Ryan morena. Mulher de bom coração, desastrada e sempre se dá bem no final, mas claro, tendo vários problemas no meio. Esse A proposta foge um pouquinho desse estilo (mas bem pouquinho), porque dessa vez a Sandra Bullock é evil ! Ela interpreta Margaret, personagem que só pensa na carreira e pisa em todo mundo que vê pela frente.


Who’s bad?

O problema é ela precisa de um visto pois o seu está vencendo (ela é canadense) e pra resolver o conflito decide casar com o seu assistente, Andrew, o personagem de Ryan Reynolds, que a despreza justamente por ela ser evil. Mas a mulher é o chefe né, então ele casa, até porque em troca seria promovido.

Aí eles partem numa viagem pro Alaska para ela conhecer a família do noivo e deixar tudo mais real, para assim, o departamento de imigração norte-americano não desconfiar. E nessa viagem, guess what ? A gente descobre que a Margaret tem um bom coração e se apaixona pelo Andrew.


Casalzinho adorável

Claro que tudo isso acontece de uma maneira “comédia romântica de ser” que deixa tudo divertido e engraçado. O problema é que tem um monte de cenas meio forçadas demais, tipo a cena que a avó do Andrew tá dançando na floresta, ou toda a sequência de eventos que levam a cena que o Andrew e a Margaret se encontrarem nus “acidentalmente”.


Ela tem 45 anos e tá com tudo!

Ou ainda aquele departamento de imigração que é impossível de se levar a sério. Será que custava os roteiristas se esforçarem mais um pouquinho pra gerar as confusões e conflitos que esse tipo de filme requer de uma maneira um pouquinho menos forçada e mais natural ?


A vovó

Embora existam cenas forçadas, todos os atores estão bem e simpaticíssimos. A Sandra Bullock nunca decepciona e Ryan Reynolds está provando ser um ótimo ator do gênero (vejam Três vezes amor). Outra personagem legal é a avó do personagem de Reynolds e principalmente o Ramone, um personagem que embora seja forçado como quase todo o filme, é engraçado pela repetição. O cara aparece em situações tão inesperadas, que fica divertido.


Umas das cenas de Ramone

Mesmo com os contras, vários momentos do filme são muito bons e divertem bastante. Se você gosta do gênero ou da Sandra Bullock, assista que não vai se arrepender.

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Streets of Rage

Streets of Rage (Bare Knuckle no Japão) é um dos jogos mais populares de Mega Drive. Tanto sucesso se deve ao fato de ser tão bem feito. É uma espécie de Golden Axe, mas ao invés de mundos medievais imaginários, temos o mundo “real”, o crime organizado e cidades sujas e decadentes.


Primeira fase

Uma das coisas que emocionava naquele jogo é que ele era meio pseudo 3D, isto é, o personagem não ia só para os lados como Sonic ou Mario, ele também andava pra cima e pra baixo, o que como eu disse, já tinha em Golden Axe, mas ainda não era ainda muito comum na época.


Gameplay do jogo (segunda fase)

Além disso, você tinha a possibilidade de pegar armas no chão e até mesmo destruir lixeiras e cabines telefônica inteiras !!! E sabe né, jogo que tivesse interação com o cenário era super revolucionário, imagina só, pegar uma garrafa do chão e quebrar na cara dos malfeitores ? Mas a melhor arma de longe era o cano, que possibilitava ataques a distância !


Uma bela praia. Pena que a água não molhava

O jogo também permitia que dois jogadores jogassem ao mesmo tempo, mas mais do que isso, permitia uma certa interação entre os players: você podia acidentalmente bater no seu amigo e tirar energia dele, o que gerava grandes discussões e “brigas” divertidas entre os jogadores. Fora isso, também dava pra fazer ataques juntos !


Os buracos negros!!!

Outra coisa legal era que quando você estava no aperto, podia apertar o botão A e um carro da polícia vinha e jogava um foguetório que ajudava a destruir os inimigos que estavam na tela. Mas claro, só podia usar esse recurso uma vez por fase, então o momento certo de pedir essa ajudinha devia ser muito bem escolhido (e era sempre quando o chefão aparecia).


Belo cenário

Isso que eu nem falei ainda das fases. Gráficos muito lindos e músicas que combinavam totalmente. Começa na cidade, depois vai pra um subúrbio do mal, aí pra dar aquela relaxada, vinha a praia. A quarta fase era numa lugar que tinha uns buracos terríveis em que caindo perdia uma vida, mas pelo menos o fundo, com as luzes da cidade era belíssimo !!


Blaze, tu vai ser esmagada, cuidado !!!

A quinta fase era dentro de um navio. Depois seguia para uma fábrica com uns esmagadores. Por fim, a fase do elevador e o hotel. Essa fase do hotel era terrível: além de não poder mais chamar a ajudinha do carro de polícia, você tem que enfrentar praticamente todos os chefões de novo ! Fora isso, antes de enfrentar o chefão final, o Mr. X, ele fazia uma pergunta, e se você respondesse errado, voltava pro início do jogo!!! Super traumatizante responder errado e voltar tudo ! Especialmente porque eu não sabia inglês e respondia aleatoriamente. Até hoje não sei se o certo era responder sim ou não ! Alguém lembra disso?


O elevador

Mas voltando, quando eu terminei o jogo pela primeira vez, nossa, foi muito recompensador. No final aparecia fotos dos personagens felizes e contentes porque destruiram o crime e tal, super emoção : P Mas sério, era um final bem legal.


O hotel

Pra finalizar, o jogo tem uma página inteiramente dedicada a ele na Internet muito boa, do qual eu pegueu as imagens que ilutram esse post, vale uma visita.